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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

O gangue, as cabras e as outras

por Kruzes Kanhoto, em 15.12.18

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O gangue das pichagens continua ao ataque. São uns engraçadinhos, eles. Desta vez deu-lhes para borrar as placas de indicação de localidade situadas na entrada – e na saída, também - mais deplorável da cidade. Do mal o menos, portanto. Nas outras, que estão devidamente arranjadas, seria pior. 

Desconheço se isto é ou não uma terra de putas. Dessas coisas não sei nada. Mas posso confirmar que se trata de um caminho de cabras. Tal como sei – eu e toda a gente, diga-se - que não constitui a melhor maneira de receber quem chega e tampouco de dizer “adiós” a quem parte. 

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Eles "andem" aí...

por Kruzes Kanhoto, em 01.12.18

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Uns mais conhecidos do que outros, causando maior ou menor histeria entre os basbaques, isto por aqui, nomeadamente aos sábados de manhã, é um corropio de gente alegadamente famosa. Vagamente conhecida, vá. Com o estranho padrão de, em número significativo e segundo consta, revelarem tendência para a homossexualidade. Coisa que, obviamente, é lá com eles. Nem essa parte os faz menos bem vindos. Estou só a constatar. Que continuem a andar por aí a gastar o dinheiro deles. Assim como assim, com os que cá estão e com os que para cá vêm, já não deve faltar muito para esta terriola se transformar numa espécie de San Francisco à escala do Alentejo. Podia ser pior. Uma Chinatown, por exemplo.

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A pedreira não caiu, a pedreira não cairá...

por Kruzes Kanhoto, em 24.11.18

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Desde a queda da parede da pedreira, a tal que arrastou consigo a estrada ali em Borba, esta imagem não pára de ser partilhada pelos internautas. É uma foto, de uma zona que já há mais de dez anos aqui tinha merecido referência, de uma pedreira abandonada dentro do perímetro urbano de Estremoz. O ponto de maior aproximação à avenida que a ladeia não deve chegar a dez metros mas, descansai, o buraco nunca constituiu, não constitui, nem constituirá qualquer espécie de perigo para transeuntes, automobilistas ou camiões que circulam por aquela via. Se não caiu até aqui não vai ser agora, nem num futuro próximo ou distante, que cairá. A menos que se confirmem algumas noticias que começam, insistentemente, a circular e que dão conta de muitos milhões de euros que os fundos comunitários disponibilizarão para resolver estes problemas. Aí sim. Quando o financiamento estiver à mercê dos gulosos do costume, então, a tragédia estará eminente e um cataclismo de proporções épicas prestes a acontecer. Até lá...não passa nada!

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Merda de cão

por Kruzes Kanhoto, em 09.11.18

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Algum responsável do Município cá da terra teve a ideia de cobrir com gravilha o espaço onde todos os sábados se realiza a feira das velharias e diariamente, por se tratar de uma zona central da cidade, circulam umas centenas – ou milhares, não sei porque nunca os contei – de transeuntes. Uma solução fácil, barata e eficaz para acabar com a lama no inverno e a poeira no verão. 

Pois. A ideia é uma boa ideia. O pior é o resto. O que fazem dela. E os donos dos cães fizeram dali o espaço privilegiado para o passeio higiénico dos seus familiares de quatro patas. Depois do canito arrear o calhau, os javardos empurram meia dúzia pedrinhas para cima da bosta e vão andando. Outros nem isso. E aquilo para ali fica à espera que um incauto passante lhe ponha um calcante em cima. Bonito, sem dúvida. Ter a sala de visitas absolutamente nojenta é algo que fica sempre bem. Deve ser como os adoradores de bichos têm a deles. Mas isso de viverem na javardice e na promiscuidade com os animais é lá com eles. Não me interessa o que fazem em casa. Não lhes reconheço é o direito de partilharem a sua javardice com as pessoas normais.

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Incivilidades

por Kruzes Kanhoto, em 30.09.18

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Na última noite terão ocorrido graves incivilidades cá no burgo. Algumas consequências ainda eram visíveis hoje de manhã, bem no centro da cidade. Pelo andar da carruagem parece que ninguém está interessado em pôr a mão no problema. A solução, antes que a coisa se resolva à base do pontapé, todos sabemos qual é. Constituir uma comissão.

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Fonte do Imperador

por Kruzes Kanhoto, em 23.09.18

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Apesar de ter nascido e passado a minha infância e juventude nas imediações desta fonte, ainda hoje não sei por que raio tem este nome. Fonte do Imperador. Não consta, ao que julgo saber, que deva o nome a alguém que mandasse num império qualquer. Dever-se-á quando muito, mas isso é uma teoria minha que acabei de inventar, a ter misteriosamente aparecido por ali algum Beryx decadactylus.

Nesse tempo a água corria em abundância. Ao contrário do que acontece agora. E não é por ser Setembro, o tal mês que seca as fontes. Nada disso. Agora a bica está seca o ano inteiro graças ao desleixo dos homens. Daqueles que mandam, nomeadamente. Pois o precioso liquido continua a existir, umas dezenas de metros mais a norte, na nascente que a alimenta. Mas percebe-se que hoje não corra. Até está melhor assim. Desta maneira constitui uma alegoria aos politicos que temos. São uma seca.

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" Fotos de velhas boas nuas em Estremoz"?! Isto é um blogue sério, pá!!!

por Kruzes Kanhoto, em 22.09.18

Os contadores de visitas que o pessoal tem a mania de instalar nos sites e blogues fornecem aos respectivos autores ou administradores uma panóplia de informações. Inúteis, na sua maioria. Curiosa, uma ou outra, vá. É desta forma que sei alguns dados absolutamente irrelevantes acerca do número de visitantes, os sites de referência ou as pesquisas que trouxeram os leitores até ao Kruzes.

Foi assim, entre outras coisas sem interesse nenhum, que fiquei a saber que alguém chegou aqui na sequência de pesquisar “fotos de velhas boas nuas em Estremoz”. Temo, caro visitante, que tenha ficado decepcionado com a informação que obteve neste blogue acerca do assunto. Não temos fotos que correspondam às suas expectativas. Espero, no entanto, que tenta obtido aquilo que procurou. Velhas em Estremoz é o que não falta. Boas...enfim, olhe, é como diria a minha avó. Tomara um cego vê-las. Já quanto a isso da nudez, parece que as vozes se dividem. Há quem garanta que sim, que há por aí qualquer coisa vagamente relacionada. Será uma questão de persistência. Pode ser que, com sorte – ou azar, sei lá - dê por aí com alguma velha, ainda em razoável estado de conservação, mais ou menos desnudada.

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Quintinhas Resort

por Kruzes Kanhoto, em 18.09.18

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Incontornável, o tema do Quintinhas Resort. Tão incontornável que até chateia de tão incontornável que é. Chateia quase tanto como alguns dos seus residentes chateiam os restantes habitantes da cidade ou quem por aqui passa e tem o azar de se cruzar com alguns dos que por ali se hospedam. 

Daí que no facecoiso se multipliquem as acusações pela alegada inércia das forças policiais, pela manifesta incapacidade da justiça tratar de meter aquela malta na ordem – ou, de preferência, na choça – e por as autoridades locais se revelarem incapazes de controlar a expansão urbanística nárea.   

Estaremos, portanto, perante problemas de índole diversa. Todos de difícil resolução, convenhamos. Perante os quais toda a gente tem assobiado para o lado. E, a julgar pelas reacções, assim continuará até ao dia em que se dê uma tragédia qualquer. Depois venham para cá aborrecer com xenofobias e outras alarvidades da moda.

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São insondáveis os desígnios da justiça...

por Kruzes Kanhoto, em 29.08.18

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Ainda não há muito tempo um conhecido dirigente desportivo, agastado com as diferenças de tratamento entre os processos que envolvem o seu clube e os que se referem aos rivais, insinuava que a justiça agia por clubite. Não sei se é assim ou não. O que a mim, homem de poucas letras, me parece é que não actua sempre da mesma maneira.

No caso de Alcochete, a dificuldade em identificar os invasores seria muito maior do que no ataque ao Continente de Estremoz. Basta que, no primeiro crime, os atacantes não moram a cem metros da Academia nem nenhuma autoridade lhes viu o focinho. No segundo serão outras condicionantes a evitar a detenção dos meliantes. Legais, obviamente. Mas de muito dificil compreensão para o cidadão comum.

No final do dia muita sorte terão os policias e os seguranças envolvidos senão levarem com alguma queixa-crime por discriminação, xenofobia ou danos morais. Sim, que o rapazinho que atirou a cadeira é capaz de ter ficado traumatizado por, a uma distância tão curta, ter falhado o bófia. Calculo o gozo que não vai lá pelo resort...

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Estremoz é neste planeta...

por Kruzes Kanhoto, em 06.08.18

Ainda nem há um mês foi noticia o facto de duas turistas norte-americanas que ficaram presas num elevador na capital portuguesa terem, após procurarem o número da policia de Lisboa escrevendo “Lisbon”, sido atendidas por uma agente do Departamento de Policia de Lisbon, no Maine, Estados Unidos da América. Apesar disso a agente que atendeu a chamada fez as diligências necessárias para levar uma equipa de emergência portuguesa até ao local. Difícil? Num mundo cada vez mais global não parece tarefa demasiado ciclópica.

Ora, ao que se diz e a ser verdade o que se conta, por cá não existirá igual destreza – ou outra coisa qualquer que se lhe queira chamar – nas instituições que deviam zelar pela nossa segurança. O que é manifestamente preocupante. Se numa situação de emergência quem atende um telefone não sabe onde fica determinado local, então, que vá procurar. No Google, por exemplo. Não dá assim tanto trabalho, não é necessário levantar o cú da cadeira e nem é assunto para o qual seja requerido um QI especialmente elevado. Só um pouco de profissionalismo, talvez.

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O nó que ninguém quer desatar

por Kruzes Kanhoto, em 01.06.18

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Assinalaram-se há poucos dias os vinte anos da Expo. A idade, mais mês menos mês, desta obra. O nó de Estremoz da A6, que devia fazer a ligação ao IP2 e variante deste à cidade. Mas não. Nunca passou dali. A sua construção implicaria passar por terrenos habitados por lesmas raras e florzinhas que não existem em mais nenhuma parte do mundo. Ou por terras onde crescem vinhas, não sei ao certo. Naturalmente que pessoas importantes e cultas não deixaram que tal atrocidade fosse cometida. Outros, não menos importantes e igualmente sábios, não se importaram que a obra ficasse inacabada e que, para além do dinheiro deitado fora, milhares de automóveis e camiões continuem a atravessar a cidade. Eles lá sabem. E muito, presumo.

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Homem-estátua

por Kruzes Kanhoto, em 26.05.18

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Hoje, por entre as alfaces e outros comestiveis de origem vegetal, o mercado semanal de Estremoz contou com a presença de um homem-estátua. Não é que, por cá, não tenhamos muitos que ao nível do dinamismo pouco ficam a dever a figuras deste género. Mas destes, assim que me lembre, foi a primeira vez. E, a julgar pelos movimentos de agradecimento que a criatura executava, deve ter-se safado. Tal como os outros, os pouco dinâmicos, afinal.

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Armado em descentralizador

por Kruzes Kanhoto, em 19.02.18

Não gosto de armas. Nem mesmo das brancas, que eu não sou racista sequer ao nível do armamento. Mas estranho que exista tanta gente a culpar a livre venda de armas pelos massacres que ciclicamente se repetem nos States. Quase tanta, diria, como aqueles que garantem, sempre que acontecem ataques de cães de raça perigosa, que perigosos não são os cães mas sim os donos. Então – e reiterando o meu ódio a todo o tipo de armas – não se pode aqui aplicar o mesmo principio e estabelecer que perigosas não são as armas mas sim quem as possui? Seria, se calhar, uma questão de idoneidade intelectual, coerência ou algo assim.

Por falar nisso da idoneidade intelectual e afins. Não me pareceu que o discurso do novo líder do PSD tivesse sido um exemplo dessas coisas. Nomeadamente quando, referindo-se à necessidade de descentralizar serviços, citou o Tribunal Constitucional ou a Provedoria de Justiça como exemplos de instituições que podiam funcionar em Coimbra. Percebe-se, em parte, dada a existência da Universidade e isso. Mas, a sério, descentralizar é mudar serviços de Lisboa para o Porto, Coimbra ou Braga? Era capaz de ser um pouco mais eficaz, no âmbito do investimento no interior, anunciar a mudança da ASAE ou da AICEP para Estremoz.

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Aqui há gato...

por Kruzes Kanhoto, em 11.02.18

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Da ausência de sátira no Carnaval cá da terra já nem digo nada. É normal. Afinal, tanto por cá como no país, corre tudo tão bem, mas tão bem, mas mesmo tão bem que não se justifica qualquer espécie de sarcasmo, zombaria ou jocosidade.

Quanto à inexistência de gajas nuas, este ano, não me atrevo a reclamar. Está frio, caem uns borrifos e, por isso, percebe-se que as moçoilas não queiram apanhar um resfriado. Seria uma chatice.

Daí que o prémio “KK” para melhor folião vá para este bichano. Não satiriza ninguém, não se quer molhar e faz os possíveis para que não lhe apertem o rabo...

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O cone

por Kruzes Kanhoto, em 16.12.17

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Se eu fosse um gajo com queda para a dissertação desatava para aqui a tecer considerandos acerca da época natalícia. Mas não tenho esses dotes. Nem, a bem dizer, dissertar seja coisa que me apeteça por aí além. Fico-me pelo cone. Que, sem se saber ao certo como nem porquê, se tornou no mais recente símbolo de Natal. Deve ser para não ofender os amigos dos pinheiros, ou isso. Mas, seja lá qual for o motivo, agora todas as terras têm um. Nós, por cá, também. E está janota, o sacana do cone.

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Ladrão no espeto

por Kruzes Kanhoto, em 29.11.17

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Acredito que a capa do Jornal E – um dos dois quinzenários que se publicam em Estremoz – dificilmente deixará alguém indiferente. Por mim acho-lhe piada. Mesmo não percebendo – ainda não li o jornal, confesso – as circunstâncias, rocambolescas na certa, que levaram o meliante a ficar em tão insólita posição. Se o jornal devia ou não publicar a foto, mais ainda na capa como hoje já vi e ouvi discutir, é coisa que pouco me importa. Pode o autor não ganhar nenhum prémio no âmbito do foto-jornalismo mas lá que o “boneco” está bem apanhado, isso está. E o ladrão, também. Ou alegado, sei lá.

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Aeroporto de Estremoz

por Kruzes Kanhoto, em 25.11.17

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Isso da descentralização parece-me uma coisa catita. Já mudar a sede de um instituto publico ou outro organismo qualquer de Lisboa para o Porto é, apenas, uma coisa parva. Descentralizar seria transferir serviços para o interior. Para cá da A1 a norte ou da A2 a sul. O resto é politiquice - da cara, no caso - para entreter autarcas e espevitar regionalismos bacocos como aquele de que padecem os portuenses.

E se vai um instituto para o Porto, que tem quase tudo, porque não um aeroporto para Estremoz? A campanha publicitária a promover voos já está online. Agora só falta a vontade política.

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O décimo terceiro mês...

por Kruzes Kanhoto, em 25.10.17

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Trinta dias tem Novembro, Abril, Maio e Setembro. De vinte e oito há só um e os demais têm trinta e um. Já com o nome Estremoz não conheço nenhum...

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Velharias

por Kruzes Kanhoto, em 07.10.17

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Segundo um site de passeatas, a feira das velharias que semanalmente se realiza em Estremoz constitui um dos locais de visita obrigatória para todos os passeantes. Também acho. Mesmo que não ache grande piada ao material exposto e, não raramente, fique sem saber se o item para o qual estou a olhar é classificável como velharia ou como lixo. Mas esta classificação fica, naturalmente, para os entendidos no assunto. A mim tanto se me dá.

Já a este quiosque, situado no centro da dita feira, não hesito em classificar como velharia. Apesar de fechado há anos, está tal e qual – ou quase, vá – como no último dia em que esteve aberto. O que, salvo melhor opinião de algum versado na temática, constitui uma inegável mais valia para o espaço circundante. É a preservação de equipamentos desta natureza que enriquece o património colectivo e mantém vivas as memórias de um povo. Está é a precisar de uma pintura, ou isso...

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Mais coisinhas boas promovidas pela geringonça...

por Kruzes Kanhoto, em 28.07.17

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O facto de eu ter um Dácia na garagem e um morador das Quintinhas um Audi, não faz de mim um pobre nem transforma o habitante do resort mais famoso de Estremoz e arredores num rico. Tão pouco comparar o dinheiro que eu possa ter depositado no banco ou que o outro sujeito tenha, suponhamos, enterrado na sub-cave da barreca pode servir para aferir das necessidades de cada qual. Mesmo a eventualidade de sair o euromilhões a um de nós – a mim ou ao cigano das Quintinhas – não fará de nenhum dos dois um milionário. Na ocorrência de tal bambúrrio, se ambos retirarmos o dinheiro do banco – o que constituiria uma medida ajuizada, saliente-se – ambos podemos ser considerados uns pobres de Jó e, logo, candidatos a receber o RSI. Sim, que nestas coisas – como em todas as outras, aliás – a malta de esquerda é que sabe. E se a malta da esquerda disser que o sortudo apostador pode receber umas valentes maçarocas da Segurança Social, então é porque assim é que está bem e encerra-se já aqui o assunto.

De referir, por fim, que quem não estiver de acordo com o exposto é racista, xenófobo, populista, cultiva um discurso de ódio e devia era estar preocupado com o Berardo, o Oliveira, o Cavaco, o Dias Loureiro e as grandes fortunas que não pagam impostos. Mencionar o Sócrates, o Vara ou três bancarrotas com governos do Partido Socialista não vale.

 

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