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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

O eleitor multiculturalista

por Kruzes Kanhoto, em 21.05.17

Ciclicamente há quem se lembre de sugerir que a autarquia cá do sitio - Estremoz, no caso -  deve construir casas para albergar os habitantes do resort. Não são, felizmente, muitos os defensores desta ideia. Se quisermos ter a certeza quanto ao seu número nem são necessárias grandes contas. Basta atentar nos resultados eleitorais das forças politicas que se têm candidatado a dirigir os destinos do município. Poucas terão proposto isso aos eleitores e quem o fez, se é que alguém se atreveu, teve o sucesso eleitoral que se conhece.

Confesso, no entanto, que começo a mudar de opinião acerca deste tema. Não me chocaria que, no âmbito de um projecto piloto qualquer, a autarquia realojasse alguns moradores do bairro de barracas. Só para ver como é que a coisa corria. O que não falta por aqui – tal como em todo o interior – são habitações devolutas. Mais que muitas. Daí que não existe necessidade nenhuma de edificar novas construções. Basta aproveitar o que há. Bem que a autarquia, aproveitando o bom momento financeiro que atravessa, podia adquirir umas quantas habitações e instalar lá parte daquela população. Perto, condição sine qua non, daqueles que entendem ser obrigação do município dar uma casinha a essa gente. Seria um projecto com sucesso garantido e capaz de suscitar a admiração por esse mundo fora. Nomeadamente ao nível de integração social e do multi-culturalismo.

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Tragam mais refugiadas, mas é....

por Kruzes Kanhoto, em 05.12.16

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Não sei do que se admiram. Nem do que estavam à espera. O gajo que violou a sem-abrigo fê-lo porque no seu país e para a sua cultura é uma coisa mais ou menos banal. Outros farão o mesmo. Tal como fazem noutros lados onde são recebidos muitos cavalheiros oriundos daquelas paragens, iguais aos que uns quantos benfazejos insistem em acarretar para cá.

Estas ocorrências significam, entre outras coisas, que o acolhimento a estes senhores não estará a ser o mais indicado. Existirão, presumo, muitas lacunas na integração destes amáveis cidadãos. Não basta dar-lhes alojamento, alimentação, roupas e dinheiro. Nem só disso vive o homem. Há que proporcionar-lhes, igualmente, uma vida sexual de acordo com as suas necessidades. E orientações, também. Embora, neste caso, há quem diga que preferem orientado para Meca.

Mas, é cá uma desconfiança minha, esta deve ter sido a primeira e última vez que ficámos a saber que um pacato refugiado cometeu uma atrocidade destas. Noutras ocasiões, que seguramente existirão, a referência à origem do valentão será omitida. Para não discriminar o homem, coitado. Bem basta a sua aflição.

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O multiculturalismo é uma cena bué da fixe...

por Kruzes Kanhoto, em 07.07.16

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- Imagem gamada de um site qualquer -   

 

Uma adoradora de refugiados terá confessado que mentiu, deliberadamente, à policia alemã acerca da nacionalidade de três criminosos que a terão violado quando trabalhava num centro de acolhimento. Preferiu dizer que eram alemães para, alega a criatura, não incitar o racismo.

Não será caso único, ao que parece. Mas nem é coisa que importe. Os indivíduos que vêm daqueles países esquisitos podem fazer o que quiserem por cá. É para se sentirem mais integrados. Criminosos são os que não gostam deles. Uns quantos parvos que não exultam por ver as suas nações invadidas por hordas de bárbaros e que não nutrem especial admiração pelas pessoas simpáticas e bondosas que insistem em impor o seu modo de vida na casa daqueles que os acolhem.

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Deve ser aquilo da beira da estrada e coiso...

por Kruzes Kanhoto, em 14.06.16

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A seletividade da indignação nacional é algo que me diverte. Não me consegue surpreender mas lá que diverte, isso diverte. O caso do atentado contra a discoteca gay, por exemplo. Se todos usaram o “je suis Charlie” em perfis de facebook, blogs, jornais e onde a imaginação permitiu por que raio não fazem agora o mesmo em solidariedade com as vitimas deste último ataque? Devem ter escolhido outra forma de se indignarem. Ou então há aqui qualquer coisa ligeiramente homofóbica...

Ainda no âmbito da ausência de indignação temos os conselhos do Costa. Nomeadamente aquele que sugere aos professores que agarrem a oportunidade de emigrar para França. Parece que, desta vez e ao contrário de quando foi o outro a apontar o mesmo caminho, ninguém se ralou com a sugestão. Ensurdecedor o silêncio do Nogueira, esganiçadas e geringonços em geral. Nada de mais ou que surpreenda ao nível da coerência.

Por fim a última ideia de um autarca. O de Londres, no caso. Que até foi eleito com os votos da esquerda, amedrontada com as ideias de um perigoso direitista. O homem pretende proibir as imagens de mulheres esbeltas, mais ou menos desnudadas, em cartazes publicitários. Argumenta a criatura que isso causará problemas de índole diversa às senhoras que jamais conseguirão atingir igual patamar de beleza. Pois. Deve ser por isso, deve. Presumo que o facto do homem ser muçulmano seja alheio à decisão. Nada que aborreça os indignados profissionais. Ou, então, não querem dar parte de fraco das suas convicções multiculturalistas.

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E se fosse consigo?

por Kruzes Kanhoto, em 20.04.16

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(Fonte: Alerta Digital) 

 

A Europa e os europeus estão cada vez mais multiculturalistas. Ou, para bem-parecer, fazem-se disso e aceitam usos e costumes há muito, felizmente, erradicados do nosso continente. Daqueles que até um dia destes nos repugnariam e que não hesitaríamos em considerar criminosos. Tudo graças à vontade de acolher outros povos e, sobretudo, de lhes agradar.

Apesar de tudo ainda há, por enquanto, um ou outro cidadão – provavelmente perigosos extremistas de direita – que não perderam a capacidade de se indignar com o constante ataque aos princípios civilizacionais mais básicos. Como, no caso, um finlandês que resolveu alertar os pais de algumas meninas naturais daquele país, com cerca de dez ou doze anos de idade, para o facto destas aparecerem em fotografias publicadas nas redes sociais acompanhadas de imigrantes muçulmanos adultos. Pior ainda. As ditas fotos seriam acompanhadas de legendas como "linda", "o meu bebé", "amo-te" e outras igualmente sugestivas. Nada que preocupe os progenitores das crianças, ao que parece. Pelo contrário. É normal, dizem. “Ensinamos aos nossos filhos a aceitar a diferença e a multiculturalidade”, reforçam. Pois.

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Comissão de boas-vindas

por Kruzes Kanhoto, em 24.11.15

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Apenas agora, perante as evidências, é que alguns – muitos ainda nem assim - começam a despertar para o perigo de islamização da Europa. Receio que seja demasiado tarde. Aquilo a que uns quantos idiotas chamam multiculturalismo é apenas o principio do fim da civilização tal como a conhecemos. De pouco servirá levantar barreiras, fechar fronteiras ou jogar toneladas de bombas em cima deles. Eles estão cá dentro. No meio de nós. A impor os seus valores. Se é que podemos chamar valores àquilo.

Quiçá a nossa última esperança esteja no porco. Não no indicado, mas no outro. No verdadeiro. Diz que àquela malta lhes dá azar.

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