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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Histórias da carochinha

por Kruzes Kanhoto, em 18.06.13
Háquem acredite que em Abril de 1974 andávamos quase todos descalços.Assumem-no como um facto indesmentível. E que ninguém se atreva acontradizê-los. Só falta, mas tenho esperança de ainda encontraruma dessas pérolas, garantirem que foi o companheiro Vasco queforneceu o primeiro par de sapatos a oito milhões de portugueses. Oumais.

P.S- Esta estimativa é baseada nos portugueses descalços que, segundoo autor da resposta ao meu comentário, circulavam por essa altura naAvenida de Roma..
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Histórias da carochinha

por Kruzes Kanhoto, em 18.06.13
Histórias da carochinha
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Inquietações

por Kruzes Kanhoto, em 17.06.13
Nãofaço juízos de valor acerca da greve dos professores. Primeiroporque não tenho nada que os fazer, segundo porque quem perde o seuo tempo a ler o que por aqui vou escrevendo sabe o que penso emrelação a algumas das questões que conduziram a esta luta e, porúltimo mas mais importante, porque não me apetece.
Há,no entanto, algo que me inquieta. Muito deve ter mudado nosindicalismo nacional desde o tempo em que eu ligava a essas coisas.Recordo-me de, nessa altura, por ocasião de uma greve da funçãopública que se realizou praticamente nas vésperas de umas eleiçõesquaisquer, um sindicato ter recomendado aosgrevistas que, apesar da greve, fosse garantido que a realização doacto eleitoral não sairia prejudicada.
Poucome importa se eram os sindicatos de antanho que estavam certos e osde agora que estão errados. Ou o contrário. Ou se ambos estãocertos. Ou ambos errados. Mas tenho a certeza quanto a uma coisa.Alunos, funcionários públicos e professores são muito maisimportantes do que políticos ou sindicalistas. O passado não deixadúvidas quanto a isso. E o presente também não.  
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Inquietações

por Kruzes Kanhoto, em 17.06.13
Inquietações
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A fé está pela hora da morte

por Kruzes Kanhoto, em 16.06.13
OEstado é laico. Mas isso é o que está escrito na Constituição. Arealidade, nessa como noutras temáticas, nem sempre tem grandeaderência à lei fundamental do país. Certamente estribado em leisque garantem a legalidade do procedimento, na tradição secular queimportará assegurar e, se necessário for, em vários pareceres quegarantirão a regularidade da acção, o poder politico não hesitaem promover manifestações de carácter religioso. Veja-se o exemplode uma empresa municipal que entendeu contratar à paróquia da terraa organização de uma procissão. Pagando para isso, naturalmente.
Julgavaeu – vejam lá a minha ignorância - que isso de organizarprocissões era coisa da competência, em rigoroso exclusivo, daigreja. E que ninguém lhe pagava para as fazer. Até porque - mas láestá, eu não percebo nada disso - não hão-de ser eventosespecialmente caros. Tinham mesmo a impressão que se faziam deborla. Esta não foi o caso. Custou(-nos) dezoito mil euros.
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A fé está pela hora da morte

por Kruzes Kanhoto, em 16.06.13
A fé está pela hora da morte
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Será algo relacionado com o nome?

por Kruzes Kanhoto, em 15.06.13

Há,diz-se, quem seja capaz de vender a própria mãe. De vender a dosoutros – ou qualquer outra coisa - todos somos capazes. É, pelomenos, o que parece deduzir-se do significado desta expressão. Secalhar será mesmo assim. Vem isto a propósito de um poetacolombiano que pretenderá vender os testículos. Provavelmente nãolhe farão falta nenhuma. Já o dinheiro que espera obter com ainsólita venda vai dar-lhe muito jeito. Para viajar pela Europa. Dizele. O Brochero, assim se chama a criatura.
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Será algo relacionado com o nome?

por Kruzes Kanhoto, em 15.06.13
Será algo relacionado com o nome?
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Lamentavelmente não havia outra...

por Kruzes Kanhoto, em 15.06.13

Depoisde aqui ter manifestado o meu desencanto pela ausência deprodutividade da cerejeira que ornamenta o quintal cá de casa, queparece não servir para mais nada do que fazer sombra e crescer parao lado dos vizinhos, constatei que estava a ser injusto. Afinal haviauma. Ou melhor, havia “a” cereja. Lamentavelmente, de outra nemsinal. O pior vai ser dividi-la por quatro...
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Lamentavelmente não havia outra...

por Kruzes Kanhoto, em 15.06.13
Lamentavelmente não havia outra...
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Sem projecto, sem licença e sem alvará...

por Kruzes Kanhoto, em 14.06.13
Há noticias que me deixam com os poucos cabelos em pé e  com as restantes pilosidades igualmente eriçadas. Hoje foi a de um casal de reformados que após a aposentação resolveu dedicar-se à agricultura. Nada de mais. Se lá chegar sou capaz de fazer o mesmo. O pior é que, para fazerem as refeições de forma mais confortável, construíram  na propriedade uma mesa e uma churrasqueira em cimento. Grave erro. Agora têm a Câmara lá do sitio à perna.  Diz que se não apresentarem um projecto, daqueles todos catitas assinado por um arquitecto, vão ser multados. Talvez até a obra venha a ser demolida, digo eu. 
Presumo que a “obra” seja um mamarracho. Talvez constitua mesmo um daqueles atentados urbanísticos que por aí se vão vendo. Fará, portanto, a autarquia muitíssimo bem em zelar pela qualidade de vida dos outros munícipes afectados pela construção. Exigir um estudo de impacto ambiental, um arranjo paisagístico da zona envolvente e, quiçá, a reversão para a Câmara de uma parcela do terreno circundante, não me parece de todo descabido. Isto, claro, para além do parecer da CCDR da região, do IGESPAR, da Direcção regional de agricultura, dos bombeiros e de mais umas quantas entidades com responsabilidade nestas matérias. Sem isso nada de licenciar o parque de merendas. 
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Sem projecto, sem licença e sem alvará...

por Kruzes Kanhoto, em 14.06.13
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Deixem-me lá levar a "bicicleta"!

por Kruzes Kanhoto, em 13.06.13
Nada percebo de economia. Sou, igualmente, um ignorante em ciências ocultas. Não foi, no entanto, a ausência de conhecimento nestas áreas que, em pleno consolado socretino, me inibiu de publicar a minha opinião acerca do que seriam as consequências das politicas do governo socialista. Fui, à conta disso, alvo de comentários jocosos onde a minha ignorância relativamente ao que escrevia – aqui e noutros locais por onde espalhei os meus bitaites – foi amplamente salientada.
Recordo, também, a satisfação que vi em alguns rostos quando, já no reinado do Coelho, os funcionários públicos ficaram sem subsídios de férias e natal. Reforcei nessa altura a convicção que isso de nada serviria para equilibrar as contas nacionais e, pelo contrário, contribuiria para afundar ainda a economia do país.
Lamentavelmente nem a tralha socrática, que antes apreciavam os cortes e agora os abominam, nem os laranjas podres, que antes achavam pouco os cortes do Sócrates e até queriam cortar mais que a troika mas agora quase têm vergonha de dizer que são do PSD, têm a honestidade intelectual de reconhecer que estavam errados. 
Pela minha parte preferia não o fazer. Teria sido melhor para todos. Mas a verdade é que tive razão em tudo o que escrevi. Nem era, reconheça-se, difícil de calcular que o resultado ia ser este. Portanto, na impossibilidade de o fazer individualmente, devolvo a todos os comentadores – daqui, doutros blogues e foruns e também da “rua” - todos os nomes que me chamaram sempre que previ esta desgraça. Ah, e não precisam de agradecer. 
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Deixem-me lá levar a "bicicleta"!

por Kruzes Kanhoto, em 13.06.13
Deixem-me lá levar a "bicicleta"!
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Os enraivecidos do facebook

por Kruzes Kanhoto, em 12.06.13
As imagens de um grupo de cães a atacar um boi estão a causar um nível de irritabilidade de proporções épicas entre os amigos da bicharada. E não só, sejamos justos. Que a crueldade, principalmente contra os animais, deixa muita gente em choque. A ira sobe de tom quando, como é o caso, envolve figuras mais ou menos conhecidas. Isto, claro, a confirmarem-se a alegada origem das fotos e o não menos alegado local onde terão sido recolhidas. 
As imagens, a serem verídicas, retratam uma malvadez sem limites. Convém, contudo, recordar que nem tudo o que parece é. Não vou sugerir que a cena foi adulterada, as fotos foram objecto de intervenção artística ou que foram obtidas do outro lado do mundo. Acho apenas que a esmagadora maioria dos que as tem comentado podia ser ligeiramente mais comedido nas opiniões.
É por estas, e também por outras parecidas, que considero o “pisco” no “mostrar no feed de noticias”  uma das melhores ferramentas do facebook. Nomeadamente para quem, como eu, não aprecia vídeos de gatinhos fofinhos, não tem interesse em saber o que é o almoço ou o jantar de ninguém, se está nas tintas para que Jesus ou ou santo qualquer nutra por si um grande amor, nem, principalmente,aprecie piadolas de anti-benfiquistas. Ou, como no caso presente, acha  um tudo nada exageradas certas reacções de pessoas aparentemente normais. Mas, se calhar, só aparentemente. 
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Os enraivecidos do facebook

por Kruzes Kanhoto, em 12.06.13
Os enraivecidos do facebook
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Os alhos da crise

por Kruzes Kanhoto, em 11.06.13

Ainda queatacados pela alforra – diz que é assim que se chama a doença queataca esta espécie – os alhos da crise deram uma produção dentrodos limites expectáveis. Presumo, por isso, que a colheita torne acozinha cá de casa auto suficiente quanto a este ingrediente. Masnão sei ao certo. Nessas artes sou um verdadeiro artola. Talvez, mascontinuo igualmente sem certezas, constituam guarnição suficientepara afastar um ou outro vampiro. Se os houver, claro. 
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Os alhos da crise

por Kruzes Kanhoto, em 11.06.13
Os alhos da crise
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Andarilho artilhado

por Kruzes Kanhoto, em 10.06.13


A qualidade dasfotos não é a melhor – pronto, estão uma merda – mas para ocaso não interessa muito. O que importa realçar é o espírito doidoso que conduz este andarilho. Preocupado, talvez, com uma eventualconcentração de velhotes nas deslocações até à casa de banho ou ao refeitório, capaz de provocar algum acidente – assimdo tipo pisar os calcanhares ao parceiro da frente – resolveuinstalar uma buzina no seu auxiliar de locomoção. Ou então foimesmo na brincadeira, apenas para reinar com os seus companheiros ecompanheiras do lar de idosos. 
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Andarilho artilhado

por Kruzes Kanhoto, em 10.06.13
Andarilho artilhado
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