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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Agricultura da crise

Kruzes Kanhoto, 18.04.23

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1 – Obviamente que ninguém – excepto o governo, eventualmente – estará à espera que a entrada em vigor do “Iva zero” faça baixar o preço seja do que for. Já lá para Novembro, quando esta suspensão acabar, poucos duvidarão que todos estes quarenta e seis produtos verão o seu preço crescer seis por cento. Na falta de melhor, chamar a isto especulação parece-me adequado.

2 – Por falar em especulação, especuladores e manigâncias diversas ocorreu-me o mercado de sábado cá da terra. Deve ser por tudo isso que, nos tempos que correm, as bancas de vendas de plantas hortícolas (daquelas para plantação) são as mais concorridas. Não é que não especulem, mas assim como assim não somos todos os sábados vitimas da inflação. Nem da ganância.

3 – É por estas e por outras que a agricultura da crise constitui uma actividade cada vez mais relevante. Pelo menos enquanto não aparecer uma qualquer Susana Peralta desta vida a exigir a aplicação do IVA ao auto consumo no âmbito horticultura. Ou a inventar um imposto patético que vise corrigir a “lotaria do quintal”...

É uma vergonha!!!!

Kruzes Kanhoto, 30.03.23

1 – Já dizia o outro que há quem use a palavra vergonha com demasiada frequência. Um gajo condenado por bater na mulher e acusado por vários outros crimes de diversa natureza, vir falar de vergonha por causa de umas cenas relacionadas com o pontapé na bola, nem um única vez devia usar tal palavra. Excepto, talvez, quando se vê ao espelho.

2 – Têm repetido até à exaustão que o afegão que provocou o terror em Lisboa não é terrorista. Já me convenceram. Estou, também, quase a acreditar que o senhor é um desgraçadinho relativamente ao qual devemos ter toda a compreensão, dado o seu infeliz percurso de vida. Quanto às vitimas ainda não perdi as esperança de ouvir alguém garantir que estavam mesmo a pedi-las. Não deve tardar.

3 – Começaram as fotografias às facturas dos supermercados. O que é bom para que possamos comparar os preços antes e após a entrada em vigor do “Iva zero”. Aguardo com expectativa imagens de facturas dos mercados tradicionais. Atendendo a que o número destes mercados é muito superior ao das grandes superfícies o numero de fotos será, seguramente, muito maior.