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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Cães na praia. Exibicionismo ou estupidez?

por Kruzes Kanhoto, em 26.04.17

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Face à gravidade dos últimos acontecimentos envolvendo cães, tudo o que decorre de passear o canito na praia é irrelevante. Ainda assim é algo que me repugna. Que alguém aprecie partilhar o mesmo espaço e sabe-se lá que mais com um animal, é lá com ele. Ou ela. Não podem é obrigar-me a fazer o mesmo. E isso é o que esta gentinha, alegadamente adoradora dos animais, anda a fazer. Sem entenderem, os idiotas, o mal que andam a fazer. A todos. A começar pela tortura que infringem aos pobres dos bichos, que não deviam ser obrigados a viver em espaços manifestamente desadequados para aloja-los, e a acabar em nós, que vemos a nossa segurança e a nossa saúde colocada em causa por estes imbecis. Como esta criatura que, apesar das inúmeras placas a proibir a presença de cães no areal, insiste em passear o cão praia fora.

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Façam mas é uma campanha de sensibilização, ou isso...

por Kruzes Kanhoto, em 16.08.16

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Hesito em concordar com as autoridades francesas que proibiram o uso do burkini – aquelas vestes ridículas que as muçulmanas usam quando vão a banhos – nalgumas praias onde, por causa da dita fatiota, se registaram alguns conflitos entre os banhistas. Proibir, desconfio, apenas fará com que mais gajas se vistam assim. E multar também não adianta. Além da multa ser irrisória, diz que há um mouro ricaço qualquer que paga a conta.

Obviamente que, na praia, ao cidadão comum incomoda a presença de pessoas assim trajadas. Tal como também incomodam os nudistas. Ou os cães. É por isso que se optou por criar praias para os amantes do nudismo. E, mais recentemente, para cães. Quiçá esse seja o caminho. Em lugar de proibir que as criaturas usem o dito burkini, criar praias onde essa prática seja permitida. Não de uso exclusivo, que isso seria discriminação, mas onde um veraneante qualquer soubesse, ao aceder ao local, com aquilo que contava.

Já li, a este propósito, vários comentários indignados com esta proibição. Não muitos, diga-se. Parece-me é que não são das mesmas pessoas que se indignaram contra a invasão de uma piscina, exclusiva para naturistas, por parte de um grupo de muçulmanos que, reclamando pelo seu encerramento, ofenderam e agrediram os utentes. Isto da tolerância e do multiculturalismo funcionar apenas num sentido ainda vai acabar mal...

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Consultei o programa do PAN e não encontrei nada sobre isto...

por Kruzes Kanhoto, em 19.10.15

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Parece-me perfeitamente normal que muitos considerem o animal de estimação que têm em casa como mais um membro da família. É lá com eles. Cada um sabe de si e do grau de parentesco que o liga ao bicho com que coabita. O que não se me afigura muito dentro da normalidade é que, em situações como as da foto, os extremosos donos finjam que nem conhecem o animal. É, também por isto, que continuo sem perceber se é o cão que é da família deles ou eles é que são da família do cão.

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