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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Deve ser uma espécie de rendimento máximo...

por Kruzes Kanhoto, em 26.10.16

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Sermos um país pobre tem as suas vantagens. A principal é que ninguém vem para cá chatear. Não despertamos cobiças de conquista nem, excepto os invejosos dos castelhanos e os patetas alegres dos franceses, ninguém manifestou vontade de nos invadir.

O mesmo se aplica, agora, aos novos invasores do continente europeu. Ninguém quer vir para Portugal. Por mais que alguns profissionais da beneficência insistam ou políticos alarves, como o Costa, façam questão de oferecer a nossa hospitalidade. Poucos, entre os milhões que já chegaram à Europa, equacionam essa hipótese. Nem sequer dez mil deles, o número de alegados refugiados que o governo admite receber, conseguem convencer. E mesmo os que se deixam enganar, assim que podem dão de frosques em busca de um lugar, digamos, mais condescendente em termos monetários. Que, afinal, foi para isso que eles saíram da sua zona de desconforto.

Toda essa malta, obviamente, prefere a generosidade da segurança social dos países situados mais a norte. Aqui seria impossível a um gajo, ainda que tivesse quatro mulheres e vinte e três filhos, afiambrar-se a trezentos e sessenta mil euros por ano. Por cá, isso é coisa reservada a gestores públicos e assim.

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