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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

O turismo como desígnio nacional

Kruzes Kanhoto, 24.01.15
Somos um país vocacionado para o turismo. Temos sol, praia, gastronomia e paisagens fantásticas. Há, também, outros segmentos que mais recentemente começámos a explorar como o turismo religioso, o enoturismo ou o surf. O futuro será seguramente melhor se todos estes campos, e outros que entretanto surgirem, forem explorados com inteligência e imaginação de forma a trazer até nós charters de turistas. Endinheirados, de preferência.
Não menos importante será apostar no mercado interno. Aqui a inteligência e a imaginação terão de ser ainda muito maiores. Haverá, até, de recorrer à esperteza. Que, como se sabe, tem pouco a ver com as qualidades antes enunciadas. Mas, reitero, a tudo se deve recorrer para reforçar a aposta turística e dinamizar a economia.
Nesta vertente Câmaras e Freguesias já fazem o que podem – e às vezes o que não podem, mas isso é outra história – levando os seus munícipes ao “Preço certo”, a Fátima e, de uma maneira geral, a passear por esse país fora. É, por assim dizer, o turismo eleitoral.
Com a prisão de Sócrates abriu-se uma nova janela de oportunidades para o sector turístico. O turismo prisional. Depois de muitos já o terem feito de forma individual, vai amanhã realizar-se a primeira excursão organizada à cadeia onde se encontra engaiolado o antigo primeiro ministro. Para já serão mais de cem os excursionistas que rumarão a Évora. Mas isto é só o principio. Trata-se de um segmento que poderá crescer a um ritmo de fazer inveja a qualquer país emergente. Potenciais novas atracções, alegadamente, não faltam.


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