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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Ó "fáxavor", posso invadir?

por Kruzes Kanhoto, em 27.06.18

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Não estou, assim de repente, a ver o que será uma invasão autorizada. Até porque não consta que os invasores tenham por hábito pedir autorização para invadir. Não solicitar permissão tem sido, ao que julgo saber, o modus operandis de todos os que ao longo da história dedicam o seu tempo a fazer invasões. Os franceses, recorde-se, invadiram isto tudo e não pediram licença a ninguém. E pior, fizeram-no por três vezes, os trastes. Ou, muito antes, os mouros sem passar cavaco à malta que cá morava, também invadiram a península, os patifes. A excepção, eventualmente, talvez seja aquilo da academia do Sporting. Mas, convenhamos, não é coisa que sirva de exemplo.

Fica, portanto, o aviso. Invadir só depois de devidamente autorizado. Mai’nada!

 

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Não ponha aqui o seu pezinho...

por Kruzes Kanhoto, em 22.10.17

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A democracia tem custos. Uns maiores, outros menores e alguns perfeitamente dispensáveis. Nomeadamente, quanto aos últimos, os que resultam de situações reveladoras de negligência. É o caso dos estragos no passeio onde, durante a recente campanha eleitoral, esteve um cartaz de proporções épicas. Tão épicas que os boletins de voto com a cruz na candidatura em questão, se desdobrados e espalhados no dito cartaz, dificilmente chegariam para cobrir toda a sua superfície.

Agora, retirada a propaganda, sobram vários buracos. Tratando-se de um local muito frequentado por velhinhas espera-se que nenhuma ponha ali o pé. Pode ser que, por se tratar das imediações de uma igreja, a divindade de serviço as guie por melhor caminho. Caso contrário o resultado da negligência é capaz de não ser assim tão negligenciável.

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