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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Sejam parvos à vontade...mas não aborreçam!

por Kruzes Kanhoto, em 18.12.18

Ainda sou do tempo em que chamar comunista a alguém constituía uma ofensa da pior espécie. Veio o 25 do A e a injúria passou a ser apelidar alguém de fascista. Anti-comunista também servia. Era, aliás, quase o mesmo. Depois a coisa estabilizou. Até, mais ou menos, ao final dos anos noventa do seculo passado. Por essa altura ser cavaquista era uma cena do piorio. Seguiu-se a fase em que neoliberal foi uma opção a evitar, por ser demasiado mal-vistaMas hoje, no âmbito do insulto, superamos tudo isso. O delírio impera e quem não alinha com a cartilha oficial, ditada quase sempre pela esquerda e outra gente com manias esquisitas, é de extrema-direita, possuidor de inúmeros defeitos quase sempre terminados em “ista” ou “fóbico”. Qual deles o mais parvo, ridículo e demonstrativo da quantidade de imundície acumulada na cornadura de quem assim cataloga todos os que divergem da moral vigente, imposta por meia dúzia de malucos urbano-deprimidos.  

Por mim quero que eles vão todos bardamerda. Não sabem o que dizem nem o que querem.  Usem eles suástica, foice e martelo ou bandeira em arco iris são todos uns filhos da puta. Sem ofensa para as meretrizes.  

 

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