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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

A superioridade moral dos comunistas e isso...

por Kruzes Kanhoto, em 15.04.17

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Ninguém espera – a não ser, talvez, os próprios – que os comunistas sejam pessoas equilibradas e dotadas de bom senso. Nem precisam de ser. Ninguém - neste caso nem mesmo os próprios – se importa com isso. A menos, como infelizmente está acontecer em Portugal, cheguem ao poder. Aí é o nosso destino que está em causa. E vê-lo nas mãos desses malucos é uma coisa que me aborrece. Trata-se de uma gente que vive numa espécie de realidade paralela, cega pela ideologia, que não admite a tragédia que sempre ocorre nos países onde chegam ao poder, mas que consegue vislumbrar e anunciar ao mundo dramas que apenas eles conhecem.

O pior é que a generalidade dos meios de informação e dos opinion makersamparam-lhe o jogo”. Não os desmascaram. São, ao não o fazer, cúmplices da suas mentiras, manipulações e propaganda obscena. Como, por exemplo, esta noticia. Publicada, refira-se, em Novembro de 2015 e reproduzida até à exaustão em sites e blogues de propaganda comunista. Como ainda não a vi desmentida nem gozada, à semelhança do que acontece quando são outras áreas politicas a fazer declarações parvas, presumo que não falte quem a considere verdadeira. Assim sendo, um ano e meio depois, calculo que os cemitérios americanos estejam pejados de criancinhas que sucumbiram à fome. A Venezuela é que podia ter ajudado. O Maduro, se fosse realmente solidário, tinha enviado uns quantos contentores da comida que sobra na Venezuela.

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Devem ser bipolares, ou lá o que se chama essa doença...

por Kruzes Kanhoto, em 15.12.16

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Os portugueses estão cada vez mais tolerantes. Mais moles, como diria essa santa senhora que era a minha avó. Alguns evidenciam até um grau de moleza que é manifestamente preocupante. Estou a lembrar-me, assim de repente porque podia citar muitos mais, o camarada Jerónimo e a Catarina de olhar alucinado. Nenhum deles manifestou com veemência – nem sem ela, que tenha dado conta – a sua indignação por, segundo a bastonária dos enfermeiros, durante dois dias os doentes internados num determinado hospital não terem sido alimentados ou medicados. Nem, sequer, pediram a demissão do ministro da saúde. Ou, pelo menos, o acusaram de ser o coveiro do SNS. Tudo coisas - e muitíssimo mais – que fariam até um ano atrás por problemas muito menos importantes. Deu-lhes a moleza, é o que é. E, bem assim, aos apoiantes da geringonça que, nestas e noutras em que a actual governação é perita, se calam que nem ratos. Ou, então, o seu grau de exigência limita-se a “desde que não estejam lá os outros”. Brilhante.

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Antes tinham fome...agora apenas sentem um ratinho!

por Kruzes Kanhoto, em 26.06.16

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Ao contrário de anos lectivos anteriores, o que agora findou não nos trouxe noticias de criancinhas a chegar esfaimadas às salas de aula. Mesmo as informações acerca da necessidade de manter abertas as cantinas escolares durante os períodos de férias foram relativamente escassas, nomeadamente por comparação com os quatro anos precedentes. Deve ter ocorrido algum milagre, neste entretanto. Ou, então, sou eu que ando distraído.

Do que tenho ouvido falar, no âmbito dos alunos esfomeados, é de comida a mais. Parece – é o que decorre de uma proposta, sobre este tema, apresentada por um partido da geringonça - que um número significativo de alunos, maioritariamente carenciados, os que não pagam a refeição que lhes é fornecida na cantina escolar, não aparecem para o almoço nem avisam que não vão almoçar. Originando, assim, um enorme desperdício alimentar que a tal proposta pretende combater. Embora, como não há noticias de mortes por desnutrição, se presuma que continuem a dar ao dente. Coisa que, presumivelmente, não teriam condições para fazer sem ser na escola...


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Ganham mal?! Vão dizer isso a quem ganha o salário mínimo!

por Kruzes Kanhoto, em 17.04.16

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Primeiro foi  o gajo do sindicato dos trabalhadores dos impostos - parece que se chama assim, pelo menos enquanto a Catarina não impuser uma lei a acabar com esta denominação claramente discriminatória do género - a garantir que a culpa da corrupção era dos cortes salariais. Agora é a TVI a reportar que os agentes da PSP e os militares da GNR ganham tão pouco, mas mesmo tão pouco que alguns até passam fome. Admito que os vencimentos destes profissionais não sejam os desejáveis. Nomeadamente para o nivel de risco de enfrentam. Mas isso é mal geral. Todos ganhamos pouco. E, no caso em análise, estes senhores e estas senhoras ganham acima da média nacional e muito mais do que a maioria dos portugueses. Dizer que têm fome é, neste contexto, manifestamente exagerado. Poderão quando muito ter larica. Sentir um ratinho, vá. Caso andem a fazer dieta...

 

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