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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Ausências notadas na blogosfera local

por Kruzes Kanhoto, em 30.11.09
Raramente neste espaço teci comentários ou analisei aquilo que se vai passando - ou não – na blogosfera local. Das poucas vezes que o fiz fui mal interpretado, provavelmente por escrever de forma pouco escorreita ou, embora coloque sérias reservas quanto a essa possibilidade, os que se sentiram lesados não disporem de um sentido de humor minimamente razoável ou manifestarem uma clara intolerância à critica. Não é, claramente, o caso daqueles a quem hoje me vou referir - os meus amigos Albino e José Ramalho – que, de forma nenhuma, integram qualquer dos grupos acima mencionados.
Claro que cada um sabe de si, se fosse religioso acrescentaria que Deus sabe de todos, mas não posso deixar de manifestar a minha estranheza e, sobretudo, o meu lamento pela retirada que ambos parecem ter feito destas lides e terem deixado as “trincheiras da internet” local bastante mais pobres. Mesmo sem participar nas “lutas” que ambos travaram - não necessariamente um com o outro, como é óbvio – tenho acompanhado de perto os seus blogues, que lia com prazer, e habituei-me a considerá-los como verdadeiras referências da blogosfera de Estremoz. Até porque, sempre o afirmei, os propósitos que os motivavam a escrever eram muitíssimo mais nobres que os meus.
Para manter estes espaços é necessário, entre outras coisas, muita paciência. Sei por experiência própria que há gente – alguma até perigosamente perto – que tem um gosto especial em encher com ofensas, a tudo e a todos, as caixas de comentários. Muitas vezes, arrisco-me a dizer quase sempre, apenas com o objectivo de silenciar o autor através da saturação que, supõe, este possa atingir perante a persistência da crítica, da ameaça ou do insulto (não confundir com “pressões” porque quanto a isso já é sobejamente conhecido aquilo que penso). É essa vontade de contrariar – ser do contra dá-me um gozo do caraças! - que, mesmo após este blogue ter perdido o principal motivo da sua existência, me faz continuar. Não que eu seja grande exemplo mas, neste caso, acho que deviam fazer o mesmo!
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