Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

E aquela coisa da lei ser igual para todos? Já não se usa?!

por Kruzes Kanhoto, em 06.04.18

Parece que o governo, sempre preocupado com as pessoas, vai arranjar maneira das habitações clandestinas disporem de eletricidade de forma legal. À conta das autarquias e das operadoras. Ou seja, dos contribuintes e consumidores pagantes da conta da luz. E tudo isto, alerta uma entidade qualquer, sem que os beneficiários da medida sejam identificados. Diz que não podem. É essa coisa da lei da privacidade, ou lá o que é.

Entretanto os proprietários de terreno que não limpem as suas propriedades vão ser multados. Pela GNR. E nem aqueles que os geninhos não conseguirem identificar se vão safar. As finanças vão dar uma ajudinha nisso da identificação. Diz que podem. Para aqui não interessa isso da privacidade, ou lá o que é. Bem feita. Não têm nada de ser proprietários. Coisa que, como se sabe, o esquerdume abomina.

Mas nem sei do que me admiro. De um país onde conhecidos delinquentes são tratados como gente importante e convidados para dar palestras onde transmitem os seus valores aos jovens, já pouca coisa me devia escandalizar.

Compartilhar no WhatsApp

Delinquência de Estado

por Kruzes Kanhoto, em 12.01.18

Que o Estado não é uma pessoa de bem não constitui nenhuma espécie de novidade. Ladrão, vigarista e trapaceiro são alguns dos epítetos mais comummente usados para qualificar a sua postura perante os cidadãos. E, como todos os que evidenciam estas características, possui uma imaginação prodigiosa. Tanta que, nunca sendo suficiente para as suas sempre crescentes trafulhices aquilo que surripia aos nossos rendimentos, mantém uma busca continua de novas fontes que lhe permitam continuar a fazer vida de rico. A ele e, se calhar, aos protegidos. Não precisava era de seguir o caminho da delinquência. O roubo, furto ou sequestro são, parece-me, coisas que se enquadram nesse âmbito.

Por falar em delinquentes. Lembrei-me do Trump. E, também, dos que o criticam por tudo e, principalmente, por nada. O homem não gosta que os habitantes daquilo a que classificou como países de merda migrem para os Estados Unidos. O que deixou manifestamente indignados os habitantes dos países visados. Indignação que, para além de legitima, se compreende. O que já não percebo é por que raio, ainda assim, esses mesmos habitantes continuam a insistir em migrar para um país governado por um gajo daqueles.

Compartilhar no WhatsApp