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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Aeroporto de Estremoz

por Kruzes Kanhoto, em 25.11.17

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Isso da descentralização parece-me uma coisa catita. Já mudar a sede de um instituto publico ou outro organismo qualquer de Lisboa para o Porto é, apenas, uma coisa parva. Descentralizar seria transferir serviços para o interior. Para cá da A1 a norte ou da A2 a sul. O resto é politiquice - da cara, no caso - para entreter autarcas e espevitar regionalismos bacocos como aquele de que padecem os portuenses.

E se vai um instituto para o Porto, que tem quase tudo, porque não um aeroporto para Estremoz? A campanha publicitária a promover voos já está online. Agora só falta a vontade política.

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O Benfica não foi campeão a época passada!

por Kruzes Kanhoto, em 10.10.15

Afinal, também nisto do futebol, temos andado todos a ser enganados. O Benfica não é o maior clube português. Nem, sequer, é o actual campeão do pontapé na bola. Porto e Sporting juntos têm mais sócios, mais títulos e na última época os pontos dos dois somados ultrapassam em muito os conquistados pelo Glorioso. Que, visto assim, até já não é tão glorioso quanto isso.

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O ovo nem sempre está no cú da galinha

por Kruzes Kanhoto, em 11.07.15

As SAD's de Porto, Sporting e Benfica lançaram recentemente no mercado – esse malvado – mais um empréstimo obrigacionista com juros bastante simpáticos. A ideia, a julgar por aquilo que se tem lido e ouvido neste defeso futebolístico, é comprar jogadores e treinadores para as suas principais equipas. Ou seja, investir e promover uma politica de “crescimento”. À semelhança, aliás, do que muitos defendem como essencial para o país.

Estão, portanto, os principais emblemas desportivos a trilhar o caminho certo. Aquele que sábios e, a julgar pelo que ouço e vejo por escrito por aí, a maioria da população consideram ser a alternativa a seguir.

O problema, desconfio, vai ser se a bola teimar em não entrar na baliza adversária, se o árbitro não marcar aquele penalty que toda a gente viu ou se os jogadores não renderem aquilo que se esperava deles. Sem vitórias os adeptos não vão ao estádio, os craques não se valorizam e, em suma, o investimento não gera retorno. Que é como quem diz, não há “crescimento” para ninguém.

Presumo que não sejam bancos franceses e alemães, nem os tais “fundos-abutre” a comprar toda a emissão. O mais certo é a maioria do capital emitido ficar nas mãos de aforradores que pretendem rentabilizar as suas poupanças. Se, no final, não houver graveto para reembolsar os investidores podem as SAD's fazer uma espécie de renegociação da divida. Assim do tipo só pagar cinquenta por cento do capital investido. Todos, certamente, aplaudiríamos a ideia. É, afinal, o que andamos a defender há anos.

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