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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Imparidades para totós

Kruzes Kanhoto, 03.01.16

Um artigo de opinião onde é explicada de forma simples - até podia ter por titulo a “crise da banca para totós” - tem sido amplamente partilhado e comentado nas diversas redes sociais. E ainda bem, digo eu. Embora me pareça que a esmagadora maioria continua sem perceber o que de facto está em causa. A culpa, não se desmontam do burro, é sempre dos outros. Nomeadamente minha, que não votei nos partidos dos homens sábios que, se fossem eleitos, nacionalizavam toda a banca e nos poupavam todos estes aborrecimentos. Logo eu que pedi um crédito de menos de metade do valor da minha casa, apenas compro os automóveis que posso pagar de imediato e que faço férias de acordo com a capacidade do meu mealheiro .

A coisa assume contornos surreais quando me recordo da má-cara e do enfado dos funcionários do banco quando que lá me dirigia para fazer amortizações antecipadas e dos comentários pouco abonatórios à minha inteligência de cada vez que partolhava este meu procedimento. O correcto, na época, era pedir empréstimo para tudo e mais alguma coisa à conta de uma casa avaliada duas ou três vezes acima do seu real valor. Toda a gente sabe que funcionava assim, muita gente o fez e quase todos se acham este procedimento uma coisa absolutamente normal. Agora admiram-se do quê?!

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