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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Não gosto de vocês, seus malucos!

por Kruzes Kanhoto, em 10.01.18

Continuo a achar que receber os subsídios de férias e Natal por “atacado” não é bom para ninguém. A não ser, claro, para o Estado. Mas, reconheço, pertenço a uma esmagadora minoria que tem este ponto de vista acerca do assunto. A maioria prefere, vá lá saber-se com que lógica, receber daqui por seis ou onze meses aquilo que já hoje é seu por direito. E, confesso, os que mais espanto me causam são os reformados. É certo que qualquer um pode bater a bota a qualquer momento. Novo ou velho, reformado ou não. Mas, se digo os reformados, é por se tratar das pessoas de mais idade e que, pela ordem natural da vida, irão morrer primeiro. Isto para dizer, só a titulo de exemplo e para fundamentar a minha tese, que para aqueles que quinarem até junho o Estado fica-lhes com um mês de reforma. Seis duodécimos do subsidio de “férias” mais outros tantos de subsidio de “Natal”…

Por causa dessa concentração dos subsídios em dois únicos meses vou, no ano que agora se inicia, novamente ver o meu vencimento mensal reduzido. Coisas da geringonça e daqueles que se arrogam no direito de determinar a maneira como devo gerir o meu dinheiro. O que mais me chateia nem é ver que a quantia inscrita na linha do “liquido a receber” do meu recibo é umas dezenas de euros mais baixa. O que verdadeiramente me irrita é depender da vontade de uns quantos malucos que nem a vida deles sabem governar mas que acham que sabem governar a minha.

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Quando é que começamos a derrubar estátuas?

por Kruzes Kanhoto, em 25.08.17

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A imaginação delirante destes malucos não dá mostras de moderar a velocidade a que lhes surgem as ideias parvas. Agora são as estátuas. Coitadas. Para ali estão sossegadas, a fazer figura daquilo que são, e aparecem uns indigentes mentais a quererem mandá-las a baixo. Por cá ainda não chegámos a isso. Ainda, sublinho. Mas, mais cedo do que tarde, vamos chegar. Um dos primeiros a ser apeado deve ser o D. Afonso Henriques. Um islamofobico do piorio, o gajo. Do qual, obviamente, nos devemos envergonhar e que urge expurgar da nossa sociedade que se quer livre, multicultural e tolerante. Até porque os refugiados que acolhemos, nas curtas horas que passam entre nós antes de se pisgarem para sítios onde o ordenado de refugiado é mais simpático, podem sentir-se ofendidos com a presença de algo que lhes recorda a carga de porrada que os seus antepassados levaram quando foram expulsos da nossa terra. Belos tempos, esses.

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Ah, poeta!

por Kruzes Kanhoto, em 23.09.16

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Que a cidade está deserta, há muito que o sabemos. Mas enquanto houver malucos nunca será um deserto de ideias.

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País de malucos...

por Kruzes Kanhoto, em 23.04.16

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Ao outro, coitado, chateavam-no por ofertar electrodomésticos. Pagos, no caso, do próprio bolso. A estes, que compram a simpatia dos eleitores com o dinheiro dos contribuintes, aplaudem. A caridade, pelos vistos, para ser valorizável deve ser feita com fundos públicos. E a compra de votos também.

 

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É por estas e por outras que não conseguimos saciar o monstro. Há que pagar os desvarios. De todos os desvairados. E eles são muitos. Os desvarios. E os desvairados.

 

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De toda a espécie. E não, não estou a incluir os pequenos felinos. Os malucos são os humanos. Pouco me importa o que fazem com os bichanos, mas lá que isto é coisa de quem não bate bem, lá isso é...

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Mas há os desvairados, os malucos...e isto. Que, a bem-dizer, nem sei ao certo o que lhe chame. Serão os valores, a falta deles ou outra coisa qualquer que só se cura quando alguém lhes dê com um gato morto pelas trombas. Até ele - o gato - miar, como diria a minha avó. Essa sábia senhora.

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Não, não parece. É. Este país é um gigantesco manicómio. Está tudo doido varrido. E pior, orgulham-se disso.

 

 

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Coisas de malucos. Ou de portugueses, tanto faz.

por Kruzes Kanhoto, em 09.01.16

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Ainda as penhoras - ou a sua impossibilidade - por dividas ao fisco. Podia argumentar, baseando-me na sabedoria popular, que quem não aguenta o peso larga a carga. Mas não, não vou por aí. Admito, até, a bondade na lei quanto a um ou outro caso. Custa-me é aceitar que muitos chicos-espertos – seguramente a esmagadora maioria dos envolvidos – se continuem a rir à conta de todos. Ou a roubar-nos. Como aquele taberneiro que não entregou o IVA que eu lhe paguei. Mas se é disto que o povo gosta...

Tal como também gosta daquela coisa de taxar as heranças. Um roubo que a maioria de esquerda pretende que o Estado volte a fazer aos contribuintes. Ou seja. Para a esquerda e, a julgar pelas opiniões que vou lendo e ouvindo, para a maioria da população sensível, educada, culta, solidária e tudo o mais que se queira, deve-se perdoar os caloteiros mas, simultaneamente, obrigar outros a pagar aquilo que já é seu por direito ainda que, eventualmente, nem tenham liquidez para o fazer. Embora, neste caso, possam sempre também eles tornarem-se caloteiros e, assim, obter o perdão daqueles que os pretendem roubar. Coisa de malucos? Não. Estamos em Portugal e esta é a vontade dos portugueses.

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