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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Deve-lhes ter saído o diploma na "farinha amparo"...

por Kruzes Kanhoto, em 15.07.20

Captura de ecrã de 2020-07-14 23-07-52.jpg

(Imagem obtida via Twitter)

Não conheço uma linha do código deontológico que rege a actividade jornalística. Mas desconfio que é capaz de, lá para o meio, incluir qualquer coisa relacionada com rigor, isenção, independência e outras cenas que envolvam a não manipulação da noticia, a distorção de factos ou levar os consumidores da informação a simpatizar com a causa do agrado do comunicador.

Todos temos direito à nossa opinião. Os jornalistas, obviamente, também. Mas, se a quiserem expressar, que o façam através de um artigo assinado por eles ou num espaço reservado para o efeito num órgão de comunicação social. Procedimentos como os que a imagem acima retratam é que não são admissíveis. Não terá sido, muito provavelmente, obra da mesma pessoa. Mas isso, para o caso, não importa nada. Quem manda na redacção tem mais do que obrigação de alertar para badalhoquices destas. Independentemente da bondade das causas, só um badalhoco do mais fino recorte pode achar que borrar um slogan escrito no chão que todos pisam é mais grave do que sujar uma estátua. E é nisso – em badalhocos – que “eles” nos estão a transformar. O pior é que estamos a ir na conversa…

P.S – Recordo que, de acordo com o dicionário de língua portuguesa, vandalizar significa, destruir ou danificar de forma brutal ou gratuita” e o significado de pintar é cobrir com tinta, colorir. Para razoável entendedor...

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