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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Reconquista da Europa e outras ameaças

por Kruzes Kanhoto, em 30.03.18

Quando os gajos a quem pagamos para tratar da nossa segurança acham que a maior ameaça que nos pode afectar são os grupos que se propõem lutar pela reconquista da Europa pelos europeus, está tudo dito. Vá lá, ao menos isso, reconhecem que a Europa já foi conquistada. Coisa que, parece, não constitui qualquer problema. A chatice é os europeus que não simpatizam com a ideia. É realmente uma parvoíce, que nos coloca a todos em perigo, essa mania de achar que devemos reconquistar o que nos foi roubado. Ou que a intelectualidade pretensamente bem pensante e apaneleirada entregou de mão beijada, melhor dizendo.

Por falar em gente parva. Consta que os deputados vão aprovar uma aberração legislativa a que chamam “lei da identidade de género”, ou lá o que é. Diz que se um matulão qualquer insistir em ser tratado por Miquelina, mesmo que toda a gente saiba que é o Bonifácio, quem o contrariar está lixado.

E pronto, continuem lá a culpar o FaceCoiso pela eleição do Trump, admirem-se que o Putin ganhe com maiorias esmagadoras e horrorizem-se por a extrema-direita crescer a cada eleição em quase todos os países da Europa. O pior cego todos sabemos quem é…

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Não é o dinheiro da Europa. É o nosso dinheiro, porra!

por Kruzes Kanhoto, em 13.02.18

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Não existe político que não se babe por fundos comunitários. Alguns até parece que é só para isso que vivem. Como se o resto não importasse, a existência de vida na Terra dependesse dos dinheiros comunitários e, sem eles, vivêssemos no caos. Infelizmente seguidores destas ideias malucas não faltam. Destas e de outras, diga-se. Deve ser por isso que a sugestão do Costa de criar três novos impostos, destinados a financiar o orçamento europeu, tem merecido tanto aplauso. Inevitável, dizem, se quisermos continuar a ter acesso ao benditos fundos comunitários. Se percebi bem a coisa vamos pagar mais impostos para podermos continuar a fazer, na maioria das circunstâncias, obras que apenas conseguiremos manter a funcionar se, para isso, pagarmos ainda mais impostos.

Claro que agora nos é garantido que os impostos a criar serão sobre transações financeiras e outras coisas que, acreditamos, não nos atingem. Pois, deve ser deve. Nisso acredite quem quiser. No “fim do dia” veremos quem é que paga a conta.

Obviamente nada me move contra os fundos estruturais da União Europeia. Foram e continuam a ser determinantes para a construção de infraestruturas que, de outra forma, dificilmente teríamos ao nosso dispor. Mas, assim por alto, se calhar metade do que se gastou à conta deles foi desnecessário, é em parte a causa do desequilíbrio orçamental em que temos vivido e, sobretudo, contribuíram para encher os bolsos a muita gente. Desconfio, mas sou só eu a divagar, deve ser por isso que tantos correm atrás deles.

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E uma manifestação contra a burka? Ou uma carta, vá...

por Kruzes Kanhoto, em 02.02.17

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Como sempre acontece de cada vez que é anunciada, num país ocidental, a proibição do uso de burka – ou outro adereço ridículo qualquer que apenas deixe os olhos de fora às mulheres que o vistam – levantam-se umas quantas vozes ofendidas com a falta de respeito pelas tradições das criaturas. Não percebo a condescendência. Nomeadamente quando não é reciproca.

Compreende-se que os imigrantes oriundos desses países forcem as respectivas esposas a usar aquele traje repugnante. Ou, pelo menos, que não as incentivem a deixar de usá-lo. Isto porque, ao que é confessado pela esmagadora maioria dos invasores que demandam a Europa, as mulheres são um dos principais motivos porque vêm para cá. Ora, sabendo das intenções dos seu patrícios, é natural que queiram esconder as deles.

Apesar disso é intolerável que gente disfarçada de sacos de batatas circule nas nossas cidades. Nisto faço minhas as palavras do xeique Munir, chefe dos muçulmanos portugueses, relativamente aos seus irmãos de fé que habitam na Europa. Se não gostam vão-se embora.

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Ainda se pode criticar a Merkel ou isso agora é coisa de perigoso porco-fascista?!

por Kruzes Kanhoto, em 11.05.16

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Valem o que valem, as sondagens. É, pelo menos, o que se costuma garantir relativamente a todas elas e às indicações que transmitem. A de hoje, aquela segundo a qual os portugueses dão nota negativa à maneira como os países europeus estão a reagir à entrada massiva de invasores refugiados, não fugirá à norma. Vale o que vale. Mas, é por demais evidente, a Europa está mesmo a reagir muito mal. Excepto, talvez, a Polónia e a Hungria que parecem ser os únicos a saber dizer não a Ângela Merkel. Atitude que, recorde-se, até há pouco tempo atrás constituía uma exigência de vastos sectores da opinião publica - e publicada - europeia relativamente aos seus lideres.

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Censura politicamente correcta

por Kruzes Kanhoto, em 07.01.16

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Apenas uma semana depois as primeiras noticias da barbárie, praticada por milhares de árabes e africanos em diversas cidades europeias, começam a chegar à comunicação social. Estranha esta demora. Ou talvez não. Se vivemos na era da comunicação instantânea, vivemos igualmente um tempo de feroz censura a tudo o que divirja do pensamento único que a intelectualidade bacoca pretende impor. Uma censura que faz parecer uns meninos de coro a rapaziada da nossa “comissão de exame prévio” de tão má memória.

Entretanto a esquerdalha, os amiguinhos dos refugiados e outros apreciadores do multiculturalismo já começaram a desculpabilizar os agressores. Coitadinhos. O seu comportamento deve ser algo a que os europeus se terão de habituar. E sugerem, para minimizar a coisa, que as mulheres devem vestir-se mais recatadamente e manterem alguma distância desses cavalheiros. Daqui até sugerirem que fiquem em casa e usem véu quando saírem à rua não deve faltar muito.

A preocupação reinante não é com as vitimas. Nem, sequer, evitar novos ataques em massa como os verificados na noite de fim de ano. É, antes, que alastre entre a população europeia uma onda de xenofobia. Estamos, portanto, conversados acerca daquilo que será o futuro da Europa e das preocupações dos governos e das elites que controlam os diversos poderes.

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Comissão de boas-vindas

por Kruzes Kanhoto, em 24.11.15

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Apenas agora, perante as evidências, é que alguns – muitos ainda nem assim - começam a despertar para o perigo de islamização da Europa. Receio que seja demasiado tarde. Aquilo a que uns quantos idiotas chamam multiculturalismo é apenas o principio do fim da civilização tal como a conhecemos. De pouco servirá levantar barreiras, fechar fronteiras ou jogar toneladas de bombas em cima deles. Eles estão cá dentro. No meio de nós. A impor os seus valores. Se é que podemos chamar valores àquilo.

Quiçá a nossa última esperança esteja no porco. Não no indicado, mas no outro. No verdadeiro. Diz que àquela malta lhes dá azar.

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O futuro um dia destes

por Kruzes Kanhoto, em 10.09.15

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Chocantes as imagens de milhares de alegados refugiados a tentarem chegar aos países ricos do norte da Europa. Quase todos desesperados e sem documentos de identificação que, parece, têm muita tendência a cair ao mar. Ao contrário dos modernos telemóveis que ostentam, que ou são à prova de àgua ou possuem bóia incorporada.

Chocam-me essas imagens porque vejo nelas o futuro. O futuro da próxima geração de europeus a fugir, sabe-se lá para onde, dos filhos daqueles que agora generosamente acolhemos e que, num espaço temporal que dificilmente ultrapassará as escassas dezenas de anos, tratarão de nos expulsar das nossas casas, das nossas terras e dos nossos países. Por sorte Covadonga é já ali...



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