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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Não mexam no meu “rodinhas”!!!

Kruzes Kanhoto, 23.07.22

 

Captura de ecrã de 2022-07-23 17-42-49.png

Costa - o primeiro ministro – pode fazer coligações com partidos extremistas e de ideologia totalitária, manter ministros com vocação para a trapalhada, rebentar com o SNS, endividar o país a um nível nunca visto, sufocar-nos com a maior carga fiscal que as gerações actuais já conheceram ou trapacear-nos com as mais variadas promessas. Poucos se importam com isso. E os raros que manifestam alguma preocupação com esta tragédia são rapidamente silenciados pelo imenso clamor que sai em defesa do governante.

O coro de adoradores do socialismo vigente apenas desafina quando em causa está o carrinho. Tem sido assim com o elevado preço dos combustíveis – área onde a “muralha de aço” de defensores da criatura já revela algumas fissuras - e, a julgar pelas reacções, será ainda pior se António Costa continuar a investir contra o automóvel.

Desta vez o homem foi racional e disse o óbvio. As cidades têm de se habituar a viver sem o carro e “o melhor a fazer é estacionar o automóvel”, acrescentou. Para os portugueses foi demais. Não se importam de serem governados por comunistas e outros malucos, não terem médico de família ou atendimento decente nos hospitais também é como o outro e toleram que lhes vão à carteira com o maior descaramento, mas deixar de lado o carrinho é que nem pensar. Se persistir nesta demanda está tramado. Bem pode distribuir subsídios aos fiscalmente pobres, iludir os reformados e a malta do salário mínimo com aumentos ou anunciar pela octingentésima décima segunda vez os milhões do PRR. De nada lhe vai servir de continuar a implicar com “ai Jesus” dos portugueses.

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