Se um dia o circo pegar fogo que ardam os os palhaços.
Ao contrário do que acontece em relação aos escândalos que assolam a governação escabrosa do PSOE, seus aliados esquerdalhos e restantes comparsas extremamente malucos a comunicação social tem estado muito atenta aos desacatos ocorridos numa cidade da comunidade murciana. A verdade em que nos querem fazer acreditar é copiada dos porta-voz do governo espanhol. Ou seja, a mesma de sempre. São ataques de grupos da extrema-direita e neonazis contra magrebinos. Só que não. Antes fosse. Assim, ao menos, os desordeiros estavam identificados e em pouco tempo as autoridades punham cobro ao assunto. A chatice é que o problema é diferente e – como dizem alguns relativamente à guerra da Ucrânia – não começou agora. O espancamento de um incauto cidadão, no fim de semana passado, por um grupo de marroquinos entediados e que viram na violência um modo de diversão foi apenas a gota que fez transbordar o copo.
Já a minha sábia avó me garantia - era eu, ainda, um jovem imberbe – que quando visse as barbas do vizinho a arder fosse pondo as minhas de molho. Apesar da vizinhança continuar em fase de negação, muitos espanhóis acreditam que nem sequer têm “barba”, as labaredas já tomaram conta das barbichas espanholas. É bom que comecemos a molhar as nossas. Guinchar que a culpa é da extrema-direita não resolve nada. Nem, muito menos, vai salvar as nossas barbas. Pelo contrário, constitui uma desculpabilização que só vai contribuir para o fogo alastrar. Passar a “mão pelo pêlo” de uma fera nunca é boa ideia. Os vizinhos lá de Torre Pacheco que o digam.
