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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

A impunidade. Lá como cá.

por Kruzes Kanhoto, em 16.08.12
Não gosto de ladrões. De nenhuma espécie. Tenho, por isso, alguma dificuldade em compreender a entusiástica admiração que alguns, aparentemente pessoas honestas, vão manifestando relativamente aos roubos que têm vindo a ser perpetrados pelo presidente comunista de uma Câmara da Andaluzia. Uns poderão alegar que não será o único a fazê-lo e que, ao menos, este não o faz em proveito próprio. Outros acreditarão estar em presença de um acto revolucionário, onde os pretensos pobres se apropriam legitimamente dos bens a que têm direito de forma a garantir a sua subsistência.
Por mim o homem não passa de um ladrãozeco reles e cobardolas. Trata-se de um inimputável que, graças ao seu estatuto de político, pode fazer o que muito bem lhe dê na real gana. Isto porque, pasme-se, gozará de uma espécie de impunidade que o colocará a salvo de qualquer percalço de carácter jurídico. A criatura não difere em nada de um banal meliante que sabe estar fora do alcance da lei. Pena que pessoas mais ou menos inteligentes não percebam que neste comportamento não há nada de revolucionário, de construtivo, nem, sequer, de solidário. Só marginalidade. A revolução vai continuar adiada. Temos pena.
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A impunidade. Lá como cá.

por Kruzes Kanhoto, em 16.08.12
A impunidade. Lá como cá.
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Sugestão I ( Ou II...ou mais, não sei ao certo)

por Kruzes Kanhoto, em 15.08.12

Escrevi outro dia sobre oinusitado número de associações que, parece, existem cá pela terrinha. De umaconversa acerca do assunto conclui que estou errado. Ainda não há assuficientes. Falta, entre outras, a Associação dos Amigos da Bjoka. Algo queincentive os seus associados e associadas, população em geral e residentes emparticular, à prática da beijoquice. Teria, de certeza, muito mais utilidade doque outras agremiações de carácter badalhoco que apenas existem por causadaquilo que quase todos sabemos. Fica a sugestão. E o incentivo, também.
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Sugestão I ( Ou II...ou mais, não sei ao certo)

por Kruzes Kanhoto, em 15.08.12
Sugestão I ( Ou II...ou mais, não sei ao certo)
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O local perfeito para a festa certa.

por Kruzes Kanhoto, em 14.08.12

A mudança do local dafestarola que assinala aquilo a que se convencionou chamar a rentrée politicado PSD, do calçadão de Quarteira para o Aquashow, faz todo o sentido. O medodos assobios e de outros protestos mais ou menos ruidosos não terá tido, decerto, influência nenhuma na transferência do ponto de encontro dos veraneanteslaranjas. Até porque dificilmente os sociais-democratas encontrariam um sítiomais indicado para se reunirem em torno do seu líder. Num Pais afogado em dívidas,a escorregar em direcção ao abismo e com o governo a meter água, um parqueaquático é, de facto, o lugar apropriado para o chefe do partido do governogarantir que o caminho é frente. Contra o local escolhido apenas a concorrênciada vizinhança. Ali por perto habitam papagaios, araras e outras aves canoras, comum discurso muito mais coerente.
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O local perfeito para a festa certa.

por Kruzes Kanhoto, em 14.08.12
O local perfeito para a festa certa.
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Os do costume em primeiro lugar

por Kruzes Kanhoto, em 13.08.12

A imprensa noticiava hojeque os serviços competentes para apreciar o assunto estariam a demorar cerca detrinta dias para decidir os pedidos de aposentação apresentados pelos deputadosquando, para a restante plebe, o tempo médio de espera estará a demorar dozemeses. Não consigo encontrar nesta noticia nada de preocupante nemespecialmente perturbador ou criticável. Antes pelo contrário. É, isso sim, deelogiar a celeridade com que tal matéria é tratada. Pelo menos em relação aalguns. Mas também não se pode querer tudo. O esforço, louvável e revelador da dinâmicaactual da administração pública, ainda não será suficiente dar resposta àssolicitações de todos, mas demonstra, a ser verdade o que se publica, umaprática cada vez mais em uso no que diz respeito às prioridades no atendimento.Os ciganos, por exemplo, também são quase sempre atendidos em primeiro lugar nosespaços, públicos ou privados, onde não seja necessário tirar senha. Ecompreende-se porquê.
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Os do costume em primeiro lugar

por Kruzes Kanhoto, em 13.08.12
Os do costume em primeiro lugar
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A cultura da bjeka

por Kruzes Kanhoto, em 08.08.12

Discordo em absolutodaqueles que asseguram estar a sociedade portuguesa adormecida, apática e poucomotivada para participar em movimentos de carácter cívico ou social. Não possoestar mais em desacordo. Senão vejamos o caso de Estremoz. Apesar de se tratarde um concelho do interior, com uma população de catorze mil habitantesespalhada por treze freguesias, maioritariamente idosa e em acelerado ritmo dedesertificação, terá ainda assim, provavelmente, mais de uma centena deassociações dedicadas a tudo o que se possa imaginar.
Poderá discutir-se, emrelação à maioria delas, o mérito das suas actividades - muitas vezescircunscritas a comezainas – ou se a finalidade da sua constituição envolveráaspectos mais ou menos nebulosos. Pode, eventualmente, haver outras que terãotão poucos sócios que facilmente podiam reunir a assembleia-geral ao jantar e adirecção na cama. Haverá, até, algumas cuja existência será apenas doconhecimento daqueles que as constituíram e dirigem.  Ainda assim o número impressiona, quer face aoreduzido número de habitantes ou à diversidade das áreas a que ascolectividades alegam dedicar-se.
Não sei se a “Associação dosAmigos da Bjeka”, agremiação de índole cultural e recreativa com sede nestacidade, se inclui ou não nos itens atrás referidos. Presumo que contribua parao bem-estar dos seus sócios, desenvolva actividades e promova iniciativas. Tudorelacionado, espera-se, com o objecto alvo da sua predilecção. Apoios, estoudesconfiado, não hão-de faltar.
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A cultura da bjeka

por Kruzes Kanhoto, em 08.08.12
A cultura da bjeka
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Haja quem corte nas gorduras!

por Kruzes Kanhoto, em 07.08.12

A acreditar na franquezados argumentos utilizados, a opção do Presidente da Câmara de Sousel deexonerar a sua chefe de gabinete revela-se do mais elementar bom senso. Em temposde crise - embora o dinheiro público devesse ser sempre gerido como se vivêssemosem permanente crise – se há cortes a fazer é precisamente por esse tipo decoisas que se deve começar. Para, se outra razão não houver, dar o exemplo. Oque constitui motivo mais do que suficiente para parabenizar o autarca que assimdecidiu.  
Refira-se, contudo, queno município em causa o gabinete de apoio pessoal custaria aos souselenses antes desta medida – a acreditarnos dados disponíveis no site da entidade - no total dos quatro anos demandato, bastante mais do que o valor do IMI pago num ano pelos proprietáriosde imóveis do concelho. Nada que, certamente, preocupe os pagantes desteimposto. Até porque poucos devem ser os que sabem disso.
Obviamente que ter um gabinete de apoio pessoal não setrata de nenhuma ilegalidade. Nem, sequer, algo de ilegítimo ou condenável a qualquer título. De certeza, também,que a população sairá amplamente beneficiada pelo desempenho das pessoas que o compõeme que em muito auxiliarão os eleitos a decidir melhor nas grandes – e pequenas –questões que diariamente se colocam a quem tem por missão gerir o município.Nada disso está em causa nem, tão-pouco, me interessa ou diz respeito se assimnão for. Acho apenas piada aos números. Que, por mais voltas que se lhes dê,não mentem.
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Haja quem corte nas gorduras!

por Kruzes Kanhoto, em 07.08.12
Haja quem corte nas gorduras!
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Equidade ou lá o que é...

por Kruzes Kanhoto, em 05.08.12

Em muitas circunstânciastenho, aqui no Kruzes, escrito acerca dos políticos em geral e dos autarcas em particular,o que Maomé não diria de um prato de couratos. Nomeadamente quando em causaestá a péssima gestão de recursos, financeiros e outros, a que essa malta nostem habituado. Mas, reconheço, nem todos são esbanjadores incorrigíveis. Um ououtro sabe gerir com prudência e dentro dos limites do rigor as finanças daentidade que governa.
Entre este pequeno grupoestará o Presidente da Câmara da Mealhada. O município não deve um cêntimo aninguém, tem uma situação financeira invejável e, por lá, não se embarca em loucurascomo as que se podem apreciar de uma à outra ponta do país. É por isso queagora está em condições de, em contra-ciclo com a esmagadora maioria das outrasautarquias, proceder a uma baixa generalizada dos impostos municipais.
Para o ano, quandorecebermos o aviso para pagar o IMI, a maioria dos portugueses terá umasurpresa capaz de lhes causar um ataque de brotoeja. Só então muitos irãoperceber que são eles que pagam todos os desvarios que nos últimos trinta anosas câmaras municipais têm vindo a cometer. Nessa altura não valerá a pena esganiçarem-se,nem desatar a gritar impropérios contra o respectivo presidente ou bramar pelafalta de equidade. Gostam de muito alcatrão, obras por todo o lado e de andarsempre em festa?!  Então paguem a conta enão refilem.
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Equidade ou lá o que é...

por Kruzes Kanhoto, em 05.08.12
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Já não alega mais nada...

por Kruzes Kanhoto, em 04.08.12

Um meliante terá sidohoje alegadamente morto. Ao que parece quando, alegadamente, fugia da PSP. Arazão para a fuga teria a ver com alegados roubos que o alegado morto acabara alegadamentede efectuar. O repórter no local informou-nos que o alegado criminoso terá,alegadamente, falecido na sequência de um balázio certeiro alegadamentedisparado por um alegado agente da alegada força policial. Isto porque,alegadamente, não terá parado quando o mandaram ficar quieto. Seria,alegadamente, um jovem muito irrequieto. Hiperactivo, até.
Em jeito de conclusão ojornalista que fazia a cobertura noticiosa do incidente lamentou a formatrágica como o mesmo terminou. Uma dúvida, de imediato, me assaltou o espírito.Ou melhor, uma alegada dúvida. É que isto quando envolve assaltos o melhor seráficarmos sempre no campo das alegações. Seja como for fiquei a cogitar –cogitar é bom, hão-de experimentar - se a tragédia não estaria antes no factode os outros quatro compinchas do alegado defunto ainda andarem por aí…
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Já não alega mais nada...

por Kruzes Kanhoto, em 04.08.12
Já não alega mais nada...
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...

por Kruzes Kanhoto, em 04.08.12

Com isto dos jogos olímpicose outros afazeres que não vêm ao caso – embora pudessem perfeitamente vir se paraisso fossem chamados, mas como não é o caso não vêm – o Kruzes tem andadonegligenciado. Uma negligência directamente proporcional ao meu nível dedesinformação. Não tenho visto notícias, não sei o que se passa em meu redor eisso desagrada-me profundamente. Presumo que o mundo não tenha mudado por aíalém, que os cães continuem a cagar em todo o lado, os autarcas a esturrardinheiro como se não houvesse amanhã e as eleições fossem hoje e que ageneralidade do pagode persista em não entender que estamos lixados com um F detodo o tamanho. Vou informar-me e depois digo mal de qualquer coisa. Motivos,desconfio, não devem faltar.
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Os abrunhos da crise

por Kruzes Kanhoto, em 02.08.12

É, por esta altura, afruta da época lá pela propriedade. Já que a agricultura da crise se temrevelado ultimamente um verdadeiro fiasco cá pelo quintal, valha-me ao menos agenerosidade das árvores que vão tentando sobreviver na courela da família. Ou,quem sabe, a capacidade de antecipação relativamente aos fregueses do costume.  
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Os abrunhos da crise

por Kruzes Kanhoto, em 02.08.12
Os abrunhos da crise
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