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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Falta muito para aquilo dos pássaros?

por Kruzes Kanhoto, em 14.09.17

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Pouco admira que um governo de esquerdistas, comunistas e socialistas malucos se sinta tentado a fazer aquilo que todas as ditaduras fazem. Regular todos os aspectos da vida dos cidadãos. Agora chegou a vez dos jogos de futebol. Que, pelos vistos, apenas se poderão realizar quando o governo entender. E, vá lá, que por enquanto apenas entende que não se podem fazer em dia de eleições. Quem sabe, no futuro, também não se possa jogar à bola quando o primeiro-ministro discursa ao país, no fim-de-semana da festa do avante ou quando a Catarina Martins anuncia as próximas medidas a aprovar pelo governo. E ainda bem que a CGTP já não faz manifestações, senão era mais um dia em que não havia futebol para ninguém.

A sequência desta senda reguladora continuará, mais dia menos dia, com as bolachas. Que isto do povo comer desreguladamente o que lhe apetece não é coisa própria de sociedades avançadas e devidamente organizadas. Tipo a Coreia do Norte, a Venezuela e assim. Aproveitando a deixa do sal, da gordura, do açúcar ou seja lá o que for que aquilo tem em excesso, não deixarão também passar a oportunidade de proibir a marca de bolachas “Maria”. Quando muito permitirão que se chamem “Mari@”. A bem de qualquer coisa de que eles se hão-de lembrar.

Mas, a bem-dizer, nada destas palermices que surpreendem. O que me surpreende e preocupa é que exista tanta gente a concordar com elas. A continuarmos assim não estará longe o dia em que, ao ligarmos a TV, nos vamos deparar com um individuo de tez ligeiramente mais escura que a maioria, a garantir que um passarito lhe chilreou qualquer coisa ao ouvido...

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A superioridade moral dos comunistas e isso...

por Kruzes Kanhoto, em 15.04.17

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Ninguém espera – a não ser, talvez, os próprios – que os comunistas sejam pessoas equilibradas e dotadas de bom senso. Nem precisam de ser. Ninguém - neste caso nem mesmo os próprios – se importa com isso. A menos, como infelizmente está acontecer em Portugal, cheguem ao poder. Aí é o nosso destino que está em causa. E vê-lo nas mãos desses malucos é uma coisa que me aborrece. Trata-se de uma gente que vive numa espécie de realidade paralela, cega pela ideologia, que não admite a tragédia que sempre ocorre nos países onde chegam ao poder, mas que consegue vislumbrar e anunciar ao mundo dramas que apenas eles conhecem.

O pior é que a generalidade dos meios de informação e dos opinion makersamparam-lhe o jogo”. Não os desmascaram. São, ao não o fazer, cúmplices da suas mentiras, manipulações e propaganda obscena. Como, por exemplo, esta noticia. Publicada, refira-se, em Novembro de 2015 e reproduzida até à exaustão em sites e blogues de propaganda comunista. Como ainda não a vi desmentida nem gozada, à semelhança do que acontece quando são outras áreas politicas a fazer declarações parvas, presumo que não falte quem a considere verdadeira. Assim sendo, um ano e meio depois, calculo que os cemitérios americanos estejam pejados de criancinhas que sucumbiram à fome. A Venezuela é que podia ter ajudado. O Maduro, se fosse realmente solidário, tinha enviado uns quantos contentores da comida que sobra na Venezuela.

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Depois do colégios seguir-se-à a saúde que a esquerdalha tem pressa de tornar isto numa Venezuela.

por Kruzes Kanhoto, em 30.05.16

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Portugal está a ser vitima de um despique entre o Partido Comunista e o Bloco de Esquerda. Cada um a tentar impor a sua agenda e a fazer o que pode para ganhar o eleitorado do outro.

A nenhum importam as contas públicas, a poupança de recursos ou, sequer, o bem estar dos portugueses. Está, apenas e só, em causa uma agenda ideológica. Isto do ensino privado constitui apenas mais um exemplo. A poupança, se existir, será diminuta. Mas também não é isso que importa. Seguir-se-à, mais mês menos mês, a saúde. Atacar as convenções, que permitem aceder a cirurgias e a exames complementares de diagnóstico – em tempo útil e em condições, por norma, mais favoráveis quer ao Estado quer ao utente – constitui a já anunciada nova demanda dos esquertontos. Que é como quem diz, vão brincar com a nossa saúde.

Talvez um destes dias acordemos com uma foice e um martelo - ou uma estrela de cinco pontas - na entrada dos edifícios públicos. A história é feita de ciclos. Mas esse, tal como o PREC que esta gentinha pretende recriar, não durará muito. Num Novembro qualquer o povo tratar-lhe-à da saúde. Outra vez.

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Devem ser as tais amplas liberdades...

por Kruzes Kanhoto, em 31.08.15

Diz, mas eu não acredito, que lá para a Venezuela, terra que como se sabe é governada por malucos, foi proibida a formação de bichas à porta dos supermercados. A escassez dos produtos mais básicos leva a que muitos venezuelanos – a soldo do capitalismo, presumo – se aglomerem à porta destes locais sempre que desconfiam da reposição dos stoks das lojas. Coisa que, pelos vistos, não agrada aos ditadores lá do sitio. Nem aos seus apaniguados. Daí que tenham sido formadas milícias populares para combater os que se atrevem a fazer fila para comprar, por exemplo, papel higiénico. É bem feita que lhes dêem nas trombas. Eles que limpem o cú ao programa do Partido Comunista. Ou lá como se chama o equivalente lá do sitio.

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