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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Poupança?! Eh pá, poupem-me...

por Kruzes Kanhoto, em 31.10.19

Acho piada aos argumentos usados para justificar os baixíssimos níveis de poupança dos portugueses. Baixos salários, instabilidade do emprego ou a fraca remuneração - inexistente, mesmo – do dinheiro depositado na banca tudo serve de justificação para o pagode esturrar todo o guito que lhe chega à algibeira.

Faz-me espécie, mas presumo que seja só a mim, que ninguém admita que a ausência de poupança constitua apenas uma opção. O pagode – na sua imensa maioria, pois existirão sempre particularidades diversas - gasta porque quer e pode. Não se trata de necessidade. Até porque, comparando com o início da década de setenta do século passado, poupa-se muito menos. E a mim – logo a mim - não existe alminha capaz de me convencer que nesses tempos os ordenados eram superiores e as condições de emprego eram melhores. As opções é que eram outras e, principalmente, o consumo e as prioridades é que nada tinham a ver com as de hoje.

Não me parece mal que o pessoal de hoje não poupe ou se afunde em dividas. Cada um é mal governado e caloteiro na medida do que melhor lhe aprouver. O que me aborrece mesmo é depois, quando a coisa aperta, ser eu a pagar. E a conta deste desvario colectivo, servida pelo Diabo ou por outra divindade maléfica qualquer, não tardará a chegar.

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Uma espécie de dica de poupança.

por Kruzes Kanhoto, em 11.02.17

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Sou, como já escrevi noutras ocasiões, um adepto entusiástico das energias alternativas. Por agora apenas manifesto umas quantas reservas em relação aos automóveis eléctricos. A autonomia, aquilo das baterias demorarem uma eternidade a carregar e, principalmente, o preço da sua substituição deixam-me bastante céptico. Nestes aspectos ou a investigação carrega no acelerador ou terá de aparecer um qualquer outro “combustível” alternativo.

Mas, escrevia, sou um adepto das novas formas de obter energia. Tanto assim é que, para além do aquecimento de água, também tenho no meu telhado um daqueles painéis para produção de energia. Coisa que, garantiam-me, não valia a pena. Demasiado tempo até recuperar o valor do investimento, constituía – e constitui ainda, para os detratores da ideia – o principal argumento. Não vejo a coisa por esse prisma. Prefiro olhar para os mais de dezasseis por cento de poupança obtida. Ou para o facto de o dinheiro despendido com a aquisição do equipamento, se depositado num banco, não ter, nem de perto, a mesma rentabilidade.

Claro que num dia como hoje, sem sol, aquilo não produz nada. Mas essa é a excepção. 


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Sugestão de investimento para quem votou na geringonça...

por Kruzes Kanhoto, em 14.11.16

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Ora aí está um produto financeiro que recomendo vivamente. Nomeadamente aos que apoiam a geringonça. Apresenta uma taxa de juro simpática, o tempo de “imobilização” do capital não é nada de por aí além e o valor mínimo a subscrever estará ao alcance de qualquer um daqueles funcionários públicos e aposentados que viram os seus rendimentos repostos.

E, depois, há ainda aquilo da renegociação da dívida. A acontecer – necessidade que os geringonços sustentam – nada será de preocupante. Nem, sequer, coisa que lhes cause indignação ou suscite aborrecimento. Pelo contrário. De certeza que até ficarão satisfeitos. Por isso, malta que apoia a geringonça, é investir, é investir!!!

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Poupanças

por Kruzes Kanhoto, em 01.10.15

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Não tenho grandes preocupações com o ambiente e detesto ambientalistas. Nomeadamente aqueles – quase todos – que insistem em considerar a preservação de uma rabaça ou de um carrapato mais importantes do que a melhoria da qualidade de vida de uma qualquer pessoa. Sou, no entanto, um entusiasta das energias alternativas. Deve ser por ter a mania de fazer contas. E por, ao contrário da generalidade dos portugueses, ter a minha carteira em elevada consideração.

A mais recente aquisição neste domínio, embora já com uns meses, foi um painel para produção de energia. O resultado da poupança energética pode facilmente ser apreciado no gráfico acima. Mais de vinte e dois por cento da energia consumida foi gratuita e, por dia, cerca de sete horas o consumo da energia fornecida pela rede é meramente residual. Mas, reitero, o ambiente foi a última causa que pesou na decisão de compra. Mas isso sou eu que, se calhar, faço mais pelo ambiente do que a maioria dos ambientalistas.

 

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