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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Reconquista da Europa e outras ameaças

por Kruzes Kanhoto, em 30.03.18

Quando os gajos a quem pagamos para tratar da nossa segurança acham que a maior ameaça que nos pode afectar são os grupos que se propõem lutar pela reconquista da Europa pelos europeus, está tudo dito. Vá lá, ao menos isso, reconhecem que a Europa já foi conquistada. Coisa que, parece, não constitui qualquer problema. A chatice é os europeus que não simpatizam com a ideia. É realmente uma parvoíce, que nos coloca a todos em perigo, essa mania de achar que devemos reconquistar o que nos foi roubado. Ou que a intelectualidade pretensamente bem pensante e apaneleirada entregou de mão beijada, melhor dizendo.

Por falar em gente parva. Consta que os deputados vão aprovar uma aberração legislativa a que chamam “lei da identidade de género”, ou lá o que é. Diz que se um matulão qualquer insistir em ser tratado por Miquelina, mesmo que toda a gente saiba que é o Bonifácio, quem o contrariar está lixado.

E pronto, continuem lá a culpar o FaceCoiso pela eleição do Trump, admirem-se que o Putin ganhe com maiorias esmagadoras e horrorizem-se por a extrema-direita crescer a cada eleição em quase todos os países da Europa. O pior cego todos sabemos quem é…

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Autarca femitonto

por Kruzes Kanhoto, em 07.03.16

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As chamadas questões do género estão cada vez mais na ordem do dia. E são, também, cada vez mais parvas. Assiste-se a uma espécie de competição no sentido de apurar quem é mais idiota relativamente a esta temática. Agora é o ayuntamiento –  Câmara Municipal em castelhano - de Valência que, parece, quer substituir os semáforos para peões lá da terra. Não que os existentes estejam estragados, sejam feios, ou consumam muita energia. Quer, isso sim, substitui-los por semáforos paritários. Ou seja, em vez do tradicional boneco em figura de homem, vão passar a surgir dois bonecos. Um homem e uma mulher...de saia.

Escusado será dizer que acho mal. Logo pela saia. Está, se ainda percebo alguma coisa disto, a representar a mulher usando um conceito marcadamente sexista. O uso da saia. Se calhar, digo eu que não sou de intrigas mas que gosto de exercer o meu direito a desconfiar daquilo que me apetecer, o objectivo será outro. Causar polémica, apenas. E, enquanto os pacóvios se entretêm a discutir a bondade ou a idiotice da medida, poucos se lembrarão de questionar quanto é que a criatura ganha com o negócio.

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Deve ser coisa dos "antes pelo contrário"...

por Kruzes Kanhoto, em 03.03.16

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Receio não estar a perceber o sentido daquela coisa dos brinquedos do MacDonald's. Muito menos ainda onde é que está isso da discriminação do género. Deve ser mais uma idiotice da ditadura do politicamente correcto que rege a sociedade ocidental. Uma ideia parva que uma criatura qualquer, convencida da sua genialidade, discorreu entre um e outro charro. Ou após uma enrrabaleda mais dolorosa, quiçá.

Interrogo-me quanto ao próximo passo destas alimárias. Acabar com a definição do sexo – do género, como agora dizem – logo à nascença deve ser a aberracção seguinte. Ir à Conservatória fazer um registo e determinar logo ali que a criança, acabadinha de nascer, é rapaz ou rapariga deve ser coisa para ter os dias contados. Num futuro não muito distante isso será assunto para decidir mais tarde. Pelo próprio, que ninguém tem nada de escolher por ele. Ou por ela. Ou...enfim, seja lá pelo que fôr!

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