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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Café chei(r)o.

Kruzes Kanhoto, 18.06.24

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Ainda sou do tempo em que pedíamos um café, uma bica, um cimbalino ou lá o que lhe quiséssemos chamar e traziam-nos uma chávena cheia da saborosa bebida. Quem não apreciava a “baldada” e preferia uma quantidade mais pequena de café pedia uma italiana. Fácil, eficiente e toda a gente se entendia. Agora não. Para conseguir beber um café normal tenho sempre de realçar que quero “cheio” e mesmo assim vem, digamos, ali a três quartos. Se nada disser trazem-me uma chávena com uma gotícula no fundo que faz menos volume do que as moedas – se colocadas na horizontal - necessárias para a pagar. Deve ser uma modernice qualquer. Uma mania pretensamente gourmet, ou assim. Ou para poupar na luz e na água, ou isso. É que no café já eles poupam muito com as misturas que fazem. Alegadamente, claro. 

Por estas e por outras prefiro cada vez mais beberricar o meu cafezinho em casa. Além de mais barato e de saber que ponho os beiços numa chávena limpa, não tenho de pagar quase um euro – ou mais, dependendo da espelunca – por uma quantidade de liquido preto de qualidade duvidosa que cabe numa carica virada ao contrário.

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