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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Não queriam o Ventura?! Tivessem ido votar...noutro!

por Kruzes Kanhoto, em 09.10.19

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Anda por aí muita gente em alvoroço por causa do “Chega” ter entrado no parlamento. Como se aquilo fosse, até agora, um lugar bem frequentado. Ou, de ora em diante, não existisse por lá outra mistela igualmente repulsiva. É que ninguém, minimamente ajuizado e que pretenda ser intelectualmente sério, pode colocar os deputados do PAN, BE, PCP ou aquela lady gaga do Livre num patamar diferente do André Ventura. Para não falar de outros que por lá se pavoneiam.

Depois há também os que se horrorizam com os resultados obtidos pelo “Chega” aqui no Alentejo. Em Estremoz, por exemplo, teve 3,32%. Mas se olharmos para a única freguesia urbana do concelho e onde estão mais de 60% dos eleitores, o resultado vai aos 4,01%. E o que tem a cidade que as freguesias rurais não têm? Ciganos, claro. Tal como acontece em Alvito, Moura, Elvas e Monforte. Ciganos que, na sua esmagadora maioria, não votam. Mas o melhor é nem falar nesses abstencionistas. Criticá-los por não cumprirem esse dever ainda é capaz de ser considerado racismo, xenofobia ou isso.

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Bloco à esquerda...de quem sai!

por Kruzes Kanhoto, em 02.10.19

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Cá pela terrinha a campanha vai morna. Quase não se dá por ela. Por razões que agora não vêm ao caso, mas sobre as quais um dia destes sou capaz de começar a dissertar, a representação partidária a nível local foi praticamente varrida para debaixo do tapete. Ou para outros sítios ainda menos dignos. Daí que não haja quem agite a coisa. Digamos que, nisto das eleições, a remoção deste cartaz e a sua colocação onde agora se encontra constitui a alegoria quase perfeita. Merecida, também. 

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Bitaites

por Kruzes Kanhoto, em 14.08.19

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Depois do arranjo – que está excelente, não é de mais salientar - das portas e muralha contigua, ficou este espaço. Assim, deserto, sem aparente utilidade. Certamente não vai ficar como está. Deixá-lo para todo o sempre neste estado não lembraria ao mais nabo projectista. Desconheço que ideias, projectos ou simples bitaites existirão para compor o cenário mas, estou em crer, alguma coisa se há-de arranjar.

Por mim fazia dali um parque canino. Com locais próprios para a canzoada cagar, mijar, brincar e interagir com os tutores. Como se diz agora. Os anjinhos – ou patudinhos mai’lindos - de quatro patas agradeciam. Até porque, com parque ou sem ele, enquanto aquilo estiver assim só vai servir de cagadouro de cães e para despejar lixo.

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Descuidos...

por Kruzes Kanhoto, em 12.08.19

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O que tem a árvore em primeiro plano de diferente das restantes que se encontram mais em fundo na fotografia? Nada, aparentemente. Até são, acho eu, todas da mesma raça. Ou espécie, vai tudo dar ao mesmo. Mas espécie é o que pode fazer a quem passe apenas ocasionalmente nesta rua o facto de todas estarem devidamente tratadas à excepção da primeira. A explicação é simples. As outras são cuidadas. Pelos moradores.

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Tá bonito...mas e a ecologia, camaradas vizinhos?

por Kruzes Kanhoto, em 09.08.19

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Pronto. Concedo. Está ali uma coisa catita. Jeitosa, até. Tipo é pá e tal, sim senhor. Mesmo que a tinta do tecto já esteja a cair. Mas, ainda assim, continuo na minha. Não deviam passar ali automóveis. Ou, quando muito, apenas a certas horas. Eu e o restante pagode que mora aqui para este lado da cidade, que tratássemos mas é de andar a pé. Alguns - e algumas, que eu não sou de discriminações - bem precisam, diga-se.

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Escolhidos a dedo. Do meio.

por Kruzes Kanhoto, em 28.07.19

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Para o governo, qualquer que ele seja, o país resume-se a Lisboa e Porto. Quando muito, com um pouco de boa vontade e após uns quantos protestos, a fronteira alarga-se até aos cinquenta quilómetros contados a partir da linha de costa. O resto que se lixe. Não tem eleitores, logo não importa. O desprezo atingiu o ponto máximo do descaramento quando, na anterior greve dos camionistas do Pardal, os serviços mínimos se resumiam às duas maiores cidades. Os restantes portugueses que se desenrascassem.

Para próxima, que será já um dia destes, a coisa está a ser melhor acautelada. Presumo, até, que a escolha dos postos de abastecimento tenha sido feita de acordo com rigorosos estudos científicos. Ou, assim numa de grande maluqueira, pelas vendas dos ditos. Quiçá, talvez não fosse totalmente despropositado, pela localização estratégica. Às tantas foi tudo isso em simultâneo e eu é que não estou a alcançar a genialidade das escolhas. É que já nem ligo a não haver nenhum em Estremoz. Mas dois em Elvas, o Pingo Doce de Borba e um mesmo junto à fronteira do Caia?! Isto nem com um desenho lá vai...

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Necessidades urgentes e inadiáveis

por Kruzes Kanhoto, em 03.07.19

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Há certas coisas que não escolhem hora nem lugar para acontecer. A vontade de cagar é uma delas. A este gaiato a necessidade de arrear o calhau chegou-lhe à porta da câmara, bem no centro da cidade e num horário em que o local é bastante frequentado. Vai daí tratou de evacuar logo ali, perante o olhar complacente da progenitora.

Do catraio, a quem provavelmente ninguém transmite valores, pouco haverá a dizer. Tanto caga ali como numa piscina, se o deixarem para lá ir. Se fosse maior, ainda podia fazer a piadola de que estaria a cagar para o poder local. Assim nem isso.

Já a senhora disfarçada de saco do lixo é merecedora de vários reparos. Não tanto por não impedir a cagada do fedelho, que isso podia causar-lhe cólicas ou assim. Nem por não ter feito nenhum esforço por o arrastar até ao wc mais próximo. Se calhar não dava tempo. Reprovável mesmo é não ter feito uso do saquinho para recolher os dejectos.

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Vão "mazé" a pé! (2)

por Kruzes Kanhoto, em 29.06.19

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O anúncio de novo encerramento ao trânsito das “portas dos currais” – apesar de apenas por dois dias e, mesmo assim, só durante meia dúzia de horas em cada dia – já provocou, mais uma vez, umas quantas reações de desagrado a algumas criaturas que têm as cruzar diariamente. Embora, como é óbvio, o possam continuar a fazer usando outros meios. A pé, nomeadamente. Uns chatos, estes gajos. E gajas, também. Que isto no âmbito do aborrecimento não quero cá discriminações.

Reitero o que escrevi noutras ocasiões e manifestei noutros areópagos. Não estou a ver qual é o drama. Muito menos a tragédia. Vão a pé. Por mim aquilo estava sempre encerrado a automóveis e apenas transitavam peões, ciclistas e, vá, gente a cavalo ou de burro. As centenas de milhares de euros que ali se gastaram, para além da conservação, também deviam servir para dar outra dignidade à edificação. Mas isso, se calhar, era pedir demais. Afinal estamos em Estremoz...

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Os outros que salvem o planeta...

por Kruzes Kanhoto, em 11.06.19

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Alguns meses e umas centenas de milhares de euros depois, a recuperação das “Portas dos Currais” está mais ou menos concluída. O monumento estava em avançado estado de degradação e, também por isso, cada cêntimo aplicado valeu a pena. De lamentar – eu, pelo menos, lamento – é que os carros continuem a passar por ali. Serei, se calhar, o único a achar que apenas peões e veículos sem motor o deviam fazer. Logo eu. Um gajo que não liga nada a essa cena do ambiente e nem aprecio aquele desporto tão popular que consiste em caminhar sem destino, que nem um tresloucado, só porque, dizem, faz bem à saúde e a mais não sei quantas coisas. Mas ainda bem que sou só eu a ter estas ideias. Felizmente os meus conterrâneos - e em particular os que moram deste lado da cidade – cá estão para lutar pelo planeta e, nomeadamente, por uma cidade sem poluição. De preferência ao volante dos seus popós.

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Alentejo? São só oito deputados...

por Kruzes Kanhoto, em 08.06.19

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Está em apreciação na Assembleia da República uma petição, apresentada pela “Plataforma Alentejo”, em que é apresentado um conjunto de prioridades para o desenvolvimento sustentável da região. Constitui um trabalho sério, com propostas razoáveis e que – não duvido – não fosse todo o imenso Alentejo contribuir apenas com oito deputados, reuniria o consenso de todos os partidos e mereceria a aprovação por unanimidade e aclamação.

Nisto da petição, subscrita por umas quantas dezenas de personalidades alentejanas, há dois aspectos que me surpreendem. Apesar de poucochinho, reconheço. Um deles é a proposta de ligação da A6, em Estremoz, à A23, no nó de Niza. Algo que face aos interesses instalados e ao desinteresse dos autarcas locais – a sugestão da variante a nascente da cidade é risível e para lá de parva – julgava esquecido. E o segundo é a ausência, entre os peticionários, de personalidades estremocenses. Das duas uma. Ou não li com suficiente atenção ou por cá não existem personalidades. Vou pela segunda.

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Efeitos da seca e disso...

por Kruzes Kanhoto, em 23.04.19

 

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(Estremoz - castelo)

Em tempos terá sido um fontanário. Hoje, ao certo, não se sabe o que será. Nem, a bem dizer, o que está ali a fazer. Acho piada é que lhe tenham cortado as bicas – a do outro lado teve igual sorte - e deixado o resto. Um acto de vandalismo, certamente. Ou apenas alguém que o quis “calar” para sempre. Mas fracassou, se era essa a intenção. É que ele assim “fala” muito mais...

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Investidores?! Viste-os...

por Kruzes Kanhoto, em 12.04.19

Sou daqueles, reconheço, que levo o tempo a queixar-me que ninguém investe no interior. Nomeadamente na minha terra. Nem chineses, árabes ou angolanos aqui investem um ou dois dos seus muitos milhões. O único que parece disposto a investir umas massas é um tal de Bernardo, ou lá o que é. São museus atrás de museus e mais umas quantas cenas relacionadas com vinhas e pedras pintadas. Ainda bem. Por mais que, na opinião de muitos, o investidor em causa não seja propriamente o sujeito mais recomendável quando se trata de investimentos, financiamentos e matérias relacionadas.

Não conheço o homem de lado nenhum e desconheço se tem ou não guito para tudo o que se anuncia. Vi-o apenas em duas ou três ocasiões e, mesmo sem fazer qualquer juízo de valor acerca da criatura, fiquei com a certeza que não era cavalheiro a quem comprasse um carro em segunda mão. Até porque ele não é vendedor de automóveis e eu não compro carros usados. E também não será por o senhor andar permanentemente do topo da agenda mediática, por assuntos ligeiramente aborrecidos, que deixará de gozar da presunção de que é um gajo às direitas. Mas lá que é estranho essa coisa do investimento cá na terra, lá isso é. Logo ele. E logo cá.

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Socializar o passe

por Kruzes Kanhoto, em 10.04.19

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Gosto desta cena dos passes sociais. É uma grande ideia. Tão boa, mas mesmo tão boa, que todos a reclamam como sua. De facto começar o dia na Ericeira a comer "ouriços" ao pequeno almoço, almoçar chocos fritos em Setúbal e contemplar o pôr do sol em Cascais, enquanto saboreia um gelado, está agora ao alcance de todos. Basta, para tanto, residir na zona da chamada grande Lisboa e pagar quarenta euros por mês por um título de transporte que dá acesso a estas passeatas. O mesmo – ou parecido, vá - para os eleitores residentes no grande Porto.

Já para o resto do país o cenário não será tão idílico. Os putativos progenitores de tão excelsa medida – desde a múmia Jerónimo ao seboso Costa, passando pela Catarina dos olhos de boga – desdobraram-se em explicações acerca das praticamente inexistentes diferenças de tratamento em relação ao resto do país. Sim, diferenças, que discriminação está reservado para quando os intervenientes são outros. Mas, mesmo diferente, vai ser uma coisa boa, como trataram de nos sossegar.

Por acaso também acho que, no caso da “CIM” a que pertenço, será uma cena fantástica. Razoavelmente boa, pelo menos. De Estremoz a Évora - e regresso, claro – o "estrago" na carteira vai ficar pelos oitenta e poucos euros, contra os cerca de cento e vinte actuais. Não dá é para começar o dia em Estremoz a comer um “gadanha” ao pequeno almoço, almoçar uma bela bifana – ou mais – em Vendas Novas, nem para contemplar o pôr do sol na praia do Alqueva, em Mourão, emborcando umas minis. Azarinho.

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Ideologia da morte

por Kruzes Kanhoto, em 30.03.19

Diz que a Catarina Martins andou a pavonear-se cá pelo mercado. Não a encontrei. Ainda bem. Assim não tive de olhar para o lado nem cuspir para o lenço de papel. Ao que passou nos telejornais andou a pregar contra as convenções e acordos do Serviço Nacional de Saúde com os prestadores de cuidados de saúde do sector privado e social. Uma vergonha, garante a senhora. Ficamos pois a saber – claro que já sabíamos, mas é sempre bom recordar o apreço que esta criatura tem pela saúde dos portugueses – que, no que depender do partido extremista que lidera, teremos de esperar ainda mais tempo por uma consulta ou um exame no SNS. Ir aos convencionados e resolver o assunto em dias ou poucas semanas é que nem pensar. O Estado não está cá para isso.

Não é apenas ela. Há muito quem tenha essa ideia. Como se fosse possível ao Estado assegurar, em tempo aceitável, a realização de todos os actos médicos a que hoje em dia se recorre. Quem assim pensa ou é doido ou nunca necessitou de visitar um hospital ou um dos muitos centros médicos que existem por aí. Basta contar, mesmo que por alto, as pessoas que todos os dias passam por esses locais e depois fazer o breve exercício de imaginar quantos hospitais públicos seriam necessários para lá meter tanta gente.

Mas o melhor na conversa da pequena mulher foi o que ela não disse. Nem nenhum dos pés de microfone soube perguntar. Qual a alternativa para os habitantes de Estremoz, onde os cuidados públicos são o que são, se acabarem, com a nova lei de bases, os convénios com os privados? Deve ser mais ou menos a mesma cena da hemodiálise. Quem necessita, mesmo com uma clínica privada pronta a funcionar, tem de ir a Évora. Com todas as consequências daí decorrentes para o Estado e, principalmente, para o doente. Nada que incomode certos palhaços. É o que acontece quando a ideologia se sobrepõe à razão. E, lamentavelmente, à saúde.

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Arte, cultura e cenas dessas...

por Kruzes Kanhoto, em 04.03.19

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Esta mini rotunda – ou seja lá o que for – tem, de novo, um monumento. Mais jeitoso que o outro, diga-se. Que nem estava pintado, nem nada. O anterior, retirado finda que foi a exposição do autor, ninguém sabia o que significava. Nem, tão-pouco, lhe era reconhecida qualquer utilidade. Ao contrário do actual. Toda a gente sabe o que é, para que serve e qual o seu significado. Não é preciso ser versado nestas cenas para perceber a ideia que o artista pretende transmitir ao colocar uma cadeira vazia, made in China, no meio de uma rotunda que não o chega a ser. É cultura. E da boa.

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Pinturas rupestres. Ou quase.

por Kruzes Kanhoto, em 25.02.19

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Nas obras públicas surgem sempre vestígios arqueológicos, pinturas ancestrais ou outro sinal qualquer de uma cultura passada que importa estudar. É inevitável. Se assim não fosse gente que tirou – ou a quem foi dado, sei lá – cursos inúteis, na maioria dos casos por ter um intelecto inversamente proporcional ao recheio da carteira dos pais, não teriam como angariar o seu sustento.

A obra de recuperação de uma das “portas” da cidade não podia fugir a este estigma. Também ali, durante os trabalhos, foram postos a descoberto vestígios de pinturas antigas. Embora, assim a olho nu, não se perceba qual o partido que fez a barrascada é, contudo, possível perceber que foi um daqueles que ostentam um símbolo debaixo do qual se abrigaram os maiores assassinos e criminosos diversos que a humanidade conheceu. Com sorte ninguém, nomeadamente os muitos saudosistas do PREC dados à cultura, dará por aquilo. Senão lá terá de ser preservada.

Não tenho memória daquela borrada. Mas devia ser uma coisa linda. Quase me apetece parabenizar os autores. Alguns, muito provavelmente, ainda andarão por aí...

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Investidora dinâmica

por Kruzes Kanhoto, em 27.01.19

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Mãe milionária de Estremoz conta como ganha 500€ por hora”. Ora, se as contas não me falham, é coisa para uns quatro mil euros por dia. Mais ou menos oitenta e tal mil por mês, se trabalhar oito horas por dia e descansar aos sábados e domingos. Como ainda não abri o link desconheço a que tão lucrativa actividade se dedica a esbelta investidora estremocense. Mas, seja qual for a área de negócio, fico feliz por ela. Impostos à parte, tem a sorte de não precisar de mendigar emprego na Câmara.

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O gangue, as cabras e as outras

por Kruzes Kanhoto, em 15.12.18

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O gangue das pichagens continua ao ataque. São uns engraçadinhos, eles. Desta vez deu-lhes para borrar as placas de indicação de localidade situadas na entrada – e na saída, também - mais deplorável da cidade. Do mal o menos, portanto. Nas outras, que estão devidamente arranjadas, seria pior. 

Desconheço se isto é ou não uma terra de putas. Dessas coisas não sei nada. Mas posso confirmar que se trata de um caminho de cabras. Tal como sei – eu e toda a gente, diga-se - que não constitui a melhor maneira de receber quem chega e tampouco de dizer “adiós” a quem parte. 

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Eles "andem" aí...

por Kruzes Kanhoto, em 01.12.18

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Uns mais conhecidos do que outros, causando maior ou menor histeria entre os basbaques, isto por aqui, nomeadamente aos sábados de manhã, é um corropio de gente alegadamente famosa. Vagamente conhecida, vá. Com o estranho padrão de, em número significativo e segundo consta, revelarem tendência para a homossexualidade. Coisa que, obviamente, é lá com eles. Nem essa parte os faz menos bem vindos. Estou só a constatar. Que continuem a andar por aí a gastar o dinheiro deles. Assim como assim, com os que cá estão e com os que para cá vêm, já não deve faltar muito para esta terriola se transformar numa espécie de San Francisco à escala do Alentejo. Podia ser pior. Uma Chinatown, por exemplo.

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A pedreira não caiu, a pedreira não cairá...

por Kruzes Kanhoto, em 24.11.18

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Desde a queda da parede da pedreira, a tal que arrastou consigo a estrada ali em Borba, esta imagem não pára de ser partilhada pelos internautas. É uma foto, de uma zona que já há mais de dez anos aqui tinha merecido referência, de uma pedreira abandonada dentro do perímetro urbano de Estremoz. O ponto de maior aproximação à avenida que a ladeia não deve chegar a dez metros mas, descansai, o buraco nunca constituiu, não constitui, nem constituirá qualquer espécie de perigo para transeuntes, automobilistas ou camiões que circulam por aquela via. Se não caiu até aqui não vai ser agora, nem num futuro próximo ou distante, que cairá. A menos que se confirmem algumas noticias que começam, insistentemente, a circular e que dão conta de muitos milhões de euros que os fundos comunitários disponibilizarão para resolver estes problemas. Aí sim. Quando o financiamento estiver à mercê dos gulosos do costume, então, a tragédia estará eminente e um cataclismo de proporções épicas prestes a acontecer. Até lá...não passa nada!

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