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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Os amigos dos pulguentos

por Kruzes Kanhoto, em 06.11.17

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Ao que parece anda por aí – para os lados de Lisboa, mais concretamente – um grupo de indivíduos que, estilo “comandos”, tratam de defender os animais mal-tratados. Seja pelos donos ou em situação de abandono. Os método, a ser verdadeiro o relato feito num órgão de comunicação social online, é que não se afigura o mais adequado. O recurso à violência e à coação são condenáveis e, como dizem os entendidos nas coisas do pacifismo, geram sempre mais violência. Mas, admito, o principio é bom. Pena que outros não lhes sigam o exemplo. Podiam voluntariar-se para limpar as ruas, passeios, parques e jardins que estão repletos de merda de cão. Seria, igualmente, uma forma de demonstrar carinho pelos bichos. Tão válida como a outra e, seguramente, mais valorizável. A menos que aos donos fosse necessários dar uns murros nos cornos. E alguns bem merecem.


Sucedem-se os casos de pessoas atacadas por cães. Nada de muito surpreendente, dada a explosão demográfica verificada no âmbito da canzoada nas cidades e a consequente convivência forçada entre pessoas e canitos. Serão, portanto, normais os desaguisados entre uns e outros. Com tendência, diga-se, a acentuado agravamento. Por enquanto, salvo uma ou outra excepção, a maior parte desse convívio forçado ainda ocorre ao ar livre mas, um dia destes, passará também a dar-se em espaços fechados e de grande concentração de pessoas. E aí, desconfio, o nível de conflitualidade é capaz de fazer dos nossos brandos costumes uma boa recordação do passado. Porque agora, como se tem visto, não há quem intervenha se deparar com alguém a dar uma carga de porrada num desgraçado qualquer. Mas se num restaurante uma pessoa der um pontapé a um cão, quase aposto que não sai de lá inteira...

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Deve ser uma exposição, ou isso...

por Kruzes Kanhoto, em 23.09.16

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Esta poia, de proporções épicas, constitui quase uma obra de arte a que o meu mau jeito para a fotografia não faz a merecida justiça. Ao longo dos últimos dias, embora cada vez mais reduzido por estar exposto aos elementos, tem sido possível apreciar este monte de merda de cão numa rua da cidade. Que, miraculosamente, ainda ninguém a pisou. Só é pena não se tratar de um exemplar único. Uma peça rara, digamos. Nada disso. Não faltam por aí outras réplicas igualmente sublimes. Obrigado javardões. Sem vocês as nossas ruas não seriam a mesma coisa.

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Vai buscar!

por Kruzes Kanhoto, em 24.04.16

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Madrid vai tomar medidas a sério contra a merda de cão. Multas até mais não para os donos que não recolham os dejectos do seu amiguinho de quatro patas. Ainda assim estas poderão ser perdoadas se as criaturas optarem por prestar serviço comunitário. Ou seja, varrerem as ruas da capital espanhola aos sábados e domingos de manhã.

Por cá ficam as ameaças. Nunca cumpridas. Aborrecer o eleitor é uma chatice.

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Mais impostos, precisam-se!

por Kruzes Kanhoto, em 02.04.16

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Os governos – todos – inventam impostos sobre tudo e mais um par de botas. Todas as desculpas são boas para o fazer. Mas, vá lá saber-se porquê, não seguem o mesmo padrão de comportamento relativamente aos animais de companhia. Desnecessários e supérfluos na maior parte dos casos. Artigo de luxo, digamos. Como tal não me parece existir qualquer razão para não os taxar. Até se podia invocar aquilo do poluidor pagador, ou lá o que é. Quem tem imaginação para justificar impostos esquisitos, como o dos sacos plásticos ou sobre as heranças, não terá grande dificuldade em arranjar argumentos para a criação de mais um penalize quem quer ter a satisfação pessoal de viver com um bicho. Ou mais.

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Consultei o programa do PAN e não encontrei nada sobre isto...

por Kruzes Kanhoto, em 19.10.15

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Parece-me perfeitamente normal que muitos considerem o animal de estimação que têm em casa como mais um membro da família. É lá com eles. Cada um sabe de si e do grau de parentesco que o liga ao bicho com que coabita. O que não se me afigura muito dentro da normalidade é que, em situações como as da foto, os extremosos donos finjam que nem conhecem o animal. É, também por isto, que continuo sem perceber se é o cão que é da família deles ou eles é que são da família do cão.

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E uma taxinha para isto, não se arranja?!

por Kruzes Kanhoto, em 13.06.15

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Há quem insista na defesa da aplicação da taxa reduzida de IVA nos produtos destinados à alimentação para animais de companhia. Não me parece boa ideia. Pelo contrário. A fiscalidade sobre este tipo de bens de luxo devia ser substancialmente agravada. Talvez cenas desagradáveis como esta não se repetissem a cada passo nas ruas das nossas cidades.

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Os cultos...Ou não!

por Kruzes Kanhoto, em 04.10.07
Desde o seu inicio que este blogue tem vindo a publicar imagens da má educação e do elevado grau de estupidez de muitos estremocenses. Quase todas elas foram recolhidas num raio que não excede os cinquenta metros a contar da minha porta. O que quer dizer que os javardos moram por perto. No Bairro da Salsinha, Quinta das Oliveiras e Monte da Razão. Estes locais são habitados, maioritariamente, por pessoas de bem, pretensamente educadas e com um nivel social médio ou médio elevado. Apesar disso fazem às ruas da sua cidade o que as imagens, mais uma vez, demonstram. Possivelmente nem no Bairro das Quintinhas se encontrará tamanha javardice. O que não surpreende. A cultura cívica está ao mesmo nível.
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Os cultos...Ou não!

por Kruzes Kanhoto, em 04.10.07
Os cultos...Ou não!
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