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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Sexismo? As coisas que estes fascistas inventam...

por Kruzes Kanhoto, em 14.07.18

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Diz que a FIFA vai proibir a exibição de imagens de espectadoras consideradas atraentes nas transmissões televisivas dos jogos de futebol. Para já será apenas no jogo da final do campeonato do Mundo mas, prometem, a intenção é alargar a toda e qualquer jogatana que envolva pontapé na bola. Parece que é por causa de uma coisa chamada sexismo, ou lá o que é, que eu na minha ignorância nem desconfio o que seja. Às tantas ainda é alguma doença, ou isso. Contagiosa, se calhar. Mas, de uma coisa eu sei. De ora em diante cada mulher que, estando nas bancadas de um estádio, veja o seu rosto num ecrã vai achar que é feia.

Isto parece cada vez mais aquela cena da rã que cai no caldeirão que vai ser posto ao lume. De inicio a agua morna até lhe é agradável. O pior é que a temperatura vai subindo e quando dá por ela está cozida. Assim estamos nós enquanto sociedade. Somos diariamente martelados com campanhas de desinformação acerca de perigos imaginários – desde a extrema direita ao Trump – enquanto aos poucos, com falinhas mansas e a coberto de conceitos aparentemente muito evoluídos vão impondo a ditadura, a repressão e acabando com os valores ocidentais. Um dia destes estamos como a rã. Cozidos.

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O IMI está por aí a chegar...

por Kruzes Kanhoto, em 06.02.18

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Câmaras municipais a financiar uma televisão?! Câmaras municipais a financiar clubes de futebol?! Câmaras municipais a financiar televisões de clubes de futebol?! Não posso!!! Estou chocado, confesso. Alegadamente chocado, até. É que, parvoíce a minha, não acreditava que tal fosse possível. Nem, assim de repente, estou a ver qual o interesse que daí resulta para o contribuinte. Sim, porque presumo que em qualquer decisão de um autarca estará sempre presente a defesa do superior interesse do contribuinte.   

Mas, parece, a coisa não será bem assim. Contribuintes há muitos e interesses também. Beneficiários é que não serão tantos. Nem podiam ser. Senão o "bolo" não chegava para todos. Daí que a escolha de interesses e de beneficiários a financiar tenha de obedecer a critérios rigorosos. O primeiro dos quais – digo eu que não percebo nada disto – deve ser o do retorno. E não me admira nada que o dinheiro esturrado em televisões, clubes de futebol e outras "prestações de serviços" que tais dê origem a muito retorno. A quem é que não sabemos. Nem queremos saber. Tudo isto alegadamente, reitero. 

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