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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

É capaz de existir ainda alguma diferença entre pessoas e cães...não sei, digo eu!

por Kruzes Kanhoto, em 09.12.15

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Se há comentários que merecem ser apagados este não é, seguramente, um deles. Merece reflexão. Mesmo que acerca dele não haja muito para acrescentar. Esta criatura parece demonstrar uma visceral aversão pelos outros seres humanos. Causam-lhe nojo, pelos vistos. Se os pais pensassem assim o mais certo era não estar cá para escrever estes disparates. O que, diga-se, tornaria o mundo um lugar melhor. Seja como fôr, dentro de alguns anos provavelmente alguém vai ter de lhe voltar a limpar o vómito, a baba e o cocó. Coisa que, caso desse uso ao cérebro, já devia ter percebido.

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Há muito tuga corajoso escondido atrás de um teclado...

por Kruzes Kanhoto, em 08.12.15

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O post anterior esteve em destaque no Sapo - obrigado equipa dos blogs do Sapo - o que atraiu um inusitado número de visitantes e originou uma quantidade de comentários absolutamente fora do normal. Insultuosos na sua maioria, discordantes quase todos e impublicáveis uma dúzia deles. Nada disso me surpreende. Nem, sequer, me aborrece. Pelo contrário. Diverte-me.

O conteúdo do post parece ter irritado muita gente. Ainda bem. Era essa a ideia. Seguir-se-ão outros sobre as pessoinhas que empatam as filas nas caixas dos supermercados. Ou que conduzem a dez à hora. Ou que não apanham os cocós dos cães. Só porque quero. E também porque posso.

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Vá lá pessoas modernizem-se. Adiram ao Home banking!

por Kruzes Kanhoto, em 06.12.15

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Se há coisa que me aborrece é ficar largos minutos à espera que uma criatura qualquer pague as contas, suas e de todos os familiares, no multibanco. Mais desesperante ainda se, após cada pagamento, fizer uma consulta ao saldo da conta. Tudo assuntos que podem, com muito mais segurança e tranquilidade, ser feitos em casa. Mas não. Vá lá saber-se porquê há ainda quem prefira fazê-las na rua. Uns corajosos, é o que é. Não só revelam um destemor enorme face à bandidagem, como não se importam de enfrentar os olhares de desprezo dos que têm de aguentar pela conclusão das suas transações. É por estas e por outras – mas especialmente por estas, reconheço – que me agrada a ideia de lançar um imposto sobre este tipo de operações. O que até se pode concretizar em breve se essa for a vontade do PCP.

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Governo fantoche e deputados “faztudos”

por Kruzes Kanhoto, em 05.12.15

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Contrariando aquelas teses populistas que asseguram ser os deputados pessoas pouco dadas ao trabalho, temos agora, que me lembre pela primeira vez vez, um parlamento disposto a trabalhar. Até demais, a julgar pela amostra dos primeiros dias. Trabalham por eles e pelo governo. Preparam-se para legislar acerca de tudo e de todos. Como se não houvesse amanhã. Está tudo previsto. Desde os temas fracturantes às nacionalizações. Do fim dos exames à proibição das praxes. Deverá seguir-se, quiçá, a criminalização do piropo. Ou, com a obsessão que este gente tem com as bichas, a fixação administrativa de preços dos bens de consumo.

Bem visto bem visto nem precisávamos de governo. A Assembleia da Republica faz-tudo. E é isso, mais ainda que as maluquices do ilegítimo, que me faz temer o futuro. Daqueles “faztudos” qualquer coisa se pode esperar.

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O primeiro que acenda a luz... (actualizado)

por Kruzes Kanhoto, em 04.12.15

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Assim que as trevas da noite caem sobre a terra, diz que ali para os lados do resort cá do sitio fica um breu do caraças. Nem uma luzinha se acende. Parece que a EDP se fartou de fornecer energia gratuitamente às centenas de habitantes e tratou de resolver o problema. Electrodomésticos de toda a espécie serão, enquanto a normalidade não for reposta, monos sem utilidade. Uma chatice. Ou não, nunca se sabe. O pagode que por lá vive, estranhamente, não está a ser particularmente efusivo na reacção ao acontecido. Às tantas até andam satisfeitinhos – e satisfeitinhas - da vida. Daqui por uns mesitos ficamos a saber...

 

Actualização - Diz que o assunto estará resolvido e a luz regressado ao resort. Parece que agora irão "abastecer-se" de energia noutro poste um pouco mais distante. Tudo isto alegadamente, como é óbvio.

 

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Bombas boas e bombas más

por Kruzes Kanhoto, em 03.12.15


Os russos andam há semanas a bombardear a Síria. Não se sabe ao certo para quê, pois ao que garantiram fontes altamente credíveis - sites comunistas da América-latina amplamente citados por cá – no fim de três ou quatro dias já tinham aniquilado mais de noventa por cento do Daesh. Mas, independentemente do tempo que estão a demorar a rebentar com os restantes dez por cento, o que impressiona é a invulgar pontaria da aviação russa. Nem uma criança esventrada, uma velhinha desgrenhada a lamentar o rebentamento da casa ou um habitante indignado pela criminosa violência e a clamar vingança pelos actos criminosos de uma potência imperialista. Nada. Nicles. As bombas estão a acertar em cheio nos alvos e isso dos danos colaterais é coisa que nem sequer existe. Para desespero das TV's e dos próprios terroristas, presumo.

Já a hipótese de alguns países ocidentais se juntarem aos bombardeamentos está a provocar a ira de alegados pacifistas. Acreditam estes idiotas inúteis que estas acções irão provocar uma mortandade geral. Manifestam, vá lá saber-se porquê, uma evidente falta de confiança na pontaria dos pilotos franceses, ingleses e americanos. De qualquer forma, podem sempre colocar em prática aquela tese fantástica das flores que derrotam armas, que ouvimos tão propalada quando dos atentados de Paris. Mandem muitas flores para a Síria e o Iraque. Depois digam se resultou.


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Indignação de barriga cheia

por Kruzes Kanhoto, em 02.12.15

Percebo a indignação dos reformados relativamente à anterior governação. Foram chamados, pela primeira vez, a partilhar as dificuldades de um Estado falido e isso, por mais que se tente justificar, dificilmente é compreendido por quem é vitima daquilo que considera ser uma injustiça. Compreendo-os, reitero. Até porque fui, de longe, muitíssimo mais prejudicado do que eles. Logo a começar, ainda no tempo do outro governo socialista, pelo fim do abono de família para quem auferia, salvo erro, mais de oitocentos euros. Isto enquanto deixava intactas todas as reformas. E sublinho todas. Nessa altura não me recordo de ninguém, desde a Isabel Moreira à outra senhora anafada da associação de reformados, achar que estávamos perante uma inqualificável injustiça. Nem, sequer, me lembro de ter ouvido falar nessa coisa da solidariedade intergeracional. Ou lá o que chamam àquilo de cortar os direitos aos novos para manter os dos velhos.

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Organizem-se!

por Kruzes Kanhoto, em 01.12.15

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As famílias portugueses têm cada vez menos filhos. O que, presumo, no conceito de uns quantos iluminados deve constituir uma espécie de evolução social, de melhoria da qualidade de vida ou outra parvoíce qualquer que os alarves bem pensantes e fazedores de opinião em geral gostam de papaguear.

Os portugueses estão, também, cada vez mais tolerantes. Excepto na politica e no futebol. Quando ao resto aceitam tudo. Agora até parece que inventaram uma idiotice qualquer de “especismo” ou lá o que é. Diz que é assim uma coisa tipo discriminação mas aplicada quando não se dão à bicheza os mesmos direitos que gozam as pessoas. Deve ser por isso – consta - que aquilo do tudo ao molho será cada vez mais frequente. Modernices.

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