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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

O hábito não faz o monge

por Kruzes Kanhoto, em 07.01.19

Meninos de azul e meninas de rosa”, “os rapazes são príncipes e as raparigas são princesas” constituem afirmações capazes de deixar a minoria de malucos que se arrogam no direito de impor as suas maluqueiras à sociedade, à beira de um ataque de nervos. Há, depois, os outros parvos – idiotas úteis – que não entendem uma metáfora. São burros, por natureza. De certo que cada um veste a cor que muito bem lhe apetecer. Nem, naturalmente, a ministra brasuca pretendeu ditar a fatiota que cada um dos dois sexos existentes na natureza deve portar. Já quanto à questão dos infantes, apenas um doido varrido pretenderá que um varão algum dia chegue a princesa. Será, no máximo, um príncipe maricas.

Voltando às cores. Todos – pelo menos os que gostam de futebol – nos lembramos de, não há assim tanto tempo, o Glorioso ter usado um manto sagrado a atirar para o cor de rosa. Isso, obviamente, não fazia daqueles matulões um bando de panilhas. Embora reconheça, não sei se influência ou não do tom do equipamento, que às vezes pareciam umas meninas a jogar à bola.

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