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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Salário minimo nacional para todos, já!

Kruzes Kanhoto, 13.02.20

É extraordinário como os portugueses aceitam pacificamente as canalhices da actual escumalha que nos governa. Ou, igualmente espantoso, como não partem os cornos à vasta corte de filhos da puta – também conhecidos como opinion makers – que os sustentam na comunicação social e noutros antros manhosos.

Veja-se, por exemplo, a chamada política de rendimentos. Nomeadamente da função pública. Há pouco mais de meia dúzia de anos um assistente operacional ganhava 450 euros e um assistente técnico 683,13. Uma diferença de mais de 233 euros. Hoje os primeiros ganham 635,07 e os segundos continuam a receber o mesmo. A distância entre uns e euros reduziu-se para 48,06 euros. Liquida ainda será bastante menor.

Trata-se de algo absolutamente inaceitável. Uma injustiça sem limites. Que merece, no entanto, o aplauso generalizado da esquerdalha. Percebe-se. Essa gente precisa de pobres. Que todos sejam pobres, de preferência. E, sobretudo, não entende aquela coisa do mérito, do trabalho qualificado e da valorização profissional. Nem a esquerda nem as pessoas de bem, pelos vistos.

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