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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

No limite nem é o Jon Bon Jovi

por Kruzes Kanhoto, em 13.03.18

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Não sei em que pé se encontra aquilo das armas que terão desaparecido de Tancos. As tais que, no limite, nem existiam. Ou, a existirem, não passariam de sucata e o seu sumiço teria até constituído um favor que os alegados gatunos teriam feito à tropa.

Estas, que pela descrição podiam ser as desaparecidas, estavam um sábado destes à venda na feira das velharias cá da terra. Não me parecem, assim à primeira vista, por aí além muito perigosas. Mas nunca fiando. O melhor é não subestimar os estragos que um dvd do Jon Bon Jovi pode fazer.

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O menino guerreiro

por Kruzes Kanhoto, em 24.02.18

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Quem terá envergado esta armadura? Crianças soldado, pigmeus guerreiros ou combatentes de baixa estatura são, assim de repente, as respostas que me ocorrem. Tudo questões pouco inquietantes e que agora não interessam nada. Até porque o seu futuro não passará, de certeza, por um campo de batalha. Pelo menos daqueles para que foi concebida. Mas pode, com inegáveis vantagens, ser usada noutras artes que não a da guerra. Nomeadamente daquelas onde o nível de belicismo é substancialmente mais baixo. Que isto, com as armas de hoje em dia, só servia para atrapalhar. Na retirada, em especial.

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Velharias

por Kruzes Kanhoto, em 02.04.17

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Mesmo não comprando nada – e não me recordo de alguma vez ter comprado seja o que for – gosto sempre de dar uma volta pelo mercado das velharias cá da cidade. A par da tralha, muita dela retirada do lixo, há sempre um ou outro item merecedor de um olhar mais atento. Às vezes até de uma foto. É o caso deste sofá. Com arrumação, esconderijo ou outra utilidade que se queira dar aquilo. A própria fotografia é ela, também, dois em um. Para além do objecto exposto, temos igualmente a base do candeeiro da iluminação pública. Outra velharia. Mas estará assim de propósito, presumo. Deve ser para condizer com a utilização que é dada ao espaço.


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Uma relíquia, esta botija

por Kruzes Kanhoto, em 04.06.16

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Ainda bem que, por todo o lado, existem feiras, mercados e locais onde se promove o encontro entre quem tem necessidade de vender e vontade de comprar. Ou vontade de vender e necessidade de comprar, dá igual. Sejam lá os bens a transaccionar os que forem. Só não concordo que se chamem “velharias”, “antiguidades” ou qualquer outro nome vagamente relacionado com coisas antigas de relativo valor. Considerando o que se vende nestes eventos, quase me parece melhor chamar-lhes feiras de “velhacarias”.

Estas botijas de gás por exemplo. Apenas um delirante exercicio de imaginação as pode enquadrar no conceito de velharia. Ou de antiguidade. Eu próprio tenho uma no meu quintal. Que ciclicamente troco por outra, assim que o conteúdo se esgota, diga-se. E, pasme-se, onde a vou trocar há muitas iguais, ainda que não seja uma feira nem uma loja de antiguidades, ou lá o que chamam agora a estas modernices.

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Motivos de reflexão

por Kruzes Kanhoto, em 03.10.15

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Mas para que raio serve este revolver? Quem pode estar interessado na sua compra? Que utilização pode um eventual comprador – ou compradora – dar aquela coisa? Que espécie de tara levou alguém a transformá-lo naquilo? Será que alguma vez foi utilizado num assalto? Ou, sei lá, noutra qualquer actividade lúdica? Terá sido com o seu precioso auxilio que os auto-rádios mudaram de lugar? Tudo questões deveras inquietantes. Apropriadas para um dia de reflexão acerca das promessas – falaciosas ou não – que ouvimos e lemos nos últimos dias.

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Nem a caixa das esmolas escapou...

por Kruzes Kanhoto, em 20.09.15

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A venda de itens – chamemos-lhes assim – como o da fotografia em feiras de velharias, mercados ou locais congéneres suscita-me umas quantas questões. Todas inquietantes, a meu ver. Mas deve ser só a mim que estas dúvidas se colocam. Se fosse assunto que preocupasse muita gente de certo o cenário não se repetia todos os dias e onde eventos destes se realizam...

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