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Eles que vão...

por Kruzes Kanhoto, em 11.12.16

Parece que os dados oficiais apontam para cerca de duas centenas os refugiados que, depois de trazidos para Portugal, já se puseram a andar. Há, no entanto, quem aponte para outros números. Bem mais elevados, ao que consta. Pese a preocupação de alguns partidos, que até já aborreceram a ministra da tutela por causa disso, ou o transtorno que isso possa provocar às instituições que os acolheram, não há como negar que a ida desta gente para outras paragens constitui uma boa noticia. Eles que vão. Desamparem a loja.

Diz que não gostam dos nossos hábitos. Como, por exemplo, trabalhar por pouco dinheiro e isso. Nomeadamente quando noutros países não precisam de bulir para obter subsídios várias vezes superiores ao que ganhariam aqui a trabalhar oito horas. E, melhor ainda, em grandes cidades onde se podem divertir, chatear os nativos e beneficiar das maravilhas de uma civilização que odeiam. Já por cá, coitados, são colocados nas terriolas três dias para lá do sol-posto. Ou, com sorte, naquelas onde Judas perdeu as botas. O que, convenhamos, desagradaria a qualquer um. Mais ainda a refugiado de guerra. Habituado à bombas, tanto sossego até lhe devia causar stress.

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publicado às 13:32

Deve ser uma espécie de rendimento máximo...

por Kruzes Kanhoto, em 26.10.16

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Sermos um país pobre tem as suas vantagens. A principal é que ninguém vem para cá chatear. Não despertamos cobiças de conquista nem, excepto os invejosos dos castelhanos e os patetas alegres dos franceses, ninguém manifestou vontade de nos invadir.

O mesmo se aplica, agora, aos novos invasores do continente europeu. Ninguém quer vir para Portugal. Por mais que alguns profissionais da beneficência insistam ou políticos alarves, como o Costa, façam questão de oferecer a nossa hospitalidade. Poucos, entre os milhões que já chegaram à Europa, equacionam essa hipótese. Nem sequer dez mil deles, o número de alegados refugiados que o governo admite receber, conseguem convencer. E mesmo os que se deixam enganar, assim que podem dão de frosques em busca de um lugar, digamos, mais condescendente em termos monetários. Que, afinal, foi para isso que eles saíram da sua zona de desconforto.

Toda essa malta, obviamente, prefere a generosidade da segurança social dos países situados mais a norte. Aqui seria impossível a um gajo, ainda que tivesse quatro mulheres e vinte e três filhos, afiambrar-se a trezentos e sessenta mil euros por ano. Por cá, isso é coisa reservada a gestores públicos e assim.

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publicado às 22:11

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Os europeus mais palermas comoveram-se com a história daquele invasor refugiado sírio rasteirado por uma repórter de imagem húngara. A senhora, coitada, só teve chatices desde essa altura e, pelo contrário, ao presumível refugiado tudo começou a correr muito melhor. Foi acolhido em Espanha, alojaram-no num apartamento pago pela edilidade e arranjaram-lhe trabalho. Uma história bonita com tudo para ter um final feliz, para nos fazer acreditar na bondade da humanidade e acreditar que vale a pena ajudar todos os que fogem da guerra.

Parece, no entanto, que a historieta não é tão cor de rosa como os média fizeram questão de nos fazer acreditar. O passado da criatura não será, alegadamente, tão puro quando isso. É, pelo menos, o que acreditam os comunistas turcos do PKK e, ao que consta, saberão os serviços secretos espanhóis.

Um caso isolado, dirão os amiguinhos dos refugiados. Pois. Deve ser, deve. Por mim também acredito que nem todo os refugiados serão terroristas. Entre tantos, um ou outro não será.

 

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publicado às 20:22

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O capitalismo é lixado. Tudo serve para fazer negócio. Todos fazem negócios. Até os que, publicamente, nos querem convencer da sua pouca simpatia por esta forma de organização da sociedade, como são, na sua maioria, as ONG’s. Particularmente aquelas que se dizem existir para auxiliar a imigração. Neste caso são muitos euros que estão em causa. Mesmo que não cheguem para acudir a todos os que nos invadem, dão para muita coisa. E se estas organizações forem apoiadas “à cabeça”, então não admira que queiram que venham cada vez mais...

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publicado às 22:42

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Valem o que valem, as sondagens. É, pelo menos, o que se costuma garantir relativamente a todas elas e às indicações que transmitem. A de hoje, aquela segundo a qual os portugueses dão nota negativa à maneira como os países europeus estão a reagir à entrada massiva de invasores refugiados, não fugirá à norma. Vale o que vale. Mas, é por demais evidente, a Europa está mesmo a reagir muito mal. Excepto, talvez, a Polónia e a Hungria que parecem ser os únicos a saber dizer não a Ângela Merkel. Atitude que, recorde-se, até há pouco tempo atrás constituía uma exigência de vastos sectores da opinião publica - e publicada - europeia relativamente aos seus lideres.

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publicado às 13:40

A solidariedade é uma coisa muito linda

por Kruzes Kanhoto, em 30.04.16

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Deve o presidente da república apelar à entrega de alimentos para ajudar refugiados, associando-se assim a uma iniciativa promovida pelo seu clube do coração? Se calhar não tem nada de mal. Irá, quase de certeza, fazer o mesmo quando o banco alimentar fizer uma das suas habituais campanhas à porta dos supermercados. Ou os bombeiros de uma qualquer terriola fizerem rifas para comprar uma ambulância.

Por mim, com ou sem apelo presidencial, estou sempre disposto a colaborar nisso de arranjar alimentos para os refugiados. Hoje por eles, amanhã por nós. Afinal não é por ofertar uma lata de salsichas ou um enchido de porco alentejano – daqueles embalados para não se deteriorar – que fico mais pobre. E os refugiados agradecem.

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publicado às 12:25

Refugiados que não importam a ninguém

por Kruzes Kanhoto, em 09.04.16

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O que têm em comum os moradores da zona das Quintinhas, em Estremoz, e os habitantes da ilha de Lesbos, na Grécia? Para além de ambos serem governados por gente, do ponto de visto politico, absolutamente lunática as afinidades não parecem ser muitas. Mas isso é apenas na aparência. As parecenças, se vistas mais de perto, poderão ser mais do que aquelas de que inicialmente podemos suspeitar. Se outras não houver, viverem ambas as comunidades prisioneiras nas próprias casas já será semelhança suficiente. Mas ninguém quer saber. É o preço a pagar por estar do lado politicamente incorrecto da vida.

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publicado às 13:21

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As escolas portuguesas vão perguntar aos seus alunos que objectos colocariam numa mochila caso sentissem necessidade de se refugiar. Se fossem refugiados, portanto. Deve ser no âmbito de um projecto todo modernaço destinado a entender as motivações da chusma de gente que está a invadir a Europa.

Nada de inovadora, esta ideia. Cá pelo Kruzes também já tínhamos pensado em tão perturbadora questiúncula. E, mentalmente, até fizemos uma lista de itens a incorporar na trouxa que carregaríamos caso – às tantas o melhor é dizer quando – tivéssemos de, para salvar a pele ou devido a outra motivação qualquer, ir para outro país. Que, por se tratar de um cenário, para já meramente académico, até podia ser um daqueles de onde agora chegam “refugiados” aos magotes. Pois que para além de uma “muda” de roupa só iam um saca-rolhas e um terço. Não que eu seja gajo de andar nos copos ou de rezas. Nada disso. Era apenas para testar a multiculturalidade que se pratica por aquelas bandas. Que deve ser muita, presumo. Tanta que, desconfio, depressa me ia arrepender de lá procurar refugio...

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publicado às 20:03

Multiculturalismo, dizem eles...

por Kruzes Kanhoto, em 15.01.16

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A esquerda e a intelectualidade bem pensante estão em choque com os acontecimentos na noite de fim de ano na Alemanha e noutros países europeus. Uma chatice, aquilo. Não sabem como reagir. Não condenam para não dar ares de serem anti-imigração e não podem argumentar que se tratou de um fenómeno isolado porque foram muitos incidentes e com participação activa de muitos milhares de refugiados. Ainda assim há um ou outro que vai gaguejando umas desculpas mais ou menos esfarrapadas. Ou parvas, vá. A maioria limita-se à tentativa de insulto. Vociferam idiotices acerca de xenofobia, islamofobia e mais uns quantos chavões daqueles que gostam de usar quando os argumentos não abundam ou a causa é daquelas mesmo ridícula. Fazem-me lembrar os ciganitos vizinhos de uma grande superfície comercial cá da terra. Quando, de vez em quando, são apanhados com algum produto que acidentalmente lhes saltou para o bolso e que, perante a evidência do descuido, desatam – eles e os parentes todos que prontamente acorrem - a chamar racista a quem lhes exigem o pagamento ou a devolução da coisa.

Incidentes desta natureza vão-se repetir. Estão, apesar de pouco divulgados, a acontecer todos os dias perante a passividade geral. Mas, desconfio, não tardará a surgir uma onda generalizada de indignação que colocará, definitivamente, a Europa em estado de guerra. Basta que as vitimas, em lugar das mulheres, sejam minorias étnicas ou, principalmente, cães. Aí é que eles vão ver o que de que massa se faz um esquerdelho ou um intelectual...

 

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publicado às 19:31

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Acho desde sempre que esta história da migração em massa de muçulmanos para a Europa vai acabar mal. Para nós, nomeadamente. Ou, pelo menos, para aqueles que tiverem o azar de viver no tempo em que eles já tenham islamizado o velho continente. O que, felizmente, não vai ser o meu caso.

Parece enraizada em certas mentes a ideia que a Europa tem a obrigação de acolher toda a gente. Pior, que deve tolerar todos os seus usos e costumes ainda que estes esbarrem de frente com todas as tradições europeias ou mesmo que afrontem os nossos princípios pacifistas. Parece até estarmos dispostos a abdicar deles só para mostrarmos a nossa tolerância face à ausência de princípios dos que chegam.

Ver gente acampada em cemitérios, sentada ou a caminhar por cima de sepulturas - para mais estando num país estrangeiro - é coisa que me choca. Mas, presumo, isso deve ser defeito meu. Será, provavelmente, algo absolutamente normal – tal como deixar um rasto de imundície por onde vão passando – para as pessoas oriundas daquelas paragens. Perto deste pagode os habitantes cá do resort são um modelo de urbanidade.

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publicado às 22:37

O futuro um dia destes

por Kruzes Kanhoto, em 10.09.15

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Chocantes as imagens de milhares de alegados refugiados a tentarem chegar aos países ricos do norte da Europa. Quase todos desesperados e sem documentos de identificação que, parece, têm muita tendência a cair ao mar. Ao contrário dos modernos telemóveis que ostentam, que ou são à prova de àgua ou possuem bóia incorporada.

Chocam-me essas imagens porque vejo nelas o futuro. O futuro da próxima geração de europeus a fugir, sabe-se lá para onde, dos filhos daqueles que agora generosamente acolhemos e que, num espaço temporal que dificilmente ultrapassará as escassas dezenas de anos, tratarão de nos expulsar das nossas casas, das nossas terras e dos nossos países. Por sorte Covadonga é já ali...



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publicado às 22:05

Vantagens de um Estado social fraquinho

por Kruzes Kanhoto, em 01.08.15

Admito que exista uma explicação muito lógica para esta coisa dos migrantes. Eu é que tenho alguma dificuldade em a entender. Não percebo por que raio quer aquela gente entrar a todo o custo na Europa. Nem, menos entendo ainda, a sua fixação pelo Reino Unido. Faz-me espécie que aquele pagode, muçulmanos na sua esmagadora maioria, não prefira antes emigrar para a Arábia Saudita ou para os reinos ali à volta onde o dinheiro jorra das areias,

Parece-me pouco plausível que procurem o Ocidente que tanto criticam, cujo modo de vida abominam e onde insistem em manter os costumes selváticos que trazem dos países de origem. Atendendo às suas crenças, a adaptação seria muito mais fácil, o problema da integração não se colocaria, jamais seriam vitimas de discriminação ou racismo, teriam um nível de vida substancialmente superior e os sacrifícios suportados para chegar ao seu “el dorado” seriam incomensuravelmente menores. Também as criticas aos governos europeus, por não acolher todos os que demandam a Europa, se afiguram manifestamente desajustadas. O alvo deviam ser os países árabes desenvolvidos e ricos que desprezam toda esta gente.

O modelo de Estado social britânico é, provavelmente, a razão deste fluxo migratório. Gerações sucessivas vivem à conta dos contribuintes, sem conhecer o conceito de trabalhar para viver, e isso é motivo mais do que suficiente para atrair multidões de pobres, mandriões e trapaceiros diversos. É por isso que não nos procuram. Mesmo os que a “solidariedade” traz até cá, zarpam assim que podem. E ainda bem. Felizmente o nosso Estado social é pobrezinho.

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publicado às 11:59



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