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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Quem anda à chuva...

por Kruzes Kanhoto, em 06.03.18

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Parece que o Presidente da Republica era para vir cá – a Estremoz - assistir a qualquer coisa da tropa. Ou a outra macacada igualmente inútil, não sei ao certo. Mas não veio. Diz que foi a chuva que o terá demovido. Mas isso pouco importa. Não veio não abalou, como diria a minha avó. E, acrescento eu, não se notou a falta. Mas, ao contrário do que seria expectável face ao argumento que alegadamente terá servido para a escusa, não ficou em casa. Foi a Beja. E apanhou chuva. Pouca. Que por lá, para azar daqueles compadres, não tem chovido por aí além.

Nisto da presidencial visita que não chegou a acontecer há, apenas, uma questão que me deixa inquieto. O argumento. Ou melhor, o alegado argumento pois nem sei se é verdadeiro. Então o homem é o chefe supremo das forças armadas e tem medo da chuva?! Que diabo, sempre ouvi dizer que chuva civil não molha militares!

 

 

 

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Anormalidades

por Kruzes Kanhoto, em 04.03.18

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Uns quantos ramos de árvore caídos, ruas com um palmo de água e um ou outro telhado que vem abaixo por causa dos alegados temporais não constituem – excepto, obviamente, se envolveram a perda de vidas humanas – qualquer espécie de drama. É normal. Devia ser o pão nosso de cada Inverno. Drama, tragédia, horror e toda a categoria de cataclismos que quisermos é regatos como este, que há cinquenta anos corriam durante seis meses, não correrem agora mais do que seis dias. Se calhar, digo eu, é capaz de ser mais anormal do que as ondas galgarem a marginal quando uma qualquer tempestade coincide com a subida da maré...

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Não gosto que me apontem armas. É uma coisa que me aborrece...

por Kruzes Kanhoto, em 03.03.18

Esta semana Vladimir Putin anunciou ao mundo uma nova geração de armas nucleares que, a acreditar no homem, farão já parte do arsenal da Rússia. Ora, como gajo preocupado com estas coisas, procurei saber a posição do Partido Comunista e, nomeadamente, da sua agência para estes assuntos. Um tal Conselho Português para a Paz e Cooperação. Que, dada a sua intensa actividade em defesa da convivência pacifica, esperava eu já se tivesse pronunciado no sentido de condenar veementemente mais esta ameaça à paz celestial entre os homens. E as mulheres. E os coisinhos, também. Que aqui no Kruzes não se discrimina ninguém.

Tempo perdido. Afinal nem uma palavrinha. Nem o PCP nem a organização palhaça por si patrocinada se revelam preocupados por a Rússia ter apontadas às nossas cabeças mais umas quantas armas. A preocupação da camaradagem é apenas dirigida à Nato e aos patifes dos americanos. Camaradas, pá, Como é que eu vos hei-de explicar isto? Se um maluco de qualquer dos lados apertar o botão e houver uma guerra nuclear, batemos todos a bota. Mas a nós, embora se isso acontecer importe pouco, a arma que nos mata é a dos vossos amiguinhos russos. E a vocês também, mesmo que tenham a foice e o martelo pintados na testa.

Só mais um pormenor, camaradas. Não sei se já repararam mas a URSS acabou vai para trinta anos. Talvez constitua uma novidade para vocês mas, acreditem, o Putin é tão comunista como o Cavaco. Não consigo, por isso, descortinar razões para terem tanta admiração pelo novo czar. Ou será aquilo do inimigo do meu inimigo é meu amigo?! Poucochinho, se for isso. E, normalmente, dá mau resultado. Vejam o exemplo do Sporting...

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Agricultura da crise

por Kruzes Kanhoto, em 02.03.18

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E pronto, voltámos ao mesmo. Nem, de resto, outra coisa seria de esperar. Estamos de novo a gastar à tripa-forra, esturrando tudo o que temos e, mais preocupante, o que não temos. Em futilidades, de uma maneira geral. Mas não admira. Venderam-nos a ideia que a página da austeridade estava virada enquanto, em simultâneo, nos convenceram que somos ricaços outra vez. Ainda que em matéria de aumento esse conceito apenas se aplique aos impostos. Mas, apesar de tudo, não consigo culpar apenas os políticos por esta tragédia anunciada. Os culpados somos nós. Ninguém nos manda acreditar em caloteiros inveterados com larga experiência em estourar com todos os limites da divida pública.

É por isso que, mesmo em tempo de suposta abastança, vou mantendo aquilo da agricultura da crise. Para não estranhar quando voltarmos a ser pobres. Desde que haja coentros, poejos e pão um alentejano não passa fome.

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Putedo, pirataria e parvoíce

por Kruzes Kanhoto, em 01.03.18

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O clubezeco de futebol do porto, diz, vai recorrer para o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos por causa daquela coisa da pirataria. Ou da devassa do sistema informático de uma empresa, relativamente à qual tem andado a divulgar os dados devassados. Algo que tem a ver com a impossibilidade de continuar a praticar, reiteradamente, um crime. Faz muito bem aquela agremiaçãozita. Já cá se me constou que Oliveira e Costa, Duarte Lima, Pedro Dias e outros que tais são gajos para seguir o exemplo...

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Chove!!!!

por Kruzes Kanhoto, em 01.03.18

Ó chuva és a minha crença

Nem que eu morra afogado

Ainda assim não me compensa

Das secas que tenho passado

 

A chuva, finalmente, começou a cair em quantidade significativa. Ainda bem. Que a prolongada ausência de pluviosidade estava a causar inúmeros sarilhos. Nomeadamente aqui, no Alentejo. Isto enquanto uns quantos alarves passam o dia nas televisões a falar do mau-tempo. Mau-tempo o raio que os parta, pá! Está um tempo espectacular, isso sim!

 

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