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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

É o que dá terem esgotado as causas fracturantes...

Kruzes Kanhoto, 23.08.17

Há duas espécies de opinião. A pública e a publicada. A segunda parece um hospício. Daqueles do piorio. Estão lá reunidos os mais malucos de entre os destrambelhados. São uma minoria a quem, fora do circulo restrito das redes sociais e do governo, ninguém liga. Mas, infelizmente para todos, são esses loucos que ditam a agenda política, que têm o poder de ir alterando a legislação, de impôr novos costumes, determinando novas regras e, em suma, ir destruindo o modo de vida que nos trouxe até aqui.

Quanto à primeira, a opinião pública, por enquanto vai-se rindo e gozando com a segunda. Tem-se, até agora, limitado a chamar nomes – cada um melhor do que o outro, diga-se – aos doentes mentais que estão a escavacar as bases da nossa sociedade. Sou adepto do escárnio e da zombaria aplicada a essa malta e tenho por eles um profundo desprezo. Sentimento que, não duvido, é comum à imensa maioria dos portugueses, dos europeus e dos ocidentais. Mas, receio, já não chega. Eles não se importam de serem gozados. Há que, em relação a essa gente, passar a outro patamar. Seja ele qual for.

A ironia da coisa é que isto a médio prazo resolve-se. Umas, poucas, dezenas de anos. Quando muito. O processo de islamização tratará de acalmar todas essas minorias modernaças que por aí andam e de lhes explicar, entre muitas outras coisas, as diferenças entre meninos e meninas. E a história recente diz-nos que não será com bons modos.

 

Mais uns que não representam o islão...

Kruzes Kanhoto, 17.08.17

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Desconfio que por esta hora as redes sociais já estejam repletas de bandeirinhas de Espanha. Quiçá, até, da Catalunha para os mais modernaços. Frases tipo “orai por Barcelona” ou outras igualmente parvas também não deverão escassear, a servir de enfeite a muitos perfis. E flores? Ou muito me equivoco ou esta noite será de azáfama para as floristas da cidade Condal. Idiotas a espalha-las pelas ramblas devem ser mais que muitos. Para os vendedores de velas o dia, quase de certeza, deve igualmente ser bom. A malta gosta de acender coisas dessas sempre que acontecem azares. O que, como se sabe, desincentiva fortemente quem está a pensar em fazer tropelias. Nada de novo, portanto.

Do mal o menos que foram apenas uns simpáticos maluquinhos a atropelar umas dezenas de pessoas. Que, bem vistas as coisas, nem tinham nada que andar a li a chatear em vez de andarem no Mediterrâneo a servir de taxistas. Mau, mas mesmo muito mau, seria um ataque desses malvados dos "islamofóbicos". Isso é que era terrível, dramático e capaz de colocar em causa paz interestelar. A propósito, alguém me informa quantos islâmicos é que esses patifes que padecem de "islamofobia" já mataram?

Comissão de boas-vindas

Kruzes Kanhoto, 24.11.15

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Apenas agora, perante as evidências, é que alguns – muitos ainda nem assim - começam a despertar para o perigo de islamização da Europa. Receio que seja demasiado tarde. Aquilo a que uns quantos idiotas chamam multiculturalismo é apenas o principio do fim da civilização tal como a conhecemos. De pouco servirá levantar barreiras, fechar fronteiras ou jogar toneladas de bombas em cima deles. Eles estão cá dentro. No meio de nós. A impor os seus valores. Se é que podemos chamar valores àquilo.

Quiçá a nossa última esperança esteja no porco. Não no indicado, mas no outro. No verdadeiro. Diz que àquela malta lhes dá azar.