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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

A sério?!

por Kruzes Kanhoto, em 17.02.17

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A direita – esse bando de mal feitores e de gente ruim – quer matar a Caixa. Berram os garotos que, lá pelo parlamento, dão voz ao partidos que sustentam a geringonça. Que eles o façam, as pessoas normais até toleram. Coitados, são novos. Aquilo, um dia, há-de passar-lhes. Agora gente com idade para ter juízo achar que pretender saber até onde foram as pantominices – ou mesmo os erros de perceção, vá - é mais prejudicial à saúde da instituição do que as tropelias cometidas por lá ao longo de umas dezenas de anos, é que já parece uma coisa assim um bocadinho estranha. Não sei, digo eu que não percebo nada de finanças. Só desconfio - é cá uma ideia minha -  que o crédito malparado costuma ser ligeiramente pior para  o negócio da banca do que saber se o gajo que manda naquilo é ou não um pantomineiro. Mas isso é na vida real. Coisa que os tais garotos não sabem o que é.  

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Comissões manhosas não interessam a ninguém!

por Kruzes Kanhoto, em 21.07.16

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A geringonça tem rejeitado todas as propostas de constituição de uma comissão de inquérito à Caixa Geral de Depósitos. Eles lá sabem porquê. Deve ser uma coisa de somenos, aquilo. Importante, mas mesmo verdadeiramente importante para os portugueses – determinante, diria - é a história da guerra no Iraque. Isso sim. Eu falo por mim, que nem durmo, de tão atormentado que ando desde então, por não saber qual foi o papel do Barroso, do Sampaio, do Portas e de outros figurões no despoletar dessa guerra. Ainda bem que os geringonços vão chamar essa malta toda ao parlamento para que eles nos esclareçam. Caixa Geral de Depósitos? Quero lá saber! Ainda se fosse um banco privado, ou assim… Contem-me lá disso do Iraque, mas é.

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O problema deve ser ninguém a ter apalpado...

por Kruzes Kanhoto, em 12.11.15

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Aquela deputada escanzelada, mal-parecida e em aparente excitação permanente, vulgarmente identificada com as chamadas causas fracturantes e que tem assento na bancada do Partido Socialista, alega ter sido agredida pelos manifestantes que se reuniram em frente – de lado, vá - ao parlamento para apoiar o governo. Os da PAF, portanto. Que isto agora, sinal do tempos esquisitos que vivemos, até a GCTP já faz manifestações de apoio a coisas. Futuras, mas coisas na mesma.

Mas, escrevia eu antes de entrar pela via da divagação, a dita senhora quase esquelética e extremamente mal apessoada afirma ter sido agredida fisicamente ao som de gritos colectivos - “morre cabra”. Ora isto deixa-me indignado. Por vários motivos. Dois, mais precisamente. O primeiro pela ingenuidade da deputada - nossa representante, afinal - e eu não gosto que quem me representa seja ingénuo. Se a criatura foi realmente agredida ou, pelo menos, sentiu um ligeiro contacto, devia ter-se imediatamente atirado para o chão. A estrebuchar, como se estivesse às portas da morte, como fazem os jogadores de futebol na área adversária. Se não o fez, ninguém acredita nela. Mesmo que o tivesse feito também ninguém a ia levar a sério mas, convenhamos, a coisa tinha muito mais pinta.

O segundo motivo tem a ver isso do “morre cabra”. Está errado desejar a morte ao coitado do bicho. Que, ao contrário da outra, até é um animal simpático. Para a próxima vociferem antes “falece mosca varejeira” ou “sucumbe ténia intestinal”. É capaz de ser ligeiramente mais ofensivo e talvez não suscite a ira dos defensores dos animais.

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Já?!

por Kruzes Kanhoto, em 10.11.15

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É pá, deixem ao menos secar a tinta!!!

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