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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

É a ditadura, estúpido!

por Kruzes Kanhoto, em 05.01.17

"Esperem um minuto, agora tenho de ter cuidado com o que digo sobre Donald Trump?"

Esta inquietante questão, suscitada por um jornalista americano a que o Público deu voz, surge na sequência do facebook ter censurado uma publicação onde os apoiantes do Presidente eleito eram, entre outros mimos, apelidados de fascistas.

Deu-me graça, isto. O homem, uns quantos comentadores aparvalhados e, provavelmente, o jornal em questão ficaram visivelmente transtornados. Para eles a democracia, a liberdade de expressão e o direito a expressar o que vai na alma apenas se deve aplicar àquilo que coincida com a sua visão do mundo. Aplaudem o encerramento de sites e a censura imposta nas redes sociais a quem opina contra a invasão muçulmana da Europa ou critica determinados comportamentos, mas estranham que o mesmo aconteça quando usam as mesmas práticas contra pessoas que, no uso dos seus plenos direitos democráticos, se atrevem a pensar a escolher, no uso da sua liberdade individual e de pensamento, o candidato que muito bem entendem. Estranho conceito de democracia, este. Se calhar estamos é a viver numa corrupta ditadura mediática e ainda não demos por isso.

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Alguém anda a levar a Mortágua a sério...

por Kruzes Kanhoto, em 04.01.17

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Ainda bem que não sou milionário. Nem, por sorte, multimilionário. É que, a ser verdade o que tem sido relatado na comunicação social especializada em patifaria diversa, a malta do crime está a descobrir um novo filão. Os ricaços. Diz que dois destes cavalheiros foram, por estes dias, espoliados de parte dos seus bens. Isto ou a malta do gamanço está a seguir à letra a conversa da Mortágua sobre aquilo de ter a coragem de ir buscar o dinheiro a quem o tem ou, então, é mesmo azar. Muito azar. Quiçá apenas coincidência. E esta é a parte que me deixa desconfiado. Nomeadamente quanto aos elevados valores que levaram sumiço. Desconfio que se esta vaga de assaltos continua, vamos ter que resgatar também as seguradoras...

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Método de poupança. Forçada, no caso.

por Kruzes Kanhoto, em 03.01.17

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Métodos de poupança é o que mais há. Quase tantos como maneiras de gastar dinheiro. Por ser inicio do ano não têm faltado dicas acerca do assunto. Deve ser uma espécie de motivação ou isso. Por mim não alinho muito nessas práticas. Tenho quem o faça por mim. Gente simpática, que se preocupa comigo e com as minhas economias. Tanto que, de agora em diante, vão todos os meses retirar uma parcela ao meu ordenado. Diz que me será entregue apenas lá para Novembro. Vésperas de Natal, quase. Garantem-me que, com este método, consigo poupar o equivalente a meio mês de estipêndio. E já avisaram que para o ano a coisa duplica. Vai chegar mesmo ao mês inteiro. A poupança. Ou corte de vencimento, na minha perspectiva. 

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A carneirada não se importa...

por Kruzes Kanhoto, em 02.01.17

Mais uma trapalhada. Que é, simultaneamente, o enésimo aumento de impostos promovido pela geringonça. Nada que inquiete as massas, a comunicação social ou os comentadores televisivos. O que não admira. Nomeadamente quanto aos últimos. A maioria deles são reformados e estão eternamente gratos ao Costa pela devolução de milhares de euros da sua choruda reforma. Conquistada, por quase todos, sabe-se lá como. Ou, melhor, saber até se sabe. Estiveram sempre do lado certo do tacho.

Isto a propósito do subsidio de refeição da função pública, pela primeira vez, deixar de constituir o referencial para a isenção de IRS e TSU. É assim que, graças ao Partido Socialista e respectivos apêndices, a partir de Agosto e até final do ano – depois logo se vê, todos vamos pagar mais impostos. Outra vez. Mas nada disso importa. Ninguém quer saber. Mau, mas mesmo muito mau, era se fosse o outro parvo que lá esteve antes a fazer estas coisas. Isso é que era o diabo. Assim, lá vamos cantando e rindo. Apesar do cheiro a enxofre ser cada vez mais intenso.

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