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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Posso andar vestido assim por aí?

por Kruzes Kanhoto, em 02.08.18

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De cada vez que um país ocidental decide proibir o uso em espaço público da burka – ou outra fatiota qualquer com a finalidade de encobrir as fuças das mulheres muçulmanas – reacende-se a discussão em torno da liberdade individual e, por consequência, do direito a cada um – ou uma, no caso – vestir o que lhe dê na real gana.

Os argumentos em defesa do direito às criaturas envergarem aquela vestimenta são hilariantes. Todos eles. O melhor é o daqueles que garantem que assim, com aquelas fatiotas tipo saco do lixo, as mulheres se sentem mais integradas. Pois, deve ser deve. Uma gaja – ou mesmo duas, vá – assim ornamentadas, no meio de dezenas ou centenas de outras vestidas normalmente, deve mesmo sentir-se integrada. Ó se deve.

Ainda bem que por cá, pelo menos para já, a questão não se coloca. Mas a acontecer durante o meu tempo de vida activa, se tal paramenta for permitida, garanto que vou usá-la no meu local de trabalho. Só para testar essa cena da integração, da tolerância e da liberdade. Sempre quero ver como reagem os defensores dessas coisas quando lhes aparecer pela frente armado em “Mancha Negra”!

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