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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Nem estou em mim...

por Kruzes Kanhoto, em 26.06.12

Hoje consumou-se mais umassalto. Desta vez gamaram-me, como há muito tinham anunciado, o subsídio deférias. O que, à semelhança do que acontecerá com todas as vítimas deste bandodevidamente organizado que dá pela alcunha de “governo”, me faz sentir indignado.Capaz, digamos, de chamar nomes até esgotar o repertório mais vernáculo, aos políticos,aos eleitores e outros sabujos que contribuíram para este esbulho de que acabode ser alvo. E, até, inventar ainda mais uns quantos. Mas não o vou fazer. Nadaresolvia. Nem, sequer, contribuía para diminuir o nível de irritação.
Ser assaltado é sempremau. Sê-lo duas vezes é pior ainda. Principalmente quando isso ocorre no mesmodia. É, convenhamos, algo para deixar qualquer um fora de si. Pois que foi omeu caso. Fui duas vezes assaltado hoje e fiquei fora de mim. E ainda nãoregressei. Quis o destino, ou outro palhaço qualquer, que no mesmíssimo dia em quenão recebi o subsídio de férias que me é devido, tivesse na caixa do correiouma notificação das finanças a comunicar-me a avaliação da casa. Coisa para, nopróximo ano, ver multiplicar por cinco o valor a pagar de IMI.  
Tenho, por isso, mais doque razão para estar “ligeiramente” chateado. Aborrecido, vá. Não que meincomode pagar impostos. O que me desagrada – e inquieta, também - é o quefazem com eles.


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