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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

A anti-aérea

por Kruzes Kanhoto, em 16.08.10
Esta foto foi obtida, embora da sua apreciação não resulte claramente essa percepção, junto á estrada nacional dezoito, na entrada - ou saída para quem vai em sentido contrário - de Estremoz. O local é problemático e altamente propicio a investidas contra o património alheio feitas, normalmente, por terra. Mas nem sempre. Algumas aves - passarões, vá – atacam também pelo ar e deitam o bico a tudo o que podem. Para se defender, um morador da zona adoptou uma peculiar estratégia de defesa e montou uma verdadeira anti-aérea à base de garrafões de água. 
Desconheço se o estratagema funcionou e o objectivo de preservar os figos do ataque da passarada terá sido atingido. Acredito que sim. Os rapinantes de duas asas não terão ainda descoberto quanto inofensivo é o plástico. O mesmo não se pode dizer de outras aves, que há muito descobriram que sapos – usados noutro tipo de defesa de bens colocados mais próximos do solo – são manifestamente incapazes de evitar os avanços dos amigos do alheio. Nem mesmo os de uma certa e determinada espécie.
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