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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Animalistas, os novos terroristas.

por Kruzes Kanhoto, em 27.08.18

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Esta mania de equiparar, no âmbito dos direitos, os animais às pessoas já ultrapassou há muito aquela fase do ridículo. Que provocava risota. Hoje é um tema que suscita preocupação. Muita, mesmo. Os maníacos autointitulados defensores da causa animal têm conseguido impor as suas ideias e, mais cedo do que tarde, os seus conceitos de vida tornar-se-ão obrigatórios para todos. 

Não é que me importe que os cavalos que puxam as charretes gozem de semana inglesa.  Ou que os cães que guardam os rebanhos trabalhem por turnos para evitar, coitados, um excesso de horas de trabalho. Igualmente não me aflige o fim das touradas. A isso o mercado se encarregará de colocar um ponto final. O que me aborrece de verdade é que tudo isto faz parte de uma estratégia perigosa e que, depois destas, outras causas virão. Algumas até já se perfilam. Como, por exemplo, reconhecer o animal como mais um elemento do agregado familiar para efeitos fiscais ou outros de natureza civil e social.  

Mas o objectivo – claramente já assumido por algumas destas organizações, diga-se - é eliminar a carne da alimentação humana. Será uma questão de tempo. Parece que a alternativa serão os insectos. A ideia está aí. A menos que antes disso se conclua que, afinal, uma melga também tem sentimentos.

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