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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Assalto facturado

por Kruzes Kanhoto, em 20.11.11

Tudoserve de pretexto para nos irem ao bolso. Vejam-se, por exemplo, asfacturas da água ou da electricidade. São tantas as parcelasfacturadas, a suportar pelo consumidor, que chega a ser difícilperceber o que efectivamente gastámos em água ou luz e quanto doque nos é facturado vai para aquilo a que, eufemisticamente, chamamde taxas, impostos e outros contos do vigário.
Masparece que, ainda assim, não chega. É preciso mais. Cada vez mais.Novas taxas, tarifas, impostos, sobre-taxas e tudo o que a fértilimaginação da gentalha que manda destas coisas conseguir inventarirão, num futuro não muito longínquo, juntar-se ao extenso rol doque todos os meses temos de pagar. Deve ser a isso que chamamsacrifícios. Só falta dizerem que lhes dói mais a eles do que anós...
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