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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Façam antes pipocas, pá!

por Kruzes Kanhoto, em 14.06.17

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Alguém que explique aos velhotes que não devem alimentar os pombos. Convencê-los a abandonar esta prática, admito, é capaz de ser uma tarefa difícil. Eles são muitos. Bastante teimosos, por norma e as cidades estão sobre-lotadas de pombos e de velhos que se dedicam a esta prática. Que pode, até, constituir um nicho de mercado bastante apreciado pelos vendedores de milho mas, para a população em geral, é um aborrecimento. Há que fazer qualquer coisa que nos livre de tanta passarada. Já nos chegam os passarões.

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Sim, os cães são uma praga!

por Kruzes Kanhoto, em 30.04.17

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Há trinta ou quarenta anos eram raríssimos os cães que viviam em ambiente urbano. Ainda que sem grande rigor cientifico diria que mais de noventa por cento dos canídeos seriam de caça e de guarda. Sendo que, os últimos, apenas podiam ser alojados em áreas rurais. Nas zonas urbanas eram considerados animais de companhia ou de luxo e o seu número era meramente residual.

Hoje tudo é diferente. Neste caso para pior. Muito pior. Ter um cão passou a ser moda. Tanto que se tornou uma praga. Constitui já um problema de saúde pública. E se não é tratado com o sensacionalismo do sarampo, da “baleia azul”, das claques do futebol ou de outra parvoíce qualquer é apenas por não ser politicamente correcto falar do assunto. A menos, claro, quando alguém é atacado por um bicho desses. Mas, mesmo nesses casos, ainda aparecem uns anormais a atirar a responsabilidade pela ocorrência para cima da vitima. Num programa televisivo que abordou o tema houve um parvalhão que o fez.

Daí que, sem surpresa de maior, os negócios em torno desta mania colectiva sejam cada vez mais. Agora até estas coisas, que nem sei ao certo como se chamam. Muito úteis, dirão os patetas dos tutores – donos era dantes – quando o animal for acometido de uma súbita fomeca ou de outra necessidade qualquer. Muito me engano ou um dia destes serão também os canitos a fazerem birra junto destas traquitanas…

 

 

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Um pombo tem sentimentos?!

por Kruzes Kanhoto, em 21.06.16

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Esta gente dos amiguinhos dos animais não me dá descanso. Cada dia sua indignação. Ou, como se diria noutros tempos, cada tiro cada melro. Diria, porque agora já não se pode atirar aos melros. Ou torcer o pescoço a um pássaro qualquer. Nem, sequer, a esses que poluem as cidades, deterioram os edifícios e nos cagam em cima.

Mas, voltando à vaca fria, os amiguinhos da bicharada indignaram-se este fim de semana com um Município ribatejano que resolveu controlar a população de pombos lá da terra. Uma chatice. Não se faz. Atrair os bichinhos para uma gaiola, onde estava depositado milho, da qual já não conseguem voltar à liberdade, não é coisa que se faça àqueles seres. Sencientes, possivelmente. Pior, argumentavam, sabe-se lá que destino está reservado aos pobres animais não humanos tão cruelmente capturados. Se calhar, receavam algumas alminhas, nem os vão soltar longe. Assim, tipo um descampado, onde não façam mal a ninguém. Às tantas ainda os matam. Uma maçada.

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