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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Tatuagem islamofóbica. Seja lá isso o que for.

por Kruzes Kanhoto, em 07.01.17

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Não gosto de tatuagens. Nem percebo as motivações que levam alguém a tatuar-se. Verdade que não me esforço por entender. A bem dizer pouco me importa. Excepto naqueles casos em que aparece um gajo – ou uma gaja, tanto faz – todo indignado a protestar contra qualquer coisa a que se julga com direito e que, segundo a criatura, o Estado devia providenciar em seu beneficio. Um dia destes – e já não é a primeira vez – reclamava um individuo da falta de dentistas no Centro de Saúde. Uma vergonha, garantia. Isto enquanto exibia um “faqueiro” completamente “enferrujado”. Vá lá que não protestou contra a inexistência de dermatologistas. Não vá precisar de remover algumas tatuagens. Que isto cada um tatua-se a seu livre prazer, não precisa é de aborrecer os outros com conversa fiada acerca da falta de dinheiro para arranjar os dentes.

PS - Reitero o meu desprezo pelas tatuagens. Mas, depois de encontrar a imagem acima, admito que vou passar a tolerar algumas. As que são por uma boa causa, nomeadamente.

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Benficofobia

por Kruzes Kanhoto, em 28.07.16

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Concordo que é preciso combater a homofobia. E a xenofobia. Bem como, muito importante, a islamofobia. Não esquecendo a Benficofobia que, assim de repente, é a que mais me preocupa. Podia mencionar mais umas quantas fobias que, admito, merecem ser combatidas. Mas não me apetece. Concordo eu e concorda toda agente. Só não sei é que espécie de combate se deve travar. Nem que armas usar. Centremo-nos, só a titulo de exemplo, na Benficofobia. Fazemos o quê? Matamos o Bruno?! É capaz de ser demasiado radical. Ou dizemos-lhe simplesmente: “Oh senhor Bruno, o senhor é manifestamente deselegante com os benfiquistas. Estas tiradas revelam uma personalidade perturbada e com uma preocupante intolerância ao outro. Ao benfiquista.” Se calhar não resulta. E aquilo do outro parvo na TV da agremiação lagarta?! Rebentamos-lhes com a pocilga de onde fazem a emissão, assim tipo PREC no Verão quente de 1975? É melhor não. Provavelmente a opção mais ajuizada é não lhes ligar. É deixá-los falar. Deve ser o que os especialistas em fobias, desses que pululam na comunicação social, recomendariam nisto da Benficofobia. Então, se mal pergunto, por que raio não aplicam esse principio às outras?!

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