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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Frutos vermelhos e politicos da mesma cor

Kruzes Kanhoto, 02.05.21

Muito se tem falado e escrito acerca daquela questiúncula de Odemira que envolve migrantes, covid e cenas manhosas. Vai um grande alarido por os tais migrantes, oriundos na sua esmagadora maioria de paises onde devem ter uma qualidade de vida de fazer inveja a qualquer português, viverem amontoados às dezenas em casas alugadas onde pagam cem euros por uma cama. Olha que admiração. Lá por andarem com telemóveis que custam centenas de euros não quer dizer que estejam dispostos a pagar mais de metade do ordenado para morarem sozinhos num T1. 

Depois há a ideia peregrina do governo  proceder à requisição civil - uma espécie de nacionalização provisória -  de um empreendimento turistico, com casas particulares à mistura, para instalar os trabalhadores agricolas que tenham de fazer quarentena. Apesar de ter ao dispor outras soluções, menos incomodas, mais pacificas e quase de certeza muito mais baratas, os socialistas malucos com tiques de comunista que mandam nisto tudo resolveram criar algazarra com uma opção claramente ideologica. Embora com pouca esperança, espero que os portugueses tenham a clarividência suficiente para perceber o que nos acontecerá se esta gente se mantiver no poleiro muito mais tempo. Ficar sem casa pode ser uma delas. E não, não me interessa nada se é a segunda ou a décima quinta habitação. 

Questiona-se - mais do que isso, condena-se - a prática agricola que se verifica naquela zona. Não admira. Não se pode explorar petroleo, impedem-se pesquisas de metais preciosos, proibem-se minas de litio, limita-se a agricultura e, de maneira geral, boicota-se tudo o que envolva geração de riqueza.  Desconheço que solução preconizam. Nem essa imensa horda de inúteis saberá, quase de certeza. Provavelmente pensarão que devemos todos viver sem nada produzir e à conta do Estado. Uns idiotas. Ainda não conseguiram perceber que é o Estado que vive à nossa custa e que se nada produzirmos simplesmente não há Estado que sobreviva. Quanto mais que possa sustentar quem quer que seja.

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