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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Afinal o tamanho importa?

por Kruzes Kanhoto, em 17.03.14

Ganhara vida a tirar a roupa – a própria, não a de outrem – é umaactividade tão nobre como outra qualquer. Desde que existam parvos eparvas em número suficiente dispostos a pagar para ver alguémdespojar-se dos trapos que tem em cima, não me parece que se tratede algo condenável. E digo parvos porque não encontro nada maissimpático para chamar a alguém de vinte, quarenta ou sessenta anosque pague para ver outra pessoa a despir-se. Mesmo que a coisaenvolva contornos de alguma excentricidade. Como um anão, porexemplo. Embora, talvez, isso da excentricidade no caso não seaplique muito e evolua antes para alguma espécie de demência.
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Afinal o tamanho importa?

por Kruzes Kanhoto, em 17.03.14
Afinal o tamanho importa?
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"O privado funciona muito melhor que o público". Sim, se tivermos um mandarete...

por Kruzes Kanhoto, em 16.03.14
Por razões que não vêm ao caso, os últimos dias foram ocupados a tratar de questões burocráticas. O calvário burocrático envolveu deslocações a repartições públicas, bancos, correios e, lojas que tratam de assuntos de empresas que já não têm delegação cá na terra. Tudo locais que evito como a mourama o toucinho.
A minha experiência a lidar, do lado de cá, com a burocracia não é grande. Mas, surpresa das surpresas, nos diversos organismos públicos onde me desloquei encontrei gente simpática, atenciosa e um serviço desburocratizado. De excelência, diria. O pior – e, confesso, mais surpreendente – foi o contacto com os privados a que tive de recorrer. Filas intermináveis, quase terceiro mundistas, um número de “colaboradores” manifestamente insuficiente para tanta procura e – suprema surpresa - uma burocracia que já não se usa. Nem na administração pública. Uma lástima, em suma. Mas que recomendo vivamente a todos os que andam por aí a pregar a tal reforma do Estado. 
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"O privado funciona muito melhor que o público". Sim, se tivermos um mandarete...

por Kruzes Kanhoto, em 16.03.14
"O privado funciona muito melhor que o público". Sim, se tivermos um mandarete...
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Pagar e morrer é a última coisa que se faz na vida. Não necessariamente por esta ordem...

por Kruzes Kanhoto, em 13.03.14

Éum lugar comum dizer-se que uma imagem vale mais do que mil palavras.Mas este é um dos casos em que tal expressão se aplica naplenitude. Até porque não tenho tempo para escrever mais nada.Preciso de ali renegociar uma divida. Aproveitando a onda, vou tentarconvencer um credor a quem devo cem euros a aceitar oitenta e damos ocaso por encerrado. Entretanto, como continuo à rasca e já que voufalar com ele, peço-lhe mais cinquenta e, quando calhar, pago-lhe.Ou renegoceio, sei lá.   
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Pagar e morrer é a última coisa que se faz na vida. Não necessariamente por esta ordem...

por Kruzes Kanhoto, em 13.03.14
Pagar e morrer é a última coisa que se faz na vida. Não necessariamente por esta ordem...
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Ganhem juízo, pá!

por Kruzes Kanhoto, em 12.03.14
Diz a imprensa de hoje que Sócrates irá participar na campanha para as eleições europeias. Este facto, a revelar-se verdadeiro, constituirá uma excelente noticia para Passos Coelho e deixará, por outro lado, António José Seguro à beira de um ataque de nervos. E também de perder o lugar seja qual for o resultado eleitoral. Que, presumo, será o objectivo do ex-primeiro ministro e de toda a ala socrática.
Verdade que o individuo que mais contribuiu para rebentar com as contas públicas e que iniciou o saque aos bolsos dos portugueses, continua a desfrutar de enorme popularidade entre os ignorantes, alguns carreiristas do partido e todos os que vivem do esbanjamento desenfreado a que chamam investimento público. Admito, por por isso, que o partido socialista ganhe alguma coisa com a presença do homem na campanha. O que não ganha, de certeza absoluta, é credibilidade.
Existe também a hipótese da reaparição da criatura provocar em muita gente a vontade de o voltar a castigar eleitoralmente. Pela minha parte - e acredito que muitos pensem da mesma maneira – desde que tomei conhecimento da noticia já decidi que, afinal, não me vou abster.
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Ganhem juízo, pá!

por Kruzes Kanhoto, em 12.03.14
Ganhem juízo, pá!
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Isto é um país de ricos. Ou de parvos, não sei ao certo.

por Kruzes Kanhoto, em 11.03.14

Talvez por não ser rico, ao contrário da generalidade dos que se andam para aí a queixar da crise, insisto em pedir factura das despesas que faço. Nomeadamente quando adquirobens ou serviços em que posso deduzir no IRS quinze por cento do IVAsuportado. Daí que seja frequente deparar-me com situações mais oumenos estranhas. Ou, apenas, relativamente esquisitas. Este será,eventualmente, mais um caso. No estabelecimento em questão aimpressora das facturas serve apenas de enfeite. Não funciona. Poravaria ou outra coisa qualquer. Mas nem precisava de lá estar.Ninguém, mas mesmo ninguém, pede factura. Talvez por isso me tenhasido emitida - sem qualquer reservas, diga-se - esta coisa. Vamos verse, como espero, vale cinco cêntimos de beneficio fiscal. 
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Isto é um país de ricos. Ou de parvos, não sei ao certo.

por Kruzes Kanhoto, em 11.03.14
Isto é um país de ricos. Ou de parvos, não sei ao certo.
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Jornalismo de sarjeta

por Kruzes Kanhoto, em 10.03.14
Num tempo só relativamente distante a comunicação social indignava-se por algumas funcionárias de um grande hospital terem, alegadamente, aproveitado a sua condição de trabalhadoras da instituição para, não menos alegadamente, tratar de melhorar a aparências das mamocas à pala.
Mais recentemente foi amplamente noticiado que umas quantas funcionárias públicas mais hirsutas andariam a fazer a depilação à conta da ADSE. Uma fraude, bramaram. Uma vergonha, mesmo, isso de tirar pêlos à conta dos contribuintes. Apesar de – o que, obviamente, não desculpabiliza este comportamento - o sistema de saúde seja pago pelos seus beneficiários e não pelos contribuintes em geral.
Soube um dia destes, igualmente pela comunicação social, que uma freguesia do Porto fornece gratuitamente – ou paga, não sei ao certo – serviço de cabeleireiro às eleitoras idosas da sua área de circunscrição. Não vou, porque não me apetece, fazer grandes considerandos acerca desta forma de esturrar dinheiro. Ou de angariar votos com o dinheiro de todos nós. Prefiro salientar que esta medida não foi apresentada em tom indignado, nem pretendeu promover a indignação dos restantes portugueses que não desfrutam deste serviço. Pelo contrário. Foi apresentada como uma medida boa. Fofinha, quase. Coisas do jornalismo merdoso que vamos tendo. 
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Jornalismo de sarjeta

por Kruzes Kanhoto, em 10.03.14
Jornalismo de sarjeta
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Apontar é sempre feio

por Kruzes Kanhoto, em 08.03.14
Talcomo em muitas outras localidades, também por cá, amanhã vaivoltar a ser dia de desfile carnavalesco. A chuva não permitiu asaída dos alegados foliões no domingoanterior e, vai daí, o pessoal volta a desfilar uma semana depois.Mesmo fora de época. Sopas depois de almoço, como sabiamente diriaa minha avó.
Percebomuito pouco destes carnavais. É, diria, daquelas coisas que setivesse de elaborar uma lista deinteresses – assim tipotop dez - era capaz de figurar em centésimo vigésimo nono. Deveser por isso que não achei grande piada ao último desfile.Nomeadamente a este grupo de caçadores. Pensava eu que ainda seensinava às criancinhas que, seja em que circunstância for, umaarma, mesmo de brincar, nunca se aponta a ninguém. Pelos vistos jánão é assim. Por mim,seja ou não Carnaval,continuo a levar a mal.  
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Apontar é sempre feio

por Kruzes Kanhoto, em 08.03.14
Apontar é sempre feio
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Emigrante ajuda a identificar gorduras do estado

por Kruzes Kanhoto, em 05.03.14

SegundoFernando Tordo, um dos mais mediáticos emigrantes portugueses, asautarquias são o grande empregador dos artistas em Portugal. Nadaque o país não suspeitasse. Ou pelo menos parte dele. Ogoverno é que ainda não deve ter dado por nada. Acabar com essapouca-vergonha – muita, no caso – devia constituir uma prioridadegovernativa. Mas não. Reduzir vencimentos e aumentar impostos émuito mais fácil. Com a vantagem de não ter de aturar autarcasciosos da autonomia do poder local. Ou lá o que é que chamam a issode esturrar dinheiro à tripa-forra.
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Emigrante ajuda a identificar gorduras do estado

por Kruzes Kanhoto, em 05.03.14
Emigrante ajuda a identificar gorduras do estado
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Pontualidade?! Hummm...

por Kruzes Kanhoto, em 04.03.14

Apontualidade nunca foi uma característica de que os portugueses sepudessem orgulhar. Mas isso está a mudar. Pode até dizer-se queestamos a investir no sentido de proceder a uma mudança nessecomportamento. Há que chegar a tempo - ao trabalho, nomeadamente –e partir a horas. Usando as mais modernas e actualizadas tecnologias.Um bocadinho caras, também. Principalmente para um Município que até precisou de se socorrer do PAEL por, alegadamente, não ser lá muito pontual a pagar as contas.
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Pontualidade?! Hummm...

por Kruzes Kanhoto, em 04.03.14
Pontualidade?! Hummm...
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Cuidado com a carteira, vem aí o IRS!

por Kruzes Kanhoto, em 02.03.14
Este será, provavelmente, o melhor simulador para a declaração de IRS pago em 2013 a entregar em 2014. Trata-se de uma folha de cálculo muito bem elaborada e actualizada de acordo com o enorme aumento de impostos.
Pena que não funcione na sua plenitude em software livre. No LibreOffice, por exemplo, nem todas as suas funcionalidades estão disponíveis. O que não impede, mesmo assim, que o calc – a alternativa gratuita e legal ao excel – lhe diga quanto é que tem a pagar. Reitero, a pagar, porque isso de alguns receberem um reembolso trata-se apenas da devolução do que já tinham pago em excesso. Ninguém, mas mesmo ninguém, recebe IRS. 
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Cuidado com a carteira, vem aí o IRS!

por Kruzes Kanhoto, em 02.03.14
Cuidado com a carteira, vem aí o IRS!
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