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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Cem Tino

por Kruzes Kanhoto, em 14.02.17

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Curiosa a campanha que os escribas de esquerda -  na sua maioria, porque ainda há um ou outro sério que não alinha nessas coisas – no sentido de branquear as pantominices do Centeno. Nomeadamente quando as mesmas encrencas disseram o que Maomé não disse do toucinho, a propósito de cenas parecidas protagonizadas por gente da direita. Ou mesmo de esquerda. Como o Sócrates, por exemplo. Isto, evidentemente, cingindo-nos apenas ao âmbito da aldrabice. 

Faz-me confusão, isso. Não entendo como é que o cidadão comum, que escreve em blogues, desabafa no Facebook ou atira umas larachas numa roda de amigos não consegue manter a lucidez suficiente – e nem é precisa muita – para perceber que patetices destas acontecem com todos os que estão envolvidos na politica. Sejam ou não da facção que mais nos agrada.  

Isto está cada vez mais parecido com o futebol. O nosso clube do coração joga sempre bem e merece sempre ganhar. O que, no meu caso, até é verdade. Mas isso sou eu, que sou do Benfica e isso me envaidece.  

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Pelo sim pelo não chamar-lhe-ia Mau-mé-mé...

por Kruzes Kanhoto, em 27.09.15

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Adoptar um porco como animal de estimação e chamar-lhe, sei lá, Maomé ou outro nome qualquer como Bin Laden, Mustafa ou Abdul é coisa que, nesta ditadura do politicamente correcto, ainda é admissível?! Ou terei de lhe chamar Cavaco, Pinto da Costa ou Jesus (Jorge ou Cristo, tanto faz)para toda a gente achar imensa piada?!

 

O texto abaixo, publicado no Blasfémias.net, é capaz conter a resposta...

 

Desde o 11/Setembro que aprendemos todos, que existe uma certa cultura/religião que não podemos ofender, caso contrário arriscamos ser mortos e a culpa será inteiramente nossa. Assim, para vivermos sem medo e receio só temos que fazer o seguinte: calar a nossa religião, calar a nossa liberdade de expressão, calar a nossa capacidade critica…em suma viver numa auto censura permanente com medo de hostilizar os militantes da dita cultura/religião, que os lideres ocidentais nos juram a pés juntos ser a mais pacifica e bela de todas...”

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