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Deputados mal educados e outras criancices

por Kruzes Kanhoto, em 25.03.17

O governador do Banco de Portugal não será um figura pública que reúna a admiração de um número significativo de portugueses. Mas, apesar disso, devia ter sido evitada a humilhação pública a que foi sujeito no Parlamento. Expô-lo à má-criação de gaiatos arrogantes que nunca fizeram nada de útil na vida, foi prestar um péssimo serviço à democracia e, até, ao apuramento seja do que for que querem apurar. Serviu, isso sim, apenas para mostrar ao país inteiro a falta de consideração que as gerações mais novas e os políticos em geral têm pelos mais velhos. O homem tem idade para ser avô daqueles deputados e, só por isso, já merecia ser tratado com respeito. Além do mais, tem também, uma carreira profissional que lhe permitiu chegar ao lugar que ocupa. Tudo coisas que gente como aqueles deputados nem sonham o que é.

 

Li por aí umas comparações parvas acerca do crime de ontem, o assassinato à facada de quatro pessoas em Barcelos, e acções terroristas na Europa envolvendo igualmente o uso de facas. Estão - coitados, que isto da cabecita não dar para mais é uma chatice - a comparar o cú com a feira de Borba. Um dia destes ainda os vou ver a escreverem que os presos políticos, libertados pelo 25 do A, não passavam de reles criminosos de delito comum.

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publicado às 11:58

Um terrorista bom é um terrorista morto

por Kruzes Kanhoto, em 29.07.16

achmed-1.jpg

 

Dos mais recentes atentados, ataques, acessos de loucura actos tresloucados ou lá o que lhes queiram chamar cometidos por muçulmanos – sejam ou não do tal Daesh, é coisa que importa pouco – há um aspecto que ainda não vi devidamente valorizado na actuação da policia. E que, muito justamente, o deve ser. O abate sistemático dos criminosos. Tem sido essa - e muito bem – a prática das forças policiais em relação aqueles que não fazem o favor de falecer por iniciativa própria. Pode, até, nem outra hipótese ter restado às autoridades. Não faço ideia se teria ou não existido, em alguma circunstância, a possibilidade de os capturar com vida. Se existiu ainda bem que não a usaram.

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publicado às 14:40

Bombas boas e bombas más

por Kruzes Kanhoto, em 03.12.15


Os russos andam há semanas a bombardear a Síria. Não se sabe ao certo para quê, pois ao que garantiram fontes altamente credíveis - sites comunistas da América-latina amplamente citados por cá – no fim de três ou quatro dias já tinham aniquilado mais de noventa por cento do Daesh. Mas, independentemente do tempo que estão a demorar a rebentar com os restantes dez por cento, o que impressiona é a invulgar pontaria da aviação russa. Nem uma criança esventrada, uma velhinha desgrenhada a lamentar o rebentamento da casa ou um habitante indignado pela criminosa violência e a clamar vingança pelos actos criminosos de uma potência imperialista. Nada. Nicles. As bombas estão a acertar em cheio nos alvos e isso dos danos colaterais é coisa que nem sequer existe. Para desespero das TV's e dos próprios terroristas, presumo.

Já a hipótese de alguns países ocidentais se juntarem aos bombardeamentos está a provocar a ira de alegados pacifistas. Acreditam estes idiotas inúteis que estas acções irão provocar uma mortandade geral. Manifestam, vá lá saber-se porquê, uma evidente falta de confiança na pontaria dos pilotos franceses, ingleses e americanos. De qualquer forma, podem sempre colocar em prática aquela tese fantástica das flores que derrotam armas, que ouvimos tão propalada quando dos atentados de Paris. Mandem muitas flores para a Síria e o Iraque. Depois digam se resultou.


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publicado às 08:59



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