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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Tropa fandanga

por Kruzes Kanhoto, em 02.03.17

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A Suécia restabeleceu – ou vai fazê-lo em breve, não interessa – o serviço militar obrigatório. Diz que não há suecos em número suficiente com vontade de ir para a tropa e que não estarão reunidas todas as condições necessárias à defesa do país. Depois há aquilo da Rússia, da Nato e outras balelas que tais. Até pode ser. Mas não será apenas isso. Por mais desculpas que se arranjem para dourar a pilula, a maior ameaça, se calhar, é outra. E, pelo menos em parte, já a têm dentro de portas. 

Igual medida estará a ser equacionada por cá. Tem, ao que se sabe, confessos adeptos à esquerda. Embora, quero acreditar, por motivos substancialmente diferentes dos evocados pelos governantes suecos. Por mim acho mal. Mas, admito, tal ideia, a concretizar-se,  constituiria um factor capaz de contribuir para a revitalização de cidades como a minha. Mais umas quantas centenas de pessoas aqui a viver teriam de fazer alguma diferença. Para melhor, reconheço. 

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Decidam-se, porra!

por Kruzes Kanhoto, em 07.04.16

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A ira dos profissionais da indignação é hoje dirigida ao gajo que manda no colégio militar. Parece que a instituição convida os alunos que manifestem alegadas tendências homossexuais a bater em retirada. Também estou irado. E, ao contrário de muitos indignados, não é de agora. É, pelo menos, desde o dia em que fui chamado a prestar serviço militar obrigatório. Sempre achei mal que os paneleiros ficassem livres da tropa enquanto os restantes cidadãos tinham de lá malhar com os ossos durante dezasseis meses. Curioso, mas mesmo curioso é que nessa altura ninguém achasse isso discriminação. Pelo contrário. Até ficavam todos contentinhos por se safarem. Vá lá entender-se esta gente...



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