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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Javardice global

por Kruzes Kanhoto, em 28.09.19

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Activista da luta contra a merda de cão, eu? É pá, não me desgracem. Não me apetece mesmo nada ir a Nova York aturar o Guterres.

 

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Ganhou aquilo da ONU?! Ainda bem para ele.

por Kruzes Kanhoto, em 07.10.16

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Anda por aí tudo entusiasmado por o próximo secretário-geral das Nações Unidas ser um português. Assim de repente não estou a ver motivo para tanta animação. Já tivemos outro a mandar – se é que mandava alguma coisa – na Comissão Europeia e nada alterou a vida dos portugueses. Tanto faz estar lá ele como um chinês ou um cubano. É indiferente. A menos que estejamos já com ideias, à boa maneira tuga, de começar a meter umas cunhas. Feitos interesseiros. Assim mais ou menos como aquela velhinha que, aproveitando a presença de um político qualquer em campanha eleitoral, lhe dizia após o beijo da praxe, “veja lá o que pode fazer por mim...”. Mesmo estando já entrevada e entregue aos cuidados de um lar de idosos. Deve ser mais ou menos isso que suscita tanto entusiasmo.

Por mim só espero que seja melhor secretário-geral do que foi primeiro-ministro. Não há-de ser difícil.

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Merkel má! Não gostamos de ti...outra vez!

por Kruzes Kanhoto, em 13.09.16

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Curiosa, ou talvez nem tanto, a maneira como a comunicação social portuguesa lida com Guterres e Barroso. Quanto ao primeiro, as mais recentes iniciativas de Merkel, no sentido de apoiar outra candidatura à ONU, são vistas como uma “desfeita” em relação a Portugal. Já a retirada dos privilégios de ex-presidente da comissão europeia ao segundo, quando de uma eventual visita àquela instituição, é vista como uma coisa muito bem feita.

Quanto a mim não gosto de nenhum e é-me perfeitamente indiferente o futuro político de cada um deles, desde que não passe pelo exercício de qualquer cargo em Portugal. O país seria, de certeza, um lugar muito melhor se nenhum deles tivesse ocupado funções governativas. Mas isso pouco importa para os nossos médias. A agenda ideológica tolda o raciocínio a quem tem obrigação de ser imparcial ou, não o querendo ser, não tentar parece-lo. Podiam, até, dizer ou escrever exactamente a mesma coisa, avisavam-nos é que aquilo não passava da sua opinião. Respeitável, com certeza, mas apenas isso.

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A culpa (também) é do PREC!

por Kruzes Kanhoto, em 14.03.15

 

Há quem goste de culpar o Cavaco por tudo e mais um par de botas. Nomeadamente os que não reconhecem a responsabilidade dos governos socialistas por este triste estado de coisas. Para esses tristes quem rebentou o país não foram nem o Sócrates nem o Guterres mas sim Cavaco Silva que, dizem, terá destruído a agricultura, a pesca, a indústria e mais umas quantas cenas que, dependendo do que fumaram antes, na ocasião lhes ocorram.

Não gosto do Cavaco e odeio as politicas socialistas. Mas estes três estarolas, por mais trágica que se tenha revelado a sua governação, não passam de meninos de coro quando comparados com a tragédia provocada pelo Partido Comunista e seus sequazes durante o chamado PREC. Um processo criminoso contra a economia do país, que teve inicio em onze de Março de 1975 e acabou em 25 de Novembro do mesmo ano, cujas sequelas chegam até hoje. Disso, curiosamente, ninguém fala. Deve ser falta de memória. Ou ignorância.

 

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