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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Cavaco vsTó Bosta

por Kruzes Kanhoto, em 05.09.17

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Gosto do Cavaco. Tenho esse direito e, por enquanto, liberdade para o afirmar. Apreciei o seu estilo de governação e considero que os seus governos foram dos melhores que o país conheceu. Não me apetece perder tempo a enaltecer os feitos da sua governação para justificar o meu apreço pelo maior estadista que a democracia lusa conheceu. Limito-me, apenas, a usar os mesmos argumentos que os defensores da actual solução governativa usam para elogiar o trabalho da geringonça. Aumentou-me o vencimento. Para lá, claro, dos aumentos anuais. Por três vezes. Com o Novo Sistema Retributivo da autoria do então ministro Miguel Cadilhe e com duas revalorizações de carreiras. Isto, reitero, para nivelar o argumentário com o que vou ouvindo e lendo em relação ao governo das esquerdas. Afinal não é o fim dos cortes nos vencimentos e pensões que torna o Tó Bosta tão popular? Ou há na prática da camarilha esquerdista-caviar e pró-venezuelana que nos governa alguma coisa mais que, assim de repente, me esteja a escapar?!

 

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A pergunta do costume: "Como é que vamos dar a volta a isto"?!

por Kruzes Kanhoto, em 11.09.16

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Diz que o valor máximo a ofertar a um governante não pode exceder cento e cinquenta euros. Isto por pessoa e por ano. É pouco. Manifestamente pouco. Por este preço não se consegue oferecer nada de jeito. Nem, sequer, algo que dignifique a função governamental. Daí que o melhor é a malta fazer uma vaquinha para comprar uma prenda ao político a quem deve mais favores. Ou de quem espera uma atençãozinha. O que, para um governo que consegue pôr vacas a esvoaçar, me parece apropriado por permitir, assim, presentear ministros e outras pessoas afectas à actividade - por norma gente de gostos requintados – com itens do agrado dos presenteados. Viagens e bilhetes para assistir aos jogos do próximo Mundial de futebol, por exemplo. Bastará aos membros do conselho de administração de uma qualquer empresa realizarem uma colecta entre eles e está o problema resolvido. Fica a ideia, pois de certeza que até agora ainda ninguém pensou nisso.

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E que tal começar pela própria casa?

por Kruzes Kanhoto, em 23.11.15

Todos temos direito à opinião. Seja lá o assunto o que for. Independentemente do grau de conhecimento que tenhamos da matéria sobre a qual exerçamos o nosso direito opinativo. Daí que não exclua legitimidade a todos que, convictamente, manifestam uma opinião diferente da minha acerca dos destinos políticos, económicos e financeiros do país. Só estranho que muitos, sabendo exactamente o que é melhor para o governo, para a economia e para as finanças nacionais não saibam governar a sua própria casa, gerir a economia doméstica e organizar as respectivas finanças pessoais. Mas isso sou eu e o meu mau feitio.

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Entretanto começam a surgir as más notícias para o PS...

por Kruzes Kanhoto, em 10.11.15

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Há, portanto, que mudar as regras europeias. E quanto antes. 

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Já?!

por Kruzes Kanhoto, em 10.11.15

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É pá, deixem ao menos secar a tinta!!!

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