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A sério?!

por Kruzes Kanhoto, em 17.02.17

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A direita – esse bando de mal feitores e de gente ruim – quer matar a Caixa. Berram os garotos que, lá pelo parlamento, dão voz ao partidos que sustentam a geringonça. Que eles o façam, as pessoas normais até toleram. Coitados, são novos. Aquilo, um dia, há-de passar-lhes. Agora gente com idade para ter juízo achar que pretender saber até onde foram as pantominices – ou mesmo os erros de perceção, vá - é mais prejudicial à saúde da instituição do que as tropelias cometidas por lá ao longo de umas dezenas de anos, é que já parece uma coisa assim um bocadinho estranha. Não sei, digo eu que não percebo nada de finanças. Só desconfio - é cá uma ideia minha -  que o crédito malparado costuma ser ligeiramente pior para  o negócio da banca do que saber se o gajo que manda naquilo é ou não um pantomineiro. Mas isso é na vida real. Coisa que os tais garotos não sabem o que é.  

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publicado às 18:55

Mais um corte...ah, espera, é só um adiamento.

por Kruzes Kanhoto, em 04.02.17

 

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Outro corte no ordenado, este ano. Mais um. Já vou estando habituado. Tal como também me vou habituando a que todos achem muito bem o que antes achavam mal só por ser mais uma reversão à moda do Costa, esse santo milagreiro. Verdade que, desta vez, não será bem um corte. É mais um adiamento. Restituem-me daqui por dez meses o que me tiram hoje. Ainda assim surpreende-me que todos aqueles – e são mais que muitos – que passam a vida a reclamar que o vencimento só lhes chega até ao dia cinco – ou nem isso – não se queixem agora que, quase de certeza, ainda acaba mais cedo.

A ideia de pagar “por atacado” estará fundamentada na tal dinamização da economia através do consumo. O governo terá esperança que, quando o pessoal se deparar com muito mais dinheiro na conta, desate a consumir como se não houvesse amanhã. Por mim não lhe vou fazer a vontade. Se puder – e também para contrariar – ainda irei gastar menos. O mesmo deverá acontecer com o restante pagode que entende a medida como mais uma genialidade da geringonça. Ou muito me engano ou os cinquenta por cento do décimo terceiro mês nem para metade do cartão de crédito há-de chegar...

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publicado às 11:27

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Os portugueses estão cada vez mais tolerantes. Mais moles, como diria essa santa senhora que era a minha avó. Alguns evidenciam até um grau de moleza que é manifestamente preocupante. Estou a lembrar-me, assim de repente porque podia citar muitos mais, o camarada Jerónimo e a Catarina de olhar alucinado. Nenhum deles manifestou com veemência – nem sem ela, que tenha dado conta – a sua indignação por, segundo a bastonária dos enfermeiros, durante dois dias os doentes internados num determinado hospital não terem sido alimentados ou medicados. Nem, sequer, pediram a demissão do ministro da saúde. Ou, pelo menos, o acusaram de ser o coveiro do SNS. Tudo coisas - e muitíssimo mais – que fariam até um ano atrás por problemas muito menos importantes. Deu-lhes a moleza, é o que é. E, bem assim, aos apoiantes da geringonça que, nestas e noutras em que a actual governação é perita, se calam que nem ratos. Ou, então, o seu grau de exigência limita-se a “desde que não estejam lá os outros”. Brilhante.

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publicado às 20:27

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Imagem obtida aqui

 

Percebo o embaraço do partido comunista quando confrontado com o apoio claro, inequívoco e empenhado que presta ao governo. É tramado estar de alma e coração com um executivo que gosta da união europeia, aprecia o euro e faz questão de, mesmo concordando pouco com elas, respeitar as regras europeias quanto à disciplina orçamental. Daí que os comunistas se esforcem por garantir o contrário. Tanto que até chega a ser ridículo. Não vale a pena. Não se cansem. A malta compreende o vosso drama. E, descansem, isto de estar de acordo e simultaneamente de opinião contrária em relação às políticas do Costa, não será coisa para colocar em causa a tão enaltecida coerência comunista. Se andar dezenas de anos a chamar “ilha da liberdade” a Cuba não colocou, não vai ser agora isso de fazerem parte da geringonça que manchará a reputação. 

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publicado às 11:42

Da série ainda bem que acabou a austeridade...

por Kruzes Kanhoto, em 22.10.16

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O saco ganhou mais farinha. Avermelhada, mas nem por isso menos farinha. Por mais que alguns se esforcem por acreditar no contrário. Os tontinhos, nomeadamente. Ou, também, aqueles que estão a aproveitar os últimos suspiros do sistema.

Diz que a geringonça vai fazer exctamente o mesmo que condenava ao governo anterior. Cortar mais uns milhões às reformas. Era bom que dissesse quantos. Só para a malta comparar.

Ah, espera. É completamente diferente. Estes cortam às pensões futuras. À minha, portanto...

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publicado às 12:46

Desfalecer deve ser coisa de reaccionário...

por Kruzes Kanhoto, em 18.10.16

Estava à espera que a noticia das pessoas que desmaiam nos comboios - por, ao que parece, não tomarem o pequeno almoço antes de iniciar a viagem – merecesse muito mais destaque nos média nacionais. Esperava que a culpa dos desmaios fosse da crise, da austeridade, da falta de dinheiro ou, sei lá, de qualquer coisa que envolvesse o governo. Que, recorde-se, costumava ser sempre o culpado de tudo. Desde a chuva à seca. Mas não. Nem, sequer, as televisões inquiriram o camarada Arménio acerca do assunto. Uma tristeza, isto. É que nem consigo habituar-me à ideia de não aparecer ninguém a responsabilizar quem nos governa – agora é António Costa, mas isso é apenas um detalhe – por estes desfalecimentos. A culpa é das más práticas alimentares das pessoas que se metem no comboio em jejum, garantem os entendidos na matéria, também conhecidos por especialistas em coisas. Devem ter razão. Até porque o Parvus Coelho já não governa. Se ainda governasse, a culpa seria dele.

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publicado às 19:34

Bem-dita geringonça!

por Kruzes Kanhoto, em 04.10.16

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Sempre achei bem essa cena de aumentar os impostos indirectos e não é agora, só por ser a gerigonça a concretizar o que defendo, que vou mudar de ideias. Ainda assim, melhor ainda acharia se esse aumento, em vez de servir para esturrar mais e mais dinheiro, fosse aproveitado para reduzir a tributação sobre o trabalho e os imóveis. Mas isso são outras contas que pouco importam às Mortáguas e aos Galambas desta vida.

Estou, portanto, de acordo com o tal imposto sobre o açúcar, a fast-food ou lá o que é aquilo que os geringonços se preparam para inventar. Acho bem. Receio é que não passe do papel. Alguém de entre eles se há-de lembrar que a coisa vai incidir sobre bens que os alegados mais pobres consomem em abundância. E, quem tiver dúvida quanto a isso, que olhe para os tapetes das caixas dos supermercados e atente nos bens alimentares que esses tais pobres adquirem. Comida ultracongelada, batatas fritas e refrigerantes são os itens que constam do cardápio. Pudera. São baratos, não dão trabalho a cozinhar e não necessitam de qualquer espécie de dote culinário. Vão pôr é essa malta a pagar impostos. Finalmente. Bem-dita geringonça!

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publicado às 22:05

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Quina, a mais velha carteirista ainda em actividade, e o governo da geringonça têm em comum muito mais do que aquilo que, à primeira vista, podíamos supor. Os dois nos roubam, ambos negam veementemente que o façam e, com uma inusitada frequência, quer um quer outro são perdoados pelas vitimas. 

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publicado às 22:54

Vamos lá elevar os padrõezinhos…

por Kruzes Kanhoto, em 01.09.16

Insisto. Por andam aqueles bloggers, gajos da área da geringonça - incluído o primeiro-ministro - e comentadores diversos que durante quatro anos não pararam de criticar o anterior governo por ter aumentado a divida? Isto apesar das razões para esse aumento terem maioritariamente a ver, como toda a gente sabe, com o empréstimo da troika, o alargamento do perímetro orçamental e aquilo dos “cofres cheios”. Ficava-lhes bem, acho eu, que dissessem qualquer coisinha acerca do tema agora que a divida, já sem as premissas anteriores, não pára de aumentar. Mas, se calhar,  pedir alguma honestidade intelectual a quem a não quer ter é capaz de ser coisa para estar a colocar os padrõezinhos da seriedade num patamar demasiado elevado.

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publicado às 18:41

Uns modernaços, estes comunas.

por Kruzes Kanhoto, em 11.07.16

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Até nas medidas que toma a geringonça revela o quanto é modernaça. Têm todas vários pais. Até o PCP entra no espírito da coisa apesar de não alinhar em paneleirices. Neste caso congratula-se com a co-paternidade de um conjunto de iniciativas que, excepto os feriados que não aquecem nem arrefecem, aumentam a despesa e diminuem a receita. Já agora - por seriedade ou, vá, apenas por distracção – podiam ter dito quem são os filhos da puta que vão pagar a conta.

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publicado às 11:33

Abram lá uns "gulags", vá...

por Kruzes Kanhoto, em 25.06.16

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Pois faz. Nomeadamente a quem precisa dela. Da saúde. Daquela que o Estado não tem condições de prestar mas que, por convicção ideológica, a geringonça pretende recusar aos portugueses. A partir do próximo ano, ao que se lê em alguma imprensa, os hospitais ficarão inibidos de emitir cheques-cirurgia para o sector convencionado. Voltarão as famosas listas de espera. Deve ser, outra vez, aquilo da opção. Quem não quiser morrer, ou não tiver paciência para aguardar a sua vez, que pague do seu bolso. E se não tiver dinheiro que peça um crédito. Ainda bem que temos um governo preocupados com os mais pobres e que não quer cá negociatas com a banca, as seguradoras, os privados e coiso...

 

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publicado às 15:17

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Claro que não é uma questão economicista. Nem de poupança do dinheiro dos contribuintes. É, apenas, uma questão ideológica segundo a qual o Estado deve prestar determinado serviço, mesmo que ele tenha um custo muito mais elevado do que prestado por privados. Para a geringonça não importa quanto o Estado gasta ou deixa de gastar. Quando não tiver dinheiro aumenta os impostos.

Depois da guerra da educação, virá a da saúde. Que, diga-se, já se anuncia. É, do ponto de vista dos geringonços, uma parvoíce que o Estado pague as minhas análises, feitas numa das cinco ou seis clínicas cá da terra, se tenho o Centro de Saúde ali mesmo à mão a prestar o mesmíssimo serviço.

E por falar em Centro de Saúde. Não se percebe igualmente a necessidade do recurso a uma empresa de segurança privada para vigiar as instalações quando, num raio de trezentos metros, existe uma esquadra da PSP, um posto da GNR e, se não chegar, um quartel do exército. 

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publicado às 12:42

Geringonças locais

por Kruzes Kanhoto, em 15.05.16

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Parece que o conceito de geringonça será para repetir ao nível local nas próximas eleições autárquicas. Não acho mal. Nem bem. Antes pelo contrário. Estou assim a modos como o Arménio da CGTP quando interrogado se a manifestação pró-trinta e cinco horas era a favor ou contra o governo.

Os geringonços terão concluído, digo eu, que em determinados locais será a única maneira de tirar determinadas pessoas que parecem determinadas em ficar no poder por tempo indeterminado ou, pelo menos, o determinado pela lei. E estarão, também, determinados em colocar lá outras que estão determinadas em agarrar um determinado lugar. O pior é que em determinados concelhos parece que determinados partidos se mostram determinados em não aceitar determinados candidatos. Ainda que putativos.

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publicado às 14:04

Nacionalize-se o património!

por Kruzes Kanhoto, em 22.04.16

xxxxx

 A geringonça garante que, aconteça o que acontecer, não corta nos vencimentos nem nas pensões. Nem sobe o IVA. E continua determinada em baixar a taxa aplicável à restauração. Tudo isto são, há que reconhece-lo, boas intenções. Mas valem o que valem. E, perante o turbilhão de despesa que esta malta promete fazer, valem muito pouco.

Para fazer a quadratura deste circulo a ideia será subir, entre outros, o imposto sobre as heranças e o património imobiliário. Nomeadamente, quanto a este último, o que não é colocado no mercado de arrendamento. Popular, esta medida. A maralha gosta. Mas, se analisarmos a coisa mais a fundo, de uma enorme injustiça. É só esperar pela aplicação prática desta tonteria. Quando nos calhar em sorte perceberemos o alcance e a estupidez da coisa.

Alguém que explique a todos os geringonço-maníacos entusiasmados com a ideia que, quando os papás quinarem, herdam a casinha dos progenitores mas podem não herdar o dinheiro suficiente para pagar o imposto. E quanto aos imóveis fechados, que a troika de esquerda pretender taxar, o melhor é o governo ir arranjando quem esteja interessado em os alugar. Caso contrário o Estado e as Câmaras Municipais não terão mãos a medir para aceitar tanta doação...

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publicado às 12:16

Já?! Aguenta, pá...

por Kruzes Kanhoto, em 13.02.16

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Costa já fala de consensos políticos com a direita. Ele lá saberá porquê. Mas, seja qual for o motivo desta súbita vontade de dialogar com os partidos que estiveram no poder, a surpresa é apenas o curto espaço de tempo decorrido desde a constituição da geringonça. Assim, à primeira vista, parece que a criatura que chegou ao poleiro através de esquemas manhosos, não deposita grande confiança nos seus parceiros de tramóia.

Curioso, curioso vai ser ler e ouvir as justificações dos fanáticos do Costa. Daqueles que acham o homem um santo. Capaz, no douto entender e brilhantismo da retórica dos seus seguidores, de sozinho fazer frente a tudo e a todos para nos proporcionar uma vida muito melhor. Para já não falar daqueles apaniguados costistas que, a cada critica à geringonça, respondem com a inteligência que lhes é amplamente reconhecida com um inevitável “ e o Passos?! E o Passos?!”.

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publicado às 13:22

O "Orçaminto" da geringonça

por Kruzes Kanhoto, em 06.02.16

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O governo decretou guerra total à poupança. Consumir é, para o Costa e seus sequazes, a nova palavra de ordem. Assim tipo desígnio nacional. Algo que, desconfio, Jerónimo nos virá descrever, mais dia menos dia, como um acto patriótico e de esquerda.

Esta intenção está, em todo o seu esplendor, esparramada pela proposta de Orçamento para 2016. A ideia parece simples e eficaz. Estimula-se o consumo e, simultaneamente, aumentam-se os impostos sobre o mesmo. Dá-se mais rendimento às pessoas, espera-se que estas o esturrem fazendo, assim, crescer a receita fiscal. E ainda que gastem o mesmo ou um pouco menos o fisco ficará na mesma a ganhar graças ao enorme aumento de impostos que o governo promove com este Orçamento. O que, diga-se, não acho mal. É sempre preferível taxar o consumo do que o rendimento. Pelo menos o primeiro, ainda que parcialmente, é sempre mais fácil de controlar por depender da nossa vontade.

Não me importo de ser considerado de direita e pouco dado a nacionalismos agora tão do agrado da esquerda. Mas ainda que a ideia não me seja de todo desagradável, salvo qualquer acontecimento que escape à minha vontade, não entrarei nessa batalha. Estarei sempre do outro lado da barricada. O da poupança. E a minha arma será apenas uma simples folha de excel.

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publicado às 12:59

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De vez em quando dou por mim a concordar com a “geringonça”. Demasiadas vezes, até. Agora é aquela coisa do fim dos exames. Acho muito bem que acabem. Todos. E de toda a espécie. Aquilo não traumatiza e inferniza apenas a vida das criancinhas. Tortura toda a gente.

Os exames de condução, por exemplo. Um aborrecimento. E não servem para nada. Podiam, com vantagem, ser substituídos pela avaliação contínua na escola de condução. Quem sabe a profusão de acidentes de trânsito se deva à infelicidade dos condutores por terem sido submetidos a exame. E, em caso de atropelamento, é preferível ser atropelado por um condutor feliz. Sê-lo por um que tenha sido examinado só traz chatices.

Ou, outro exemplo de coisas nocivas, os exames médicos. Uma seca. Deviam ser extintos. Já. Há lá coisa mais angustiante ou traumática do que o exame da próstata! Se temos todos de morrer, que morramos felizes. Sempre é melhor do que falecer traumatizado.

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publicado às 19:58



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